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Eu, ele e o gengibre maldito.

Oiiii giraças e giraços como vai isso?
Tudo em cima?
Pois é esta semana andei aqui a matutar comigo própria sobre o que iria escrever visto que eu já escrevi de tudo um pouco e claro que a ideia desta rubrica nunca foi aborrecer a malta com coisas técnicas que não vos iam servir de nada.
Então falo sempre assim por alto de assuntos meio que a resumir um pouco, e quando é algo que goste mesmo muito talvez me estique um pouco.
Tenho vindo a variar um pouco e não focar tanto no BDSM, afinal se lerem o primeiro texto das conversassem mordaças eu avisei que ia falar de chonézices e coisas assim.
Hoje é dia de dar numa de Crónica de uma Domme lol por isso vou contar uma história que aconteceu comigo alguns amigos já conhecem e obviamente sou gozada até aos finais do tempo, aliás eu ja falei um pouco desta situação noutro texto sobre brincadeiras anais que podem ver AQUI

Hoje ganhei coragem por isso cá vai.

Certo dia um prezado amigo meu que conhecia também o meu submisso e sabe que ele é uma peste dos infernos gozão até dizer chega resolveu pregar-lhe uma partida que pronto quem se lixou no fim de contas fui eu.
Eu tinha estado a privar com esse amigo a quem vou chamar de “S”, sobre ideias que pudesse fazer na minha próxima sessão.
Para que conste não faço sessões em casa logo não tenho tudo o que quero ou preciso á mão de semear, tinha que preparar com antecedência e planear o que pudesse fazer.
Pois bem passado uns tempos, uns mesitos lá fui ter com o “S” e ele assim em tom de gozo diz-me que tem uma prenda pró meu submisso.
Meu espanto quando vejo um saquinho com um bocado de gengibre.
Eu sabia bem para que servia o gengibre já vos falei da prática de figging que podem ler no link que deixei aí em cima.
Mas resumindo nada mais é que tortura física que consiste em inserir uma raiz de gengibre pelo ânus ou vagina.
A preparação não tem grande ciência mas pronto, adiante.

A verdade é que nunca me tinha dado para fazer figging e como eu sabia que mal ou bem conseguia até preparar na hora levei para a sessão seguinte.

Chega à altura de fazer a preparação da coisa, para que conste a raiz de gengibre quanto mais fresca melhor e mais forte é o efeito de ardor que provoca.
A Kat lá vai descascar o bichinho assim com um aspecto de um plug, fui molhando em água fria (convém que fosse gelada mas apenas uma nota lol)
E pronto tá na hora de experimentar…
-” Bicho!Lembras quando disse que o “S” tinha te mandando uma prenda e andavas aí a roer-te todo sem ideia do que podia ser?! Pois é isto…”
E mostrei a minha bela obra prima ali esculpida com tanto amor e carinho.
Ele ainda soltou um “Filho da mãe”.
Assim de ódio pelo presente envenenado que eu lhe estava a mostrar, pois sabia para o que servia e já estava a antecipar os calores infernais que ia ter.
Disse-lhe pra se por na posição que desse mais jeito para inserir pois não convém usar lubrificante nesta altura senão tira as propriedades do gengibre logo só a água é que ajuda.
Insiro e espero….espero…
De repente vejo a cara do meu submisso a ficar assim vermelha e a contorcer-se muito.
Atenção que foi passado uns 2 minutos se muito ele já estava todo aflito a dizer que aquilo era horrível.
Eu a rir-me que nem uma perdida pois em tanto tempo que o conhecia nunca o tinha visto prestes a pedir-me que parasse com algum mal que lhe infligisse.
Confesso que delirei com aquilo, pergunto-lhe se está bem enquanto ele mordia a almofada e todo suado ali de olhos a lacrimejar eu lá fico mais séria e pergunto se quer parar e ele diz que sim.
Devem ter sido uns 8 minutos não foi 10 isso sei de certeza.
Pois bem meus amigos eu por norma assim como outros Top´s (Alguns) temos por regra experimentar algumas coisas em nós próprios antes de fazer a alguém.
Mas neste caso não o fiz ehehe e estranhei como uma pessoa que aceita ser cortada com uma faca ao fim de 5 minutos com aquilo no rabo quase que pede para parar.
Resolvi ali mesmo experimentar…
Mas primeiro claro que chamei de maricas ao meu bicho por não ter aguentado e ele ali a segurar o rabo como se fosse cair.
E assim foi, fui tirar uma camada de gengibre pra ficar com sulcos e soltar o suco, e zimbasssss dentro da minha vagina, deite-me e esperei.
Esperei, ahhh tá a ficar quente …espero e espero até que digo.
“Porra isto não é assim tão mau, tá quente mas nada de especial és mesmo mariquinhas”
E ele assim meio que com vergonha diz.- “Ohhh Dona meta lá isso mas é no rabo”.
Pois bem amigos….eu meti e não sei se foi de não estar preparada mentalmente ou porque me contraí pois estava de pé lol .
Hummmmmm nem 5 minutos aguentei, toda eu ardia.
O meu coração começou a bater tão rápido que pensei que ia me dar uma coisa má até mal disposta fiquei credo.
A sensação que eu tive é que tinha o ânus todo cortado e alguém me meteu álcool, juro foi mau assim.
Soltei um “FODA-SE CARALHO!!!!” e vou a correr para a banheira meto aguá fria chamo o meu submisso para vir ter comigo.
E acabamos os dois a molhar as partes baixas numa banheira de agua fria eu com o chuveiro direccionado pro rabinho assim com água gelada e ele a fazer “Chap chap” como as meninas a lavar o pipi.
Só vos digo que assim que passou o mau estar desatámos a rir os dois das nossas figuras ridículas e como o “S” nos lixou aos dois com uma pinta dos diabos.
Mais tarde vim a saber que ele pensava que eu ia fazer antes pra ter uma noção, mas eu fui assim mesmo á maluca e olha lixei-me.
A verdade é que para uma Dominadora isto não foi um momento maravilhoso e que deva ser partilhado mas como eu sou assim estranha mesmo e não tenho problemas em rir e fazer rir resolvi partilhar a minha tragédia anal.

Espero que tenham gostado desta minha aventura, escusado será dizer que não aceito mais presentes do “S”…lol
Uma beijoca a todos , © MissesKat #69letras

 

 

fotografia-Misses Kat

Rendição de Lilith, parte 2

M18/Texto erótico 

A ponta da língua que brinca com os meus mamilos, vergastadas de um flogger no meu estômago ao de leve, um Strap entalado em mim que se manifesta inesperadamente em estocadas cada vez mais profundas e rápidas e um pénis enfiado na minha boca sôfrega e desesperada. Uma autêntica orgia nos meus 5 sentidos!

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A rendição de Lilith

M18/Texto erótico

 

Hoje entrego-me às vontades alheias do meu submundo. Criaturas da noite anónimas que fazem as minhas delicias.

Entro no clube restrito usando somente uma gabardine, um cinto de ligas, saltos altos e muita tesão. Sou a única sem máscara. Já me conhecem e sabem para o que venho. Inclinam-se à minha passagem.

-Senhora! É uma honra sua presença! Seus súbitos a esperam.

-A sala vermelha está pronta para mim?

-Sempre minha deusa.

-Quero os laicos do costume.

Portas abrem-se à minha frente até à sala do meu desejo. Aqui sou rainha! Aqui impero!

O cheiro do cabedal inebria-me os sentidos. As paredes cobertas de velas e brinquedos. Straps, mangas, mordaças, chibatas, plugs, ovos, floggers , enfim. Tudo o que é necessário para várias horas de tortura divertida. No meio da sala um baloiço, o meu trono e três escravos de joelhos à espera das minhas ordens. Dois escravos e uma escrava todos de máscara branca posta.

-Uma honra minha deusa!

Dispo a gabardine. De peito firme, rabo nu e  sexo ansioso pelo que há-de vir. Sento-me no trono e um dos escravos masculinos começa por lamber-me a ponta dos sapatos. A escrava começa por me prender os pulsos ao trono. Ambos sempre cabisbaixos.

Sei que parece confuso. Uma deusa sujeita aos caprichos de seus discípulos mas agrada-me. Serve para disciplinar-me a alma.

Prendem-me os tornozelos também ao trono e  colocam-me a venda. Reduzida ao trono assim me deixo ficar. Livre de pensar e entregue aos sentidos. Que comece o festim no meu corpo.

Nua e exposta aos caprichos de outros. Meu corpo em constante alerta. Sinto os passos à minha volta. Antecipo os seus toques. Sinto calafrios.

Inesperadamente sinto um toque de uma pena de pavão no meu estômago. Como algo tão suave pode provocar uma onda de choques no meu corpo. A pena percorre meu corpo até ao meu sexo. Hummm doce sensação de veludo a beijar-me entre pernas mas interrompida por uma vergastada ao de leve no peito.

Ahhhh! Meus sentidos já quase adormecidos pela suavidade da pena despertam em alerta máximo. Hummm doce tortura que me alimenta a alma!

E de repente faz-se silêncio. Pressinto seus passos a afastarem-se de mim e quase que me sinto abandonada, não fosse o sentir do trono a estender-se numa cama. Aquele som de metal a ranger que me inquieta o espirito complementado com o afastar das pernas.

Mais vulnerável que nunca. Sinto meu coração a bater tão forte que quase que salta do meu peito.

Sinto alguém a soprar-me ao ouvido. Estranho mas acalma-me. Uma boca que me beija. Não consigo distinguir de quem mas também o que interessa. Aqueles lábios parecem cantar-me uma musica de embalar e envolver-me numa falsa calmaria.  Entretanto sinto enfiarem-me um ovo em potência máxima dentro de mim. Hummm sabe-me tão bem. Excitada e estimulada ao máximo.

Até que de repente, AAAHHHHHH ! Alguém me penetra sem aviso prévio numa estocada única. Os lábios doces desaparecem e o que eu consigo identificar como um Strap masculino pelo toque de borracha nas virilhas, pára  imóvel dentro de mim. Não consigo evitar uma tentativa frustrada de libertar meus braços que continuam presos. Distraio-me com o passear de um flogger no meu corpo.

Mais uma estocada, desta vez mais funda. E o cabo do flogger nos meus lábios que por instinto o lambem e chupam.

Duas estocadas seguidas. Fundas e rápidas. Minha boca geme compulsivamente até que um dos laicos decide calar-me com o seu sexo na minha boca. Huuummm.

Sinto duas mãos que se deliciam com o meu peito. A ponta da língua que brinca com os meus mamilos, vergastadas de um flogger no meu estômago ao de leve, um Strap entalado em mim que se manifesta inesperadamente em estocadas cada vez mais profundas e rápidas e um pénis enfiado na minha boca sôfrega e desesperada. Uma autêntica orgia nos meus 5 sentidos!

Continua…

 

©Lilith 69Letras 2017


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Teu sangue, meu prazer.

M18/Texto erótico 

 

Mais uma noite que se anuncia fria. E eu gosto assim. Procuro em rostos comuns aquele que eu perseguirei esta noite. Eleger a presa requer perícia e paciência. E hoje apetece-me ratos de laboratório. Continuar a lerTeu sangue, meu prazer.

Com a Lilith não se brinca

M18/Texto erótico

-Dona Lilith, importa-se de chegar ao meu escritório.

-Sim.

Após a nossa sessão de sexo no carro as coisas voltaram à normalidade. Quer dizer pelo menos para mim. Os olhares intensos e faltas de concentração do chefe são constantes mas não mexem comigo absolutamente. Nem mesmo um toque indiscreto nas minhas costas no elevador, cujo o qual ele percebeu de imediato pelo meu olhar frio de desaprovação que não tinha minha autorização para tal.
Continuar a lerCom a Lilith não se brinca

Para baixo, rapaz!

M18/Texto erótico

 

Aborrecida na fila do banco. Olho para as outras pessoas que me circundam e não vejo nada. Cada olhar mais insipido que outro. Sem conteúdo.

Até que olho para trás do balcão e vejo um olhar diferente. Jovem e entusiasmado. Daqueles que trazem o mundo no olhar cheio de esperanças inúteis.

-Bom dia minha bela senhorita! Em que posso ajudar?

-Para começar, não sou sua e tire esse ar de quem já me está a deitar na cama que não sou para seu bico.

-Ppeço perdão senhora.

-Perdoado. Quero levantar o dinheiro todo da minha conta.

-Com certeza minha senhora, posso saber o motivo?

-Não. Não pode.

-Lamento minha senhora mas devo insistir…

-Novamente, não sou sua senhora.

E eis que o rapazinho passa dos limites da minha paciência. Revira-me os olhos.

-E se me revira os olhos novamente, apenas com um sapato meu ponho-o a pedir clemência ! Entendido? Agora, passe-me o meu dinheiro já!

Os seus olhos deixam de transbordar autoconfiança excessiva para transmitir puro encanto. Esquisito. Estava à espera que chamasse antes o segurança.

-Notas grandes ou pequenas? MINHA senhora?

E desafia-me claramente. Seu olhar não sai do meu peito. Mais um peixe na rede.

Aproximo-me do balcão, pego no seu queixo elevando o seu indiscreto olhar até ao meu e com um sorriso cerrado mas sedutor meto os pontos nos is.

-Estou cá em cima! E quero as notas grandes assim como essa desobediência toda debaixo de mim às 12 30 em ponto. Estarei no seu gabinete!

-Mmas como sabe que tenho um gabinete?

-Simples. O seu nome está naquela porta ali dos fundos. Não se demore.

Tanto envergonhado como excitado, observa-me virar-lhe costas enquanto desfilo pelo banco fora.

12.30 em ponto. Entro de óculos escuros, simplesmente com o intuito de ninguém ver para onde meu olhar se dirige, e reparo que o balcão de atendimento ao publico por ele anteriormente ocupado encontra-se vazio. Vou direta ao seu escritório onde ele já parece estar ansioso por mim pois a porta está aberta.

Recebe-me com um sorriso e apressa-se a fechar a porta atrás de mim. Apressa-se a beijar meu pescoço por trás de mim.

-Calminha rapaz! Ainda não mereceste tal doce.

-Farei qualquer coisa! Minha senhora, você mete-me doido!

-Ótimo, então despe-te!

-Direta ao assunto! Gosto disso.

-Logo verás! Senta-te na cadeira.

Despido e excitado à minha mercê. Fará qualquer coisa só para me ter. Ingénuo, quase que sinto pena.

Puxo o vestido justo um pouco para cima para puder abrir as pernas. Sento-me no seu colo e enquanto lhe prendo os braços atrás das costas com a sua gravata deixo-o cheirar um pouco do meu corpo.

-Cheira tão bem minha senhora.

Agora cara a cara, humedeço meus lábios com a minha língua deixando-o de água na boca.

-Ainda cheiro melhor dentro de mim!

Involuntariamente solta um gemido. Quer-me tanto que mal se aguenta. Saio de cima dele. Sento-me na sua secretária de frente à sua linha de visão. Abre as pernas e dou a conhecer que não trago roupa interior.

Mais um gemido que ele solta e o seu membro atingiu o ponto máximo de dureza.

Meto um dedo na boca para humedecer e enfio-o em mim sem nunca tirar o olhar dele.

-Vais ser um bom menino, não vais? Para eu te recompensar depois.

-Ahhh SIM! Tudo o que a minha senhora quiser!

Enquanto dito as regras, vou brincando comigo própria. Meu corpo sempre foi e será objeto preferido do meu prazer.

-Jamais revires os olhos para a tua senhora e essa insolência tem de acabar ou senão…

Fecho os olhos por uns momentos enquanto me masturbo um pouco com mais força gemendo, conscientemente que isso está a prolongar o estado de excitação da minha vitima de hoje.

Ele não se aguenta e levanta-se, mesmo com os braços atados, tal não é o estado de excitação.

-Por favor deixa-me fod3r-te! Deixa-me!

Páro abruptamente de masturbar-me. Derrubo-o no chão de maneira que ele fique deitado de barriga para cima. Piso-lhe a cara com o meu sapato de salto alto e repreendo-o.

-Para baixo, rapaz! Aqui quem fod3 sou eu! E não larga mais um pio! Irritas-me!

Concorda com um abanar de cabeça. Dispo o vestido rapidamente e sento-me na sua cara puxando-lhe o cabelo com uma mão.

-Lambe-me já!

Com muita sofreguidão suga cada pinga de mim. Sua língua no meu clitóris provoca-me espasmos de prazer enquanto faço força nas minhas pernas para lhe apertar a cabeça.

-Isso! Belo menino! Vais-me fazer vir assim.

Excita-me tanto sua língua dentro de  mim como a sua entrega à minha luxuria. Não consigo evitar de com a mão livre agarrar meu peito e palmilhar cada centímetro de mim. 

Prestes a atingir o orgasmo, movimento minhas ancas para cima e para baixo para ele se esmerar num cunnilingus, somente para me dar prazer.

-AAAhhhhh!

E venho-me com sua língua enfiada em mim dando-lhe a provar o meu doce néctar. Puxo-lhe os cabelos com mais força ainda e deixo-me extravasar num doce orgasmo.

Levanto-me ainda a pingar um misto da sua saliva com o meu sugo. Ele ainda olha para mim com um ar esperançoso de que ainda possa possuir-me e assim puder explodir num orgasmo também. Liberto-lhe os braços enquanto ele se põe de joelhos para me pedir clemência para que lhe trate do membro duro e grande.

-Quem manda aqui? Diz!

-Você senhora! Agora por favor deixa-me fod3r-te que não aguento mais!

-Talvez amanhã.

E visto o vestido e ponho os óculos escuros.

-Por favor, não te vás! Não! Peço perdão por tudo!

-Claro que pedes! Até amanhã! E não rastejes atrás de mim pelo banco fora quando eu sair.

 

 

©Lilith 69Letras 2017

 

 

 

Ordeno que domines

M/18 texto erótico 

 

Hoje quero algo diferente. Sentir na pele o peso de um toque mais duro. Entregar meu corpo à satisfação alheia para variar. Sem me preocupar. Sem pensar. 

Sómente sentir. Espicaçar sentidos! 

Lembrei-me da vítima do dia anterior. O ódio e a revolta bem presente nos seus sentidos irá fazer jeito. 

-Boa tarde. 

-Boa tarde! O que faz a senhora à porta da minha humilde casa? 

-Prepara-te. Daqui a uma hora quero-te na minha casa. 

-Hummmm. Vais me torturar outra vez, é? 

-Não. 

-Ótimo! Vamos fod3r como as pessoas normais e vais-me deixar vir desta vez? 

-Se souberes, vens-te sim, depois de me dominares. Duvido que estejas à altura. 

-Quê? À bruta?! 

-Isso já seria esperar demasiado de alguém tão fraco como tu. Enfim, vamos ver. 

-Vou-te pôr a pedir clemência! 

-Assim o espero. 

Viro costas, já aticei o suficiente a besta. Agora é esperar que vire monstro. 

Pontualmente toca à minha porta. Apresento-me de cabelo apanhado, olhar cabisbaixo, vestido vermelho e descalça. Submissa perfeita. 

-Abres a porta sem o meu copo de whisky na mão?! 

Hummm. 

-Perdão senhor. Com ou sem gelo? 

-A avaliar pelo seu rabo, com. Preciso de acalmar-me para não a fod3r já. 

Ele senta-se no sofá a beber o whisky enquanto me observa. Quase que sinto a força com que me deseja em cada golo de whisky. 

-Quero que te ponhas de joelhos a despir-me as calças. 

Obedeço sem pensar mas não deixo de me sentir excitada quando me deparo com o sexo dele despido por baixo das calças. Já está duro e ansioso pela minha boca. 

-Não te esqueças que sou eu quem mando. 

-Sim senhor. 

Debruça-se até minha boca e beija-me. E todo o meu corpo entra em alerta. Fod@-se, baunilha?! Porém, obedeço.

-Agora chupa-o. 

Mas que imprevisível. Adoro. Autorizo-me a pegar-lhe e abocanhar com toda a devoção duma submissa. Engulo-o cada vez mais fundo até me engasgar. Saboreio cada centímetro para lhe dar prazer. Ele acaba de beber o seu whisky entre gemidos. 

-Isso! Que boca gulosa! 

Com uma mão segura-me no rabo de cavalo e com a outra esfrega um cubo de gelo nas minhas costas. Mais uma vez, inesperado. Bom. Criei um monstro. Fantástico. 

-Vou-me vir! Ahhhhhh! 

E satisfaz-se para a minha cara, peito e barriga. E eu? Encharcada de tesão. Mordo os lábios de tanta excitação mas espero que seja o meu senhor, monstro do meu prazer que me explore. 

-Estás suja minha senhora. Despe-te mas devagar. Dança para mim. 

-Sim senhor. 

Lentamente vou me despindo enquanto me limpo à roupa. Vejo o olhar dele mais suave. 

Nua e à sua mercê. Ele levanta-se para mais uma vez me beijar. Abraça-me com força. Nossos corpos nus se roçam num bailar de loucura. Seus dedos finalmente se fincam na minha carne. Ele deseja-me tanto que me marca com pequenas nódoas negras os braços e nádegas. Como uma boa submissa saboreio cada toque, cada palmada e cada puxar de cabelos.

Vira-me de costas, põe-me de quatro e sem aviso prévio penetra-me com força.

Sexo duro e selvagem. Era isto o que meu espírito tanto pedia e o meu corpo tanto implorava.

Limitava-me a sentir toda a sua força. Sentia-o dentro de mim como se lá pertencesse. Não conseguia evitar os gritos de prazer saírem da minha boca.

Entre espasmos de prazer venho-me. E ele continua a fod3r-me com toda a violência do seu corpo. Sinto meu corpo a sucumbir. Meu sexo a latejar de tanta tensão. Quase a pedir para que pare até que o oiço a explodir num orgasmo de som alto. Loucura total. Extasiados. 

-Ahhhhhh! Dás cabo de mim miúda. 

Agora somente sinto o peso do seu corpo cansado e a satisfação plena do meu. 

E ele aninha-se a mim. Como se isso fosse acontecer! 

-Levanta-te e sai! 

-Saio?! 

-Sim. Já tiveste a tua oportunidade. Já não és necessário. Sai. 

-Ao menos podes dizer se estive à altura? 

Não. Não lhe direi a verdade, claro. Eu sou a senhora Lilith. 

-Tu és fantástico. Como meu escravo sexual. Agora sai!

 

© Lilith 69letras 2017