Arquivo de etiquetas: submissão

Tortura do Vizinho

Texto erotico M|18 ? ? ? ? ? ?
Às 5ªs feiras o nosso Vizinho chegava sempre mais tarde. Ouvimos barulho em casa dele. Sabemos que está lá.
De ouvidos postos na porta esperamos pacientes o momento certo. Entrou no duche.
– Lola, tens a chave?, Sabes o que fazer!
Silenciosas como felinas predadoras entramos.
-Steel, ficas a vigia-lo quando ele sair, avisa. Eu, Marie e Peregrinus vamos preparar as coisas.
Marie tinha trazido o baloiço, a Peregrinus as cordas e eu, Lola não poderia deixar de vir de de chicote e algemas. A Steel trouxe as famosas velas, gelo e champanhe.
As quatro vestidas de cabedal e botas de cano alto. Tal e qual o nosso Vizinho gosta.
O vizinho sai do banho e fica pasmado mas ao mesmo tempo deliciado com o que vê. Tendo ele saído sem toalha do banheiro, conseguimos ver de imediato a sua bela tesão.
Estou com uma vontade enorme de por em pratica os meus novos conhecimentos, pensou a Peregrinus.
 – Ajoelha-te! Põe as mãos por detrás das costas!- Ordenou ela com um sorriso tesudo.
Steel já tinha aceso as velas com antecedência para quando chegasse a hora. Olhou para ele com desprezo e um ar altivo.
Despejou lentamente a cera já derretida pelo seu corpo frágil e vulnerável perante nós.
Vizinho grita entre gemidos de dor e de prazer.
-Lola! Acho que temos de lhe tapar a boca. Que dizes? -Pergunta Steel.
Nesse momento em que lhe tapam a boca é quando ele finalmente percebe que não se trata de uma brincadeira.
Estamos seriamente empenhadas em dar-lhe o castigo que merece. Perde o sorriso. Franze o sobrolho.
Marie lambe-lhe um mamilo e passe o gelo para o tranquilizar… um pouco.
– Olhos para baixo!- Comandou ela.
– Sim Mistress! – Disse o Vizinho quase submisso à nossa vontade.
– Vizinho!! Andaste a brincar connosco, agora é a nossa vez! -Disse a Lola.
Com a bota no peito dele, empurro-o até cair no chão. Com olhar superior e de matreira, levanto o meu chicote e deixo-o deslizar ao de leve pelo corpo dele. Vejo no olhar dele que está a ter prazer.
Paro o chicote, mesmo por cima do membro, dobro-o e ia chicoteá-lo, quando a Steel, diz:
– Lola!! Que vais fazer, mulher?!? Assim vais estragar o material!
Respondo a sorrir:
– Não Steel! Só vou agitar mais um pouco este Magnun. Mas podes me vir ajudar a saboreá-lo.
– Levanta-te e senta-te! -Disse Marie.
O vizinho obedeceu. ela sentou ao colo dele e sentiu o membro a elevar-se cada vez mais. tirou-lhe a mordaça e disse:
– Chupa-me os mamilos…..Anda!!
Agarrou-o pelos cabelos….
Marie #69Letras
Peregrinus #69Letras
Steel #69Letras
Lola #69Letras

Hoje pertences-me!

Há muito que te prometia uma visita, mas andava sempre adiar.
Resolvi surpreender-te.
Abri o roupeiro e retirei metade da roupa para fora, escolhi algo sexy para levar.
Lembrei-me que eras fã das minhas botas de cano alto, veio-me logo a cabeça o que poderia acompanhar.
Vestido cabedal curtinho, meia de liga e as botas.
Olhei-me no espelho e sorri, era mesmo isso.
Vesti um casaco para disfarçar a roupa e levei a chibata comigo.
Subi ao 3º andar e bati a porta.
Abriste-me a porta só em boxers e tronco nú.
Perdi-me por momentos a olhar esse peito, que andava desejosa de o saborear.
Mas recompus-me e disse-te:
– Posso!! Hoje pertences-me!
O teu olhar lânguido disse tudo.
Afastaste-te e entrei.
Ajoelhaste-te e retorquíste:
– Sou teu escravo, teu amante… Sou aquilo que desejares. Faz-me teu…..
LOLA #69Letras

M18 – O fruto proibido é o mais apetecido

Texto Erótico|M18
Está um sol lindíssimo, acabei chegar de mais uma noite trabalho. Estes horários matam-me.
Fumo um último cigarro antes de cerrar cortinas e tentar dormir. O telemóvel toca, desconheço o número mas resolvo atender.
– Bom dia, quem fala?
– Olá mano emprestado, perdeste o meu número?
A voz soa-me tão familiar mas não chego lá!
– S…y a irmã do … do Nuno,
– Meu irmão de armas?! Claro que já sei. Perdoa-me. A última vez que falamos foi para me despedir de ti no aeroporto, na tua aventura pela AMI. Já faz agora uns seis anos!
– Sim eu sei. Precisava crescer. Quando acabei enfermagem ainda andava à procura de rumo, preciso de um favor?
– Conta, se eu puder!
– O mano ainda está em Angola.
-Sim eu sei. ele queria que eu o acompanhasse, mas a saúde dos meus velhos dificulta estas decisões. decidi ficar.
– Pois, ele contou -me. Tenho que ir à Lisboa e ficar uns dias. Posso ficar contigo?, Sempre poupava uns trocos?
– Claro que sim. Já sabes que a casa não é grande. Mas a maioria das vezes adormeço no sofá. Sem stress, quando chegas?
– Hoje pelas 21h pode ser?
– Ainda te lembras onde moro?
– Claro, como esquecer esse terraço e a vista do rio a entrar no mar.
– Ok, é que eu estou no turno da noite e não te posso ir buscar como merecias. Deixo-te a chave na porteira, dizes o teu nome e faz como se estivesses em casa, pode ser?
– Claro que sim. Até logo então.
E fui dormir que o corpo já pedia.
Adoro chegar a casa com o dia a nascer, entrei devagar e no silêncio possível para não a acordar. Deparo com um lindo corpo de mulher com a cara de adolescente que me lembrava. Adormeceu no meu sofá, completamente nua, cabelo com dezenas de tons de louro e castanhos, uma pele bronzeada e de aparência suave. Uns seios médios ainda a vencerem a força da gravidade, aspecto atlético, duas maravilhosas tatuagens, um tigre e um dragão, um em cada anca que se encontravam sobre a púbis.
Dei por mim excitado e a começar a ter uma erecção, bati-me imediatamente.
Chuveiro de água fria contigo, é irmã do teu melhor amigo pensei. Cobri-a com um lençol ao de leve para não acordar e segui para o banho.
Sai do banho renovado, fumo o meu último cigarro como é hábito a olhar o sol a nascer em todo o seu esplendor. Deito-me e adormeço. Um par de horas mais tarde, a sonhar pensava eu, 90% dos meus sonhos são eróticos e passo uma noite inteira com uma erecção.
Sinto a delicadeza de umas mãos pequenas no meu ventre, o hálito quente de uma boca sobre a minha glande, o beijo húmido e lascivo no meu freio circuncidado. Abro os olhos por reflexo, e que visão divinal, aquela boca ocupada no meu membro, a cobri-lo de saliva, a engoli-lo lentamente até onde conseguia. As suas mãos a percorrer o meu peito, aquele rabo empinado a reluzir, que tesão.
– Que fazes??? – Pergunto.
– Desculpa mas não sou de ferro, fui a casa de banho, já fiquei excitada quando passei para lá, quando regressei não resisti. Ele assim imponente a pedir o meu corpo.
– E o teu irmão?
– Já sou uma mulher adulta, não a miúda que meteste no avião para ver o mundo. Responde-me intercalando com afundanços naquela garganta quente.
– Queres que pare?
– Agora que estou neste estado?!, nem pensar.
Agarro-lhe pelo cabelo, puxo-a para mim, beijo-a intensamente, para mim o beijo têm que ter tesão. E, tinha, muita.
Virei-a comecei a lambê-la e beijá-la pelo pescoço, trabalhei cada seio duro e os mamilos até estarem bem erectos. Desci pela barriga, ventre, em jeito provocação desci até aos pés, subi pela zona interior das pernas até chegar àquele manjar. Decorei com a minha língua cada lábio daquela vagina apertada. Sorvi o clitóris até este crescer e enturvecer, fiz-la vir uma primeira.
Os espasmos e a viscosidade repentina não enganam, introduzi um dedo, contorce-se de prazer. Introduzo o segundo e o terceiro a custo estimulando o ponto G enquanto a minha boca absorvia cada gota. Enfiei-te a língua no ânus, soltas um grito. Adoro os gritos.
– Soltas um também? Quero senti-lo na minha boca.
Saio da cama, pego-a pela cintura, cabeça para baixo, pernas escancaradas para eu me lambuzar no teu sabor e o meu caralho ali a jeito para o abocanhares quanto conseguires.
Delícias-te com cada centímetro, a imagem reflectida nos espelhos do meu roupeiro enlouquece-me ainda mais. Perco o controle e venho-me naquela boca gulosa.
– Humm delícia! – dizes tu. Dá-me todo o teu leite.
Despejo até à última gota naqueles lábios carnudos e macios, inexplicavelmente não perco ardor. Continuo carregado de tesão e vontade, deito-a na cama, lambuzo-lhe a vagina novamente. Puxo-a para a beira da cama, coloco-lhe os pés nos meus ombros e a estudar cada reacção penetro-a vagarosamente, cada vez mais profundamente, devagar, depois três esticadas rápidas e profundas. Gemes cada vez mais alto, as tuas mãos alcançam as minhas ancas e puxam-me para dentro de ti, acelero à tua vontade. Paro de repente. Olhas-me com malícia.
– Cabrão fode-me!!!, Dá-mo todo.
Faço-te a vontade, vens-te em loucura, quase me rasgas os lençóis. Suspiras intensamente, empurras-me o peito, abocanhas-o de imediato, quero me saborear no teu pénis.
Que pica me dá está tesão de mulher. É a minha vez agora, ponho-te de quatro, passo a língua para aumentar a lubrificação, aponto a glande à tua púbis, enterro duma vez sem aviso. Gritas de prazer, enquanto pauso o ritmo, acaricio-te as costas até chegar ao teu cabelo, faço um enrolado com ele e, através dele controlo a velocidade e a penetração. Deliras, já mordes a almofada e me insultas.
Introduzo o polegar no teu rego, rejubilas, contorces-te no meu caralho como um jibóia a alimentar-se.
Não aguento mais e tu também não, vimos-nos em uníssono.
Que orgasmo maravilhoso. Caímos para o lado tentando sintonizar as nossas respirações.
Do nada desatámos a rir.
– Porque te ris? – pergunta ela.
– Porque nunca vou poder falar disto ao teu irmão. E tu do que te ris.
– É que em vez de uns dias, se puder ser, passava a uma semana ou duas. Tenho muitas ofertas de trabalho para avaliar, e muito atraso para tirar neste corpinho. Além de que essa nova erecção, diz-me que ele ainda não me deu a dose recomendada de leite hoje.
Com um sorriso só me vinha a cabeça, não devias….
Bastardo #69Letras

Regista o  teu cartão de cliente e obtém 10% de desconto em todas as tuas encomendas!

www.aubaci.com/69letras

Guardar