Arquivo de etiquetas: toque

Geografia das curvas

Traças cada curva do meu corpo com os dedos, cada caminho onde se escondem todos os meus medos, como que se um mapa explorasses, terra virgem desbravasses, entre estradas e arvoredos, Continuar a lerGeografia das curvas

Raros são os toques que falam…

Aquele toque onde correm amperes de sensações, onde se lê um livro, onde se vive.
O toque que nos suspende a respiração, nos dispara as palpitações, nos acorda os sentidos…

Esse toque que preenche com carinho, que revela perversões, que é escandaloso e terno… Continuar a ler

O(s) meu(s) Orgasmo(s)

Texto explícito | M18 

Pediram-me uma visão do orgasmo, do meu orgasmo… Não consigo. Não consigo descrever uma sensação, um sentimento, um tipo único… Todos os orgasmos são diferentes…

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Quando os meus olhos se fecham….

Quando a noite cai e os meus olhos se fecham, vejo-te a correr livremente pelo meu pensamento, de cabelo solto ao vento, feliz como as chitas de Shamwari.
Vagueias em mim de pés descalços, de seios despidos, de sorriso rasgado e com o sol a clarear esse teu corpo de menina feito mulher.
Teimas em chapinar nas poças das minhas ilusões, baralhas-me a razão e excitas-me com o teu perfume de flores silvestres e águas bravas de Niagara.
Sinto-me teu, tão teu, que chego a tocar o teu corpo imaginado, a beber dos teus seios, a morder a tua vulva selvagem.
Perco-me nos teus cabelos. Agarro-os com força, quase tanta quanta a força que abuso do teu quadril.
Beijo-te o ventre, deslizo a minha língua descontrolada pelo teu corpo, acaricio-te o rosto, sorris, para por fim beber do mel que jorra de ti.
Sou teu, sabias?
#PSassetti 26.06.2017
#69Letras

Eu, tu e uma dúzia de gaivotas…

Deslizo os meus dedos macios pela tua pele eriçada, como que numa dança de cereais maduros nos longos campos livres da Califórnia do Sul, à mercê do vento e com sabor a maresia. Aprecio o teu tremor.  Demoro-me.
Dedilho calmamente o teu dorso como numa valsa de Viena, sem pressas, e empenho-me na descoberta incessante do estimulo dos teus sentidos.
Perco-me livremente pelos teus sinais, deixo-me conduzir por eles, percorro-te sem destino.
Provo dos teus lábios molhados de sal em beijos demorados com sabor a pecado e a ternura, enquanto que afago o teu cabelo contra o meu peito.
Ao longe, o sol demora a esconder-se. A praia está deserta, estamos apenas nós a contemplar o momento, abraçados, longe de tudo, com o coração cheio de emoção e mais uma dúzia de gaivotas.
Os nossos corpos abraçam-se, entrelaçam-se, fundem-se. Penetro-te, sinto-me a deslizar calmamente pela tua vulva que me chama. Contorces-te. Aconchego-te. Percorro o teu pescoço sem pressas com o meu arfar quente, já agitado. Suspiras, soltas um gemido mais forte, afugentas as gaivotas. Despertas em mim o meu lado secreto, adormecido. Sinto-me empolgado. Sinto-me teu, neste fim de tarde, onde abraçados a ver o pôrdo sol, quiseste ser minha.

Vintage Car

Conto Erótico | M18 🔞🔞

Demorei uma eternidade para perceber que somos como um carro clássico… com linhas curiosas e cheias de classe, com muitas amolgadelas, que demoram a pegar mas quando começam a trabalhar soam que é uma beleza…

A noite ia longa, bem regada e pautada por uma conversa deliciosa… Devias estar cansado de ver as minhas mãos a dançar na tua frente enquanto gesticulava os meus argumentos que já começavam a fugir conforme esse olhar azul penetrava mais fundo no meu ser inebriado… Continuar a lerVintage Car

Não me tentes por favor….

Raios!!! …
Raios!!! …
RAIOS MULHER!!!!
Porque teimas em sorrir assim para mim?
Porque lanças esse teu charme carregado de pecado no olhar e pronuncias os teus mamilos quando chegas fresca pela manhã?
Porque continuas a encher o escritório com esse perfume de desejo?
Já te disse que não…. não pode ser….sabes que não podemos…. és a mulher do meu chefe, raios mulher, controla-te!!! Faz-me controlar….
Amaldiçoado seja o dia em que te mostrei o que escrevo, em que te abri um pouco deste meu mundo secreto onde sou eu, e em que tu subiste o teu vestido para meu deleite e estupefacção.
Maldito seja o dia em que te beijei, em que te roubei o primeiro beijo e em que provei o mel que escorria em abundância pela tua vulva.
Esquecido seja o dia em que te suguei sem medo esses mamilos doces como laranjas, que me enlouquecem.
Não pode ser, não podemos… não posso voltar a abusar da tua boca, nem tocar a tua garganta com o meu membro em brasa, enquanto que a tua língua empenhada se delicia à minha passagem.
Não podes voltar a olhar-me fixamente enquanto que a tua boca abusa de mim sem freios incapaz de parar.
Não podemos, não devemos repetir os orgasmos compassados e abundantes que tivemos, quando sem aviso te invadi esse teu rabo empinado, fazendo-te soltar gemidos e gritos que invadiram toda a sala, até o meu suco jorrar como um rio bravo na tua boca.
Não podemos!
Desculpa….. não podemos….. não me tentes…..
…. não resisto….
#PSassetti
#69 Letras 23.06.2017