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Cada um tem o que merece?

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Dizem que cada um tem o que merece, e que a vida retribui o que damos…
Não entendo…
Não guardo nada… de tudo quero tão pouco, e do tão pouco tenho nada
Caminho a passos pequenos, pesados, num caminho que me escolheu e que não permite perder tempo
Um trilho caminhado, pela vida vencido que baralha o meu pensamento
O caminho de agora sem as delícias de outrora onde sigo a passo lento…
Lento… e tento, com todo o contentamento, viver os momentos, ainda que sem alento…
Mas que não passam de pequenos tormentos de uma voz cá dentro que sufoca de sentimento
~PensamentosDeAlexandra

Sabem quando algo que vocês querem muito mas mesmo muito de repente se proporciona na vossa vida?

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Pois é, estou a passar por isso em três áreas distintas da vida. Algo com que sonhei, batalhei, que a dada altura nem a saca rolhas consegui obter, finalmente veio até a mim .Encontro-me com aquele sentimento de que é tão bom que não pode ser verdade, que deve estar para cair um santo do altar ou que está para chegar uma tempestade devastadora depois destas semanas de sol! Não festejo estes acontecimentos, vejo-os a acontecer. Será isto sinal de maturidade quando olhamos para as coisas sem explosão e euforia? Ou será consequência de uma serie de desapontamentos e tentativas falhadas que nos faz passar pelas coisas sem uma alegria efusiva? Recordo-me de rejubilar com os acontecimentos, de lançar foguetes confetis e dançar, agora observo o caminho calada, um passo de cada vez e depois logo se vê. Não me sinto capaz de festejar. Um novo amor, um novo trabalho um novo sonho alcançado, parece que apenas aguardo pelo momento em que isso me será arrancado. Estarei eu a desperdiçar estes momentos ao vive-los como se realmente não me fossem tão importantes? Não estarei a ser ingrata perante os meus sonhos? Ou estarei simplesmente a preparar-me para o caso de se dar mais uma desilusão? Este texto não passa de um desabafo, das saudades que tenho do meu eu mais festivo, mais vivo e genuíno. Vejo-me muito calma, sem grandes alaridos, sem brilho… vejo-me adormecida. Será maturidade ou estarei simplesmente a deixar passar a alegria que poderia estar a sentir por ver os meus sonhos a realizar?

A Vizinha

Estava aqui a pensar em momentos perfeitos.

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Momentos perfeitos são os nossos.
O meu sorriso que tanto adoras, derrete-se só de os lembrar.
Olhares secretos apenas por uma fracção de segundo porque logo logo nasce no rosto o sorriso tonto de dois apaixonados. E depois rimo-nos!
Rimo-nos pela falta de descrição, pelo olhar envergonhado que se cruza, porque estamos felizes, porque o outro sorri porque o outro sorri. Lindo!
Momentos perfeitos são os beijos roubados em segredo, o calor que nasce no corpo e implora por mais roubos, beijos, mãos curiosas… mas o tempo é curto e nós desejamos-nos muito mais.
Momentos perfeitos surge logo que os nossos olhares se cruzam. O mundo pára, tudo deixa de ter relevância e eis que nasce novamente aquele sorriso que nos caracteriza… sorriso de felicidade!
Momentos perfeitos são os nossos, sem imposições e sem complicações.
O sentimento flui dentro de nós e pertence-Nos.
Pertencemo-Nos por inteiro. Por isso os nossos momentos são eternos!

Andemos devagar, com poucas pressas, porque amar é ser paciente, é ter calma quando agreste está o sentimento, é saber esperar sem ser ausente…

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Minha alma já detens, dela faz bom uso, sem recuso de parte certa que aquilo que me vais trazer nunca venha desaparecer. E na dúvida e na incerteza que nos assolará de certeza, que teu pensamento vagueie, e na imagem recolhida se passeie sem que medos ou incertezas nele caibam.
A ti me entrego de alma sim, porque de corpo essa veste que nos veste que serve de fotografia, não mais memória amplia que a que já existe neste dia.
Não faço promessas vãs ou palavras vazias, não faço dos outros que escrevem sobre o amor, como forma de paixão ou dor, mas sim dar o melhor que sei, tentar ser rei mesmo sendo vulgo peão nas formas do teu coração.
No passado tornado presente te disse, que quem de mim sente amor, eu serei mais abrangente, porque tenho receio de ti, como muitas vezes te disse, que por ciumes ou duvidas incertezas tenhas, na sinceridade que sempre te fiz ver e crer nunca tal palavra seja invocada em vão.
Andemos devagar, com poucas pressas, porque amar é ser paciente, é ter calma quando agreste está o sentimento, é saber esperar sem ser ausente, fazer ver que mesmo que não esteja, esteja presente.

O Inquilino

?A vizinha #69Letras