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11º Passatempo – O Poder de um co(r)po de vinho |

O Pedro Miguel Gomes foi o vencedor do 11º Passatempo 69 Letras coma frase:

Seja vinho tinto ou vinho Branco,quero é o copo cheio

Eis a posição no comentário que o habilitou ao a um garrafa de vinho do Porto oferecida pela nossa leitura The Oyster!

 

 

 

 

 

 

 

 


A nossa escritora  The Oyster decidiu mimar os nossos leitores com um presente ESPECIAL!

                                                                                                                                 

  …e porque vocês são os MELHORES para vocês só o MELHOR !

Participa no 11º passatempo 69 Letras e ganha esta RESERVA BORGES PORTO RUBY e vive o prazer de um  co(r)po de vinho do Porto!

 

A cor ruby intensa, quase negra desta reserva proveniente da região Douro apresenta um aroma jovem, com frutos pretos como a amora. É fresco, com notas de hortelã-pimenta e eucalipto. Na boca tem taninos macios que lhe dão estrutura e um sabor jovem que confirma a presença intensa de notas de amora e a frescura da hortelã-pimenta. No conjunto é longo e tem uma acidez muito equilibrada.

Ideal para acompanhar com: Queijos de pasta mole, queijos curados, sobremesas de chocolate e frutos vermelhos. Na refeição acompanha carnes fortes e assados.

Temperatura aconselhada para degustação: 16 a 18 °C

 

Patrocinado pela nossa escritora The Oyster

 

 

COMO PARTICIPAR:

Para ficar habilitado, o participante tem de:

1. Ter LIKE na página do Facebook da 69Letras
2. Fazer LIKE no post do passatempo;
3. Comentar a publicação em destaque na pagina 69Letras com uma frase onde conste a palavra: VINHO e mencionar 3 amigos!
4. Partilhar ESTA publicação no mural com acesso público; (quantas mais vezes partilhares mais hipóteses tens de ganhar!)
5. O sorteio será feito no random.org o Random Sequence Generator, onde será colocado o numero de comentários existentes até ao fecho do passatempo ( dia 31/03/2017 ás 23h59m ) , onde será verificado qual o comentário que se encontra nessa posição.  Conforme exemplo em baixo.

randomorg

6.  O resultado é publicado através de um screenshot. A contagem é feita por ordem crescente;

7.  Caso o perfil do vencedor não tenha cumprido com todos os pontos anteriormente estabelecidos (será feita a verificação), a 69Letras reserva-se no direito de passar o prémio para o segundo classificado e assim sucessivamente, até ser encontrado um vencedor;

8.   O vencedor será informado através de mensagem privada no facebook;. SOLICITA-SE A QUEM PARTICIPA QUE VERIFIQUEM A CAIXA DE MENSAGENS “OUTROS” NOS DIAS A SEGUIR AO FIM DO PASSATEMPO. 


DÚVIDAS OU QUESTÕES

Contacte-nos por mensagem privada no Facebook ou através de e-mail: blog@sessenta9letras.com

BOA SORTE

Já não era o meu corpo. Era o teu.

| Texto Erótico | Enquanto dançávamos com uma taça de vinho na mão, passaste a tua mão nas minhas coxas no exato momento em que elevava o vinho aos meus lábios… descontrolaste o meu corpo com o teu toque possante.

Fraquejei. Estremeci e derramei o vinho que escorreu dos lábios, descendo pelos peitos até ao ventre…
Olhaste-me nos olhos, e vi neles, o diabo a sorrir pela visão do sangue a envolver a minha pele branca… a tua sôfrega mão, percorreu a minha pele ao embalo da corrente de sangue, enquanto rasgavas o vestido pelo caminho… deste-me a tua mão pintada de vermelho, para que a lambesse e absorvesse a tinta… enquanto o fazia, a tua língua de cobra era impiedosa com o meu corpo.

Meu corpo? Já não era o meu corpo. Era o teu. 

Pegaste-me ao colo e sentaste-me sobre a tua secretária… e com o teu cinto ataste os meus pulsos atrás do pescoço… o som do cinto a ser recolhido das calças, travou a minha respiração e senti as minhas entranhas a pedir-te… exposta, rasgada, com a pele ensanguentada penetras o teu olhar nas minhas cuecas brancas tingidas de pecado… com o abre cartas, rasgaste-as… molhaste os teus dedos na taça… e manchaste-me ainda mais.

Afastas-te.

O demónio rejubilava através do teu olhar… o teu rosto estava marcado pela tesão. Tesão essa, que avistei sob as tuas calças, apenas com o fecho e o botão desapertado.
Caminhaste de volta para mim e sussurraste ao meu ouvido, que me ias compensar pela visão que te estava a proporcionar… e desces até ao meu ventre. Pernas separadas, sinto-te a inspirares o cheiro do meu desejo misturado com aquele vermelho e intenso vinho que tomámos.

Tocaste-me suavemente… muito suavemente, e beijaste as minhas coxas com vontade, cravaste os teus dentes, mas no centro da minha tensão, eras leve… não queria isso.

Queria ser devorada ferozmente, mas tu, tu sabias disso. Viste no meu olhar desapontado, notaste na minha respiração. És mau. Tão bom.

Quando fechei os olhos e respirei profundamente para tentar acalmar o fogo com que me encontrava, mergulhaste os teus lábios sobre o meu sexo. Cai sobre a secretaria, exposta para ti, a tremelicar com o corpo aos espasmos e sem avisos, uniste-te a mim sem licença, puxando-me pelas pernas.

Foi ao ritmo de movimentos longos e intensos que caíste sobre mim… sobre o meu peito a exalar o cheiro do nosso vinho, mas com a cor do pecado…

 

?Cátia Teixeira, Vizinha 69Letras® 2013

 

Encho o copo de vinho enquanto encho a banheira!

Dias exaustivos…
Esgotada a minha cabeça está!
Chego a casa e antes de encher o copo de vinho, encho a banheira.
Enquanto a água corre sinto-me cada vez mais ansiosa… só de ouvir o som da água..!
Saco a rolha deste belo vinho… aquela garrafa guardada desde sempre para estas ocasiões em que anseio a tua chegada tardia.
Aproveito este belo repouso de espuma, entre as velas e a música de ambiente. Tenho tempo, o suficiente para me preparar para a tua chegada.
Renovar a mente, relaxar o corpo.
Lentamente, com um copo de vinho na mão, penetro este quente espumoso.
Toda eu mergulho nesta grande banheira!
Submersa em pensamentos deixo-me dentro de água até o ar escassear, sustenho todo os meus medos, receios e quando saio desta água…sei que a minha alma estará limpa, como se água salgada fosse!
Saceio os meus lábios com um golo de tinto, repouso a cabeça e penso em ti.
Como a água circula, tu circulas em mim em cada veia de mim…transportas vida por mim.
O copo repousa na borda da banheira e sem pensar toco-me.
Um toque conhecido, achava eu. Mas pelos vistos não reconheço a minha pele, o meu corpo. Só tu o conheces.
Pensando em ti, percorro os meus seios, lentamente desço até…mesmo ai.
Dedo a dedo penetro-me, sem noção do tempo a água esfria.
Abro os olhos e o vinho permanece na mesma medida.
E tu a admirar-me.
Peço-te…acaba o que eu comecei.

Krishna 69Letras