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A minha vontade ao teu desejo pertence.

TEXTO ERÓTICO [ M 18 ]

Há sempre um dia, uma noite em que nos deixamos levar, por algo diferente…

 

Deitas-te…

Curiosa no sentir…

A curiosidade e a expectativa são um bom afrodisíaco.

Excita-me a forma como te agrada obedecer…

O prazer com que aceitas submeter-te é excitante para ti. Continuar a lerA minha vontade ao teu desejo pertence.

Ainda hoje…

Texto Erótico|M18Uma festa em que era obrigatório o uso de máscara e à qual não poderia faltar. O aniversário da minha melhor amiga. Optei por uma viseira vermelha e um vestido longo, estilo grego, solto com um grande decote nas costas. Eu mulher de cores muito neutras, naquela noite escolhi uma cor vibrante….

Enquanto deambulava pela, enorme, casa reparei numa porta entreaberta com uma luz ténue. Achei estranho e entrei. O quarto estava iluminado com velas, dispostas em semi circulo perto da parede onde estava um espelho antigo, com uma moldura dourada. Dos seus lados saíam uns suportes estranhos. Aproximei-me para observar…

– Aqui estás tu! – disse uma voz profunda.

– Demoraste muito…. – voltou a voz a dizer.

Tentei voltar-me para lhe dizer que deveria ser engano, mas nem me deu tempo de o fazer… Encostou-se em mim e senti o seu cheiro profundo a especiarias, a rigidez do seu corpo sob o smoking.

– Estás perfeita…

As mãos dele voaram para os meus ombros e desnudaram a parte de cima do meu corpo, deixando o meu peito exposto. Sem avisar empurrou-me de encontro ao espelho e colocou os meus pulsos nos suportes, que me tinham despertado curiosidade, e prendeu-me a eles. Não conseguia emitir um som… A excitação sobrepunha-se ao medo…. Sentia-me molhada, respiração ofegante….

O vestido acabou de cair no chão. Os dedos hábeis deslizaram a tanga rendada pelas minhas pernas e voltaram a fazer o caminho inverso, detendo-se no meu clítoris, latejante, pulsante de desejo.

– O teu castigo, por teres me teres feito esperar, é não poderes emitir um som, um único gemido, e não teres nada mais de mim do que o meu pénis. Não me vou despir, por ti, hoje!

Contorci-me, quando o ouvi e, senti o fecho das calças a abrir. Afastou-me as pernas,

e senti a sua mão abater-se sobre o meu rabo e sobre a minha cona com força .

– É assim que tu gostas, lembras-te?

Não lhe podia dizer que não era quem ele pensava. Nunca tinha sentido nada assim…

Voltou a abrir-me mais as pernas e entrou em mim com força.

Senti-o tão justo em mim, tão poderoso…. O meu corpo aguentou cada estocada profunda, cada palmada dada. E aguentou quando me desatou, agarrou-me nos cabelos, e me fez ajoelhar para receber cada gota de si….

Correu o fecho das calças e caminhou para a porta.

Ainda hoje não sei quem ele é….

The Oyster #69Letras