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I’m a creep, I’m a devil,

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I’m a creep,
I’m a devil,

But I’m the one who wants
to have you
The one that will reapy you
into peaces

Feel you tremble in my hands
See you beging to not stop.

Yes… I’m a creep
I’m your seanner
And you are my whor

I denied but I know that
you want it

Éden #69Letras

Huuummmmm que bom. Caímos na cama em silêncio e sem fôlego E voltamos a repetir.

 

 

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Era uma noite de inverno bem fria, nevava e quando saí de casa tinha o carro bloqueado. Chamei a polícia que não tardou em chegar. Quando o polícia saiu do jipe todo o frio passou e fiquei com um calor enorme…. Por volta dos 40 anos, alto (1,80 aproximadamente) corpo entroncado e definido. Moreno e com olhos verdes claros. Enquanto aguardávamos o reboque tirou os meus dados e contacto. Agradeci no final e desejei uma boa noite. Passaram uns dias e aquele polícia não saía da minha cabeça. Percorri várias ruas da cidade sem sorte.
Uns dias depois recebi uma mensagem a perguntar se precisava de um reboque. Sorri e vi logo quem poderia ser.
Após uns dias a trocar mensagens combinamos finalmente um café.
Foram umas horas agradáveis em que me decepcionei já que não senti qualquer tesão da parte dele. Fomos até aos carros e quando me ia despedir dele, agarrou me bem forte pela cintura e na cabeça e beijou-me. Um beijo que me deixou sem respiração e me derreteu por completo. Fomos para casa dele. Ao chegar encostou-me à parede e voltou a beijar-me, arrancou a minha camisola, meu sutiã, prendeu as minhas mãos com a sua por cima da minha cabeça enquanto com a outra apalpava o meu peito. Beijou e deu leves dentadas que me deixaram competente molhadinha de tesão. Virou-me contra a parede e sussurrou ao ouvido “mantém as mãos quietas se não castigo-te”. Assim fiz, arrancou as minhas calças e beijou, lambeu, chupou tanto enquanto metia também os dedos que me fez vir em pouco tempo. Levou me para a cama onde se sentou e me fez joelhar. Chupei tanto com tanta vontade que quase o fiz vir. Afastou me e atirou me na cama. Fodeu me de várias formas em várias posições e quando estava quase a vir tirava e fazia-me oral novamente, fez me vir novamente, várias vezes. Já quase sem força pos me de 4 e fodeu me o rabo enquanto me tocava. Vendo que eu estava quase a gozar outra vez desta vez acompanhou me. Huuummmmm que bom.
Caímos na cama em silêncio e sem fôlego
E voltamos a repetir.

Um conto de Arihanna

 

Não era para ser assim.

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Fotografia: Via Pinterest

 

Não era para ser assim.
Era para chegar e quando nos olhássemos sermos apenas a lembrança de um passado.
Era para ser um “olá tudo bem” “foi bom ver-te”, e não um abraço que nos fez tremer a alma, suar a pele, e querer que aquele reencontro se tornasse suspenso por toda a eternidade.
Não era para ser assim, porque tens outro alguém.
Mas aquele reencontro tão inocente, tão certo como dois bons amigos, se tornou no pecado que tão docemente errado nos levou a transpirar na pele um do outro.
Poderia ter sido um “ola tudo bem”, meramente carnal, mas não. O sentimento à muito deixado para trás veio reivindicar o direito de voltar a ser vivido e agora todos os dias erramos e alimentamos este nosso pecado.
E este pecado embora amargo para ela, para nós é a sobremesa que não resistimos a pedir, repetir devorar e consumar.

A Vizinha

Fui finalmente paz.

Fotorafia: Via Pinterest4e2d4da85a3ae49389196f9c5c6e09d4.jpg

Sobre aquela noite, apenas um titulo me vem à cabeça: ” eu e tu fomos água!”.

Na dança do nosso desejo deixamos de ser dois corpos para nos transformarmos na água que libertou a vontade à muito contida.
Fomos a água benta sob o olhar atento daquela igreja que lavou nossas peles e levou à purificação destas almas que ardiam de pecado um pelo outro.
Não fomos gotas de suor, fomos maré salgada que nos oleou a pele num vai e vem de corpos acessos que nem com o cansaço se apagaram.
Fui nascente e afluente fonte do néctar divino por ti extraído,
fui força dominante e fraqueza por ti dominada,
fui vida e luz no olhar…
fui finalmente paz.

Nutre-me com o pecado.

 

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Pecado.
O supra alimento que suja a minha alma mas que a sacode, faz rejubilar e rejuvenescer a menina que tem tanto de doce como de safada, e se tu te assustaste foi porque não leste as entrelinhas e se não as soubeste ler e achas que precisas de um manual de instruções é porque não nos pertenceMOS.
Este sangue vermelho que me corre nas veias não é constituído apenas por sonhos suaves e encantados. Dentro de mim bombeia sangue sujo sedento de pecado que queima e arde quando paro de pecar e é por isso que não posso parar pois é o meu alimento, a minha adrenalina, a minha cruz, o mártir que me seduz!
Trago pensamentos deliciosamente cheios de pureza e delicadeza mas sou essencialmente possuída por delírios mentais altamente tenebrosos e vontades escandalosas e é então que me visto de pecado e sigo rumo à perdição porque eu quero em mim sentir a pele abrir o sangue a escorrer e da boca do diabo que me possui, sussurros obscenos que atingem esta alma com a mesma poesia que uma canção de amor!

A Vizinha

Naquele dia estavas diferente, logo naquele dia!

 

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Fotografia: Via: Pinterest

Naquele dia estavas diferente, logo naquele dia!
Costumo chegar a casa e nem me vês chegar, duvido que até sintas o beijo de boa noite que te dou, mas tinhas de escolher aquele dia para me receber cheio de paixão!
Desde que entrei no carro que planeei chegar a casa ir diretamente para a casa de banho despir as roupas e tomar um banho rápido.
Mas naquele dia, tinhas de me ver chegar.
Evito o teu beijo mas encostas-me à parede, sussurras saudades e desejo, desculpo-me com um dia longo e agitado e com a urgência de um banho para relaxar, e é assim que te deixo.
Já no duche, sem conseguir compreender, porquê que hoje me vês, porque hoje me queres amar, logo hoje, quando nos outros dias, tudo tem maior interesse que eu… bolas! Não poderias estar tu a ver as series ou a jogar o jogo que quanto gostas?!
Entras no duche, beijas-me os ombros, ensaboas o meu corpo, desejas-me e queres entrar dentro de mim ‘aqui não‘ desculpo-me até sair do banho.
Saio antes de ti, visto o pijama mais grosso que encontro, escondo-me debaixo dos lençóis e a imagem de ti a lavar o meu corpo horas antes tocado por outro corpo, provoca-me náuseas. Entras na cama e antes que digas algo peço-te que me abraces e que naquela noite apenas repouses ao meu lado.