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É Carnaval

É Carnaval.

Tempo de encarnar a pele de outras personagens

Hora de ser quem fantasiamos

Momento de vestir o fato dos nossos desejos.

É Carnaval.

E eu…

Eu quero que te fantasies de mim.

Veste a minha pele.

Encarna a minha personagem.

Sê o teu maior desejo.

Olha com o meu olhar.

O olhar inocente onde brilha uma chama de malícia que te entorpece os sentidos.

Sorri com o meu sorriso.

O sorriso sensual que se forma nos meus lábios vermelhos e se transforma na tua loucura.

Penteia os meus cabelos.

Os cabelos ruivos que puxas vigorosamente quando o prazer impera em nós.

Toca nos meus seios.

O seios delicados que percorres com a língua saboreando a pele que se arrepia a cada toque.

Agarra as minhas pernas.

As pernas suaves que te prendem num abraço na ânsia de tornar os nossos corpos num só.

Sente a minha musa sexual.

A musa rosada dos teus sonhos, que te faz vibrar e te elege rei do meu êxtase.

Sente o teu corpo embrenhar-se na minha essência.

Veste a minha pele.

Penetra no meu corpo.

Torna-te na tua fantasia.

Tu em mim e eu em ti.

Nós…um só.

É Carnaval.

E eu…

Eu não vou levar a mal.

#Fox 69 Letras® 26.02.2017

Viagens de prazer

Texto erótico | M18

São vinte e duas e cinquenta e seis. Temos ainda muitos km pela frente, mas vamos em silêncio. Ok, eu confesso que vou calada para reprimir tudo o que estou a sentir.
Tivemos uma discussão enorme antes de sair e eu estou amuada. Tenho esse direito! Mas o meu corpo não está e continua a desejar o homem que vai sentado ao meu lado a conduzir, como se o mundo fosse acabar amanha.
Quero-o tanto que às vezes nem consigo pensar direito!
Quero-o tanto que às vezes atiro as nossas chatices para trás das costas, só para o ter dentro de mim.
E esse desejo estava a pairar sobre mim. Vê-lo tão concentrado, com aqueles braços musculados a segurar firmemente o volante… Ah, já o imagino a agarrar-me assim. Já me sinto molhada! Merda!
Para de pensar! Para de pensar! Para de pensar!
Quem me dera conseguir… Olho-o pelo canto do olho, mordendo o lábio inferior. A vontade de lhe saltar para cima, já é maior do que a mágoa que eu sentia quando iniciámos a viagem.
– Quando puderes encosta. Estou um pouco mal disposta e preciso apanhar ar. – Pedi-lhe, olhando para as árvores que passavam diante dos meus olhos a alta velocidade. Não podia olhar para ele. Ele conhece bem o meu olhar sedento de sexo.
Parámos a poucos metros. Nada me disse. Saí do carro e fui, de facto, apanhar ar. Estava frio e era mesmo o que estava a precisar para arrefecer o meu interior. Encostei-me à traseira do carro e ali fiquei por uns bons pares de minutos.
Assim que achei que já estava fria o suficiente para terminar a viagem, decidi voltar.
– Está tudo bem? – Perguntou ele tentando não demonstrar qualquer sentimento.
– Sim. Podemos continuar.
E continuamos. E o meu desejo também continuou. Raios! Desisti de lutar contra ele, quando me cheguei para a ponta do banco e sem dizer qualquer palavra, lhe desapertei o botão das calças. Depois abri o fecho. Depois puxei os boxers para baixo e… Vi-o engolir em seco! Hum… Posso avançar!
Sem dizermos nada, arranjei forma de me baixar e de me dedicar àquele pedacinho dele que me leva à loucura tantas vezes. Quanto mais o ouvia praguejar e gemer mais vontade me dava de lhe roubar um orgasmo assim mesmo. E consegui, mas só depois de ele parar o carro.
Missão cumprida. Ajeitei o cabelo, limpei os lábios com as costas da mão e estava pronta para seguir viagem.
Ok, não não estava! Estava pronta era para  mais acção. E ele sabia disso… Mal consegui usufruir do meu triunfo alcançado minutos antes e já ele me estava a puxar para sair do carro e me sentar no banco de trás.
Ah, finalmente! Numa fracção de segundos, já havia roupa espalhada, palavras quentes trocadas, a boca dele nos meus seios, a mão dele a brincar com o meu clitóris, e eu a gemer. A implorar para ele me foder, sem dó nem piedade.
Só ele sabe como eu gosto de sexo sem romantismos à mistura. E o meu desejo era tão grande que em minutos, presa naqueles braços musculados, fui invadida pelo prazer no seu estado puro.
Uma e outra e outra vez….

#RaiodeSol 69Letras® 26.02.2017

Confissões Universitárias

Texto Erótico | M18

Sou a Maria tenho 28 anos, sou Professora e tenho uma confissão a fazer. Pequei ao mais alto nível, no meu ultimo dia de trabalho numa das universidades, onde fui substituir um colega doente.

Fez um mês que estava nesta Universidade e havia um aluno bem – como haverei de descrever? – excitante! numa das minhas turmas. Sou uma mulher com fartos seios e lábios carnudos e sei bem o efeito que provoco nos homens.  Vesti uma saia bem justa e uma blusa onde os meus seios com pouco esforço poderiam disparar para fora. Decidi que seria aquele dia em que comia o Pedro. É que ele excitava-me imenso durante as aulas, e visto o meu marido em casa não me satisfazer a bastante tempo, perdi-me. Eu já tinha ouvido algumas conversas entre ele e os seus amigos, portanto sabia que ele também o queria.

Na sexta-feira durante as aulas tentei arranjar maneira de o fazer ficar mais tempo na sala de aulas do que os outros alunos. Deu o toque de saída e todos os alunos se despediram de mim e agradeceram o bom trabalho que fiz. O Pedro veio em ultimo. Deu-me a mão para se despedir. Eu perguntei se ele tinha algum compromisso a seguir, e ele respondeu que não. Pedi para ele se sentar. De pé em frente a mesa dele verguei-me e com pouco esforço consegui que o botão da blusa saltasse. Os meus seios ficaram bem visíveis bem em frente a cara dele. Vi que a tesão dele aumentou. Pousei a minha mão por cima e comecei a acaricia-lo. Ele ficou confuso e começou a gaguejar. Mandei-o calar e desfrutar o momento. Foi ai que as suas mãos agarraram os meus seios e a sua boca começou a chupar os mamilos. A sua língua circulava em volta de um e depois no outro mamilo. Rapidamente abri-lhe a braguilha e o seu pénis bem grosso e comprido ficou a mostra. Mandei-o sentar na minha secretaria. Ajoelhando-me em frente a ele comecei a chupar. Senti que ele estava para se vir e parei. Ele ficou a olhar para mim com cara de decepção. Levantei a minha saia e sentei-me por cima dele. Lentamente começou a penetrar-me até ao êxtase. Mudamos varias vezes de posição até que lhe dei autorização para explodir na minha boca.

Levantei-me, limpei a cara e compus a minha roupa. Dei-lhe um beijo e sai da sala.

Pequei sim, mas foi tão bom!

***

Sou o Pedro, tenho 23 anos, sou estudante universitário e tenho uma confissão a fazer. Fodi a professora substituta e não me arrependo de nada!

 

Peregrinus #69Letras

Apenas hoje…

Texto Erótico|M18Hoje,

sinto-me sensual,

erotismo puro,

perversamente sexual…

Hoje,

vou sentar-te numa cadeira, em frente à minha,

sem roupa nenhuma,

nem no corpo nem na alma.

Hoje,

vou tirar a blusa,

vou tirar o soutien,

sempre sentada e de costas direitas.

Hoje ,

vou passar a língua pelos lábios,

vou tocar nos meus seios,

apertar os mamilos,

deixá-los escuros e salientes…

Hoje vou olhar-te nos olhos

enquanto me chego p’ra pontinha da cadeira,

de pernas bem afastadas

e os meus dedos se encaixam em mim…

Hoje…

vou levantar-me,

e sentar-me em ti,

possuir o teu membro e a tua alma.

Hoje…

vais chamar-me de tua puta,

vais gritar obscenidades

e não vou importar-me.

Hoje, apenas hoje…

The Oyster #69Letras

 

“… estás-te a babar toda!”

Texto Erótico|M18

Há uns meses atrás combinei ir beber um copo com alguns amigos meus. Fomos até a um bar e dai para um salão de jogos. Chegando ao salão reparei num homem esbelto. A cara dele não me era estranha, mas não me conseguia lembrar de onde o conhecia.

Os meus amigos decidiram ir jogar snooker… Eu sentei-me perto da mesa e fiquei a escrever para vos. Estávamos todos animados. Os que não estavam a jogar foram jogar as setas. Eu continuava ali sentada quando olhei para a mesa dos meus amigos e vi-o. Ele estava com o olhar fixo em mim e a falar para um dos meus amigos. Fiquei completamente parada no tempo. Aquele olhar penetrava-me alma e deixou-me com as pernas a tremer. Fiquei a olhar para ele, enquanto ele se preparava para uma partida contra os meus.

Eu estava tão enfeitiçada que já não dava fé das outras pessoas. E foi ai que ele se virou para mim e me começou a provocar. Sentia as minhas cuecas a molharem-se. Ele chamou-me para ir jogar com ele, mas eu negava dizendo que não sabia jogar. Ele pegou na minha mão e levou-me até a mesa dizendo que me ia ensinar. Deu-me o taco para as mãos. O toque de seus dedos na minha pele me deixou arrepiada. Chegou-se por trás de mim e encostou-se para também poder posicionar as suas mãos no taco. Senti de imediato o seu pénis a roçar no meu rabo. As minha pernas tremiam e as minhas cuecas já estavam encharcadas…

Com um movimento rápido ele largou o taco e fez me larga-lo também para me virar de frente para ele. Estávamos agora cara a cara e eu sentia a minha respiração a acelerar. Depois de me penetrar com aquele olhar misterioso e sedutor agarra-me pelo pescoço e beija-me com intensidade. Sinto a sua mão percorrer o meu corpo… Parando nas ancas também a sua outra mão percorre o meu corpo. A minha camisola desliza para cima deixando os meus fartos seios envoltos de um sutiã vermelho de renda aparecer. Ele para de me beijar e aprecia o que agora esta a vista. Com um olhar maroto desliza o seu polegar direito para dentro da copa e começa a fazer círculos a volta de um dos meus bicos e este fica rijo com aquele toque suave o que me faz soltar um gemido. A sua mão esquerda desliza para as minhas costas. Enquanto isso ele se encosta mais contra mim e eu sito a sua tesão enorme a fazer pressão contra a minha vulva inchada… O sutiã cai.

“Peregrinus! Peregrinus!”… “Ah?” Oiço alguém a chamar por mim. Viro-me e dou de caras com uma das minhas amigas. “Peregrinus, estás-te a babar toda.” Literalmente! Que vergonha. Saio dali a correr…

Peregrinus #69Letras

 


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DIFERENTE…

 

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Texto Erótico|M18Sinto a tua respiração no meu pescoço, faz-me arrepiar. Quando olhares, nos meus olhos, vais ler-me e saber o que eu quero, o que eu preciso neste momento, sem ter de te o dizer.

Passas os dedos pela tatuagem que liga ombro ao seio esquerdo e apertas-me com força, crescente, os mamilos, até eu me retrair com a dor. Não sei o que esperar de ti… Tenho medo, mas estou trémula de excitação e não vou recuar…

Não me tiras o soutien, nem a tanga. Empurras-me de encontro à parede de azulejos e fazes-me descer, ficar de joelhos. Com lentidão, as tuas calças, descem em direcção ao chão. Brincas com o teu membro e vais colocando-o nos meus lábios, num jogo do gato e do rato. Tremes quando a sua imensidão mergulha na minha boca e te recebo, com o vigor que impões.

O chão está gelado, quando me fazes deitar de barriga para baixo e de rabo arqueado. Vendas-me os olhos…

Perco-me na imensidão das sensações quando me tocas, quando os teus dedos entram em mim, de formas que nunca pensei ser possível. Abres-me, preparas-me para te receber e quando o fazes não és nada gentil, és possante, vigoroso. Fazes-me gritar e não consigo conter o meu corpo, os meus orgasmos.

Não sabia que era possível, ser assim, tão bom….

The Oyster #69Letras

Despida de mim.

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Texto Erótico|M18A casa está perfeita para te receber. No frigorífico tenho tudo : morangos, champagne francês ( dizem que é bom ), até chantilly comprei.

Tomei aquele banho e hidratei-me com óleo de jasmim, o meu favorito. Fiz depilação integral … nem um pêlo. Vê-se o princípio da minha intimidade. Será do teu agrado, eu estar assim, sem pêlos?

A luz, ténue, vai esconder a celulite, a flacidez, os peitos a ficarem descaídos. Será que me vou libertar dos meus preconceitos, de mim mesma, quando estiveres aqui?

Olho a minha imagem, reflectida no espelho: pernas gordas, rabo grande, cintura mais estreita, começo a pensar ligar-te a pedir que não venhas.

Os meus mamilos estão a despontar, com o frio. Não sei o que vestir… Esta insegurança corrói-me. Olho para a roupa e nada me agrada. Quero ser a mulher mais especial do mundo, esta noite, mas as imagens das capas de revistas, e das tuas amigas, boazonas, não se afastam da minha mente.

Volto para o espelho e percebo que a curva das minhas ancas é bonita, que os meus seios são de tamanho interessante, que os meus lábios são bem desenhados. “Ninguém é perfeito”, penso para mim mesma.

Visto um kimono de seda preta, sem nada por debaixo, no mesmo instante em que tocas à campainha. A ansiedade, a insegurança, desaparecem mal te abro a porta e me apertas nos teus braços sussurrando: ” Hoje és minha… “, e eu me deixo conduzir por ti, despida de mim.

The Oyster #69Letras