Mares nunca navegados, corações despedaçados.

Se soubesses quantas sedes passaram pelos meus lábios, Entre tanta milha percorrida, segundos passados A sede que sempre por ti tive e… se soubesses o quanto ela aumenta de dia para dia só presenciar essa língua a passar suavemente nesses lábios junto a esse tom moreno. Se eu soubesse o quanto, mas o quanto custa…

Vou te adorar – sempre!

Hoje acordei e percebi que te perdi. Pedi-te para não te afastares de mim… Mas mesmo assim conseguiste faze-lo. E por mais incrível que pareça, agradeço-te por isso. Fizeste-o de uma maneira tão suave e escondida, que nem dei por ela. Não senti dor, nem fiquei triste. Obrigada por te ter conhecido. Obrigada por me…

Não te largo de mim, por ninguém. Ou nós, ou nada.

  Este ano experimentei a dor de perder parte de mim, parte escondida e suprimida. Foi quando perdi o meu grande amor que soube que a minha felicidade me tinha sido levada! Dizem que o tenho de esquecer… Engano teu que o afirmas. Vou continuar a amá-lo pelos cantos das noites, nos meus passeios solitários…