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Sala do Presidente

TEXTO ERÓTICO M|18  🔞🔞🔞🔞🔞🔞
Tarde de um Domingo solarento e enfiada em casa. Olho para agenda do telemóvel e começo a passar todos os nomes..
De repente o telemóvel toca e mando um pulo.
Do outro lado da linha, oiço a sua voz grave e grossa, que me fez arrepiar a espinha.
– Olá doce. Que estás a fazer doce? Queres ir dar um passeio?

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Confissões Universitárias

Texto Erótico | M18

Sou a Maria tenho 28 anos, sou Professora e tenho uma confissão a fazer. Pequei ao mais alto nível, no meu ultimo dia de trabalho numa das universidades, onde fui substituir um colega doente.

Fez um mês que estava nesta Universidade e havia um aluno bem – como haverei de descrever? – excitante! numa das minhas turmas. Sou uma mulher com fartos seios e lábios carnudos e sei bem o efeito que provoco nos homens.  Vesti uma saia bem justa e uma blusa onde os meus seios com pouco esforço poderiam disparar para fora. Decidi que seria aquele dia em que comia o Pedro. É que ele excitava-me imenso durante as aulas, e visto o meu marido em casa não me satisfazer a bastante tempo, perdi-me. Eu já tinha ouvido algumas conversas entre ele e os seus amigos, portanto sabia que ele também o queria.

Na sexta-feira durante as aulas tentei arranjar maneira de o fazer ficar mais tempo na sala de aulas do que os outros alunos. Deu o toque de saída e todos os alunos se despediram de mim e agradeceram o bom trabalho que fiz. O Pedro veio em ultimo. Deu-me a mão para se despedir. Eu perguntei se ele tinha algum compromisso a seguir, e ele respondeu que não. Pedi para ele se sentar. De pé em frente a mesa dele verguei-me e com pouco esforço consegui que o botão da blusa saltasse. Os meus seios ficaram bem visíveis bem em frente a cara dele. Vi que a tesão dele aumentou. Pousei a minha mão por cima e comecei a acaricia-lo. Ele ficou confuso e começou a gaguejar. Mandei-o calar e desfrutar o momento. Foi ai que as suas mãos agarraram os meus seios e a sua boca começou a chupar os mamilos. A sua língua circulava em volta de um e depois no outro mamilo. Rapidamente abri-lhe a braguilha e o seu pénis bem grosso e comprido ficou a mostra. Mandei-o sentar na minha secretaria. Ajoelhando-me em frente a ele comecei a chupar. Senti que ele estava para se vir e parei. Ele ficou a olhar para mim com cara de decepção. Levantei a minha saia e sentei-me por cima dele. Lentamente começou a penetrar-me até ao êxtase. Mudamos varias vezes de posição até que lhe dei autorização para explodir na minha boca.

Levantei-me, limpei a cara e compus a minha roupa. Dei-lhe um beijo e sai da sala.

Pequei sim, mas foi tão bom!

***

Sou o Pedro, tenho 23 anos, sou estudante universitário e tenho uma confissão a fazer. Fodi a professora substituta e não me arrependo de nada!

 

Peregrinus #69Letras

Amores desencontrados…

ELE anda cansado das baladas e dos casos furtivos sem sentimentos. Aprendeu a gostar da sua própria companhia, sem precisar estar num grupo de amigos todos os sábados. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno mas que traga um sabor doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua, que ele possa exibir os seus dons na cozinha e o seu conhecimento em vinhos, só para ela.
Quer uma mulher que ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da semana. Quer viver uma paixão tranqüila e turbulenta de desejos… quer ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “caçando” companhias vazias e encontros efêmeros. Quer deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto ela, de calção de algodão, com a minha T-Shirt e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá. Quer deitar na cama desejando que ela entre no quarto em lingerie de tirar o fôlego.
Quer guerra de travesseiros, até que o vencido vá á cozinha buscar água para saciar a sua sede. Quer o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quer provar que pode fazer essa mulher feliz!

ELA quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se magoar. Então percebeu que a vida de solteira já não faz tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno mas que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz. Quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos, as expectativas dos planos construídos, o grito de “golo” estremecendo a casa quando o equipa dele estiver a ganhar… a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer observá-lo sem camisa, a ler o jornal na varanda… quer reclamar da bagunça da casa de banho, rindo e gritando quando ele responde puxando-a para o chuveiro, completamente vestida.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo o brigadeiro da confeitaria que ela gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo… materializada nele.
Quer provar que pode fazer esse homem feliz!

ELES estão por aí… sonhando um com o outro… talvez ainda nem se conheçam… mas é só uma questão de tempo, até o destino unir essas vidas que se complementam e estão ávidas para amar e fazer o outro feliz.
Ou alguém duvida que o universo traz aquilo que desejamos?

Autor desconhecido

O Vizinho #69Letras

A bailarina

Texto Erótico|M18

A música pára e eu acabo na formação que tantas vezes repeti. Estou cansada. Dancei o dia para a competição de ballet. Pego nas minhas coisas e sigo para os banheiros. A roupa cai no chão. Ligo o chuveiro… A água está bem quente. Hum, que relaxante. Os meus olhos estão fechados e estou virada contra a parede. A água escorre pelo meu corpo abaixo. Sinto uma mão envolver o meu seio direito. O que é isto? Abro os olhos e tento virar-me, mas a mão que ainda agora envolvia um seio agora me agarra e puxa contra um corpo musculado. Sinto um pénis duro contra o meu rabo… Fico cheia de desejo. Ouço um sussurrar no meu ouvido. É o meu treinador! Com uma mão envolve o bico do seio esquerdo e com a mão direita desce até a minha vulva. “Hum. Estas bem molhada. Desejo-te desde o primeiro dia que entraste na minha sala.”, diz enquanto forma círculos no meu clitóris. Com uma mão agacha o meu peito enquanto agarra com a outra a minha anca. Enquanto me afasta as pernas diz: “Segura-te nas tuas pernas e relaxa.” Sem entender bem o que está acontecendo mas com um desejo enorme faço o que me disse. Sinto a ponta do seu pénis entrar na minha cona. Hummm. Ele sai e entra novamente. Fode-me é o meu único pensamento. Agarrando me bem nas ancas sai e desta vez penetra-me com força. Ainda bem que me segura, se não tinha caído para a frente. Com movimentos rápidos começa a penetrar-me bem fundo. Hum, estou a adorar. Sinto o pulsar dentro de mim e entro em êxtase. Um orgasmo profundo envolve o meu corpo assim como o dele. Depois de recuperamos o fôlego, ele sai de dentro de mim. E puxa-me para cima. Ainda de costas para ele, sussurra-me ao ouvido: “Quero repetir, mas não vai ser hoje. Isto nunca aconteceu.” Com um beijo no pescoço larga-me e desaparece. Ligo a água novamente e pergunto-me se isto terá realmente acontecido.

Peregrinus #69Letras

 

Sem ruídos.

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Fotografia: Via Pinterest

Não sei quais são os teus planos, mas depois do dia de hoje, não quero ruido, conversar, movimento, pensar ou gesticular, como tal revelo-te o meu plano: Abre as enormes janelas e deixa que o cheiro da marina invada a tua sala, coloca o lençol de seda prateado em cimo do tapete do centro, carrega no play e deixa que Kanon de Pachelbel encha a sala de cores melódicas, por fim, apaga as luzes… Toc-toc é o som que anuncia a minha chegada. Olha-me. Abraça-me. Guia-me até a sala, desce o fecho do vestido até ao fundo das costas, liberta os meus ombros do tecido e acompanha a queda com as mãos. Com a minha pele na seda prateada, despe-te e junta-te a mim. Sente a brisa que nos perfuma o corpo, perde-te nos violinos, violoncelos e violas que invadem o espaço…. Viaja até aos meus lábios e namora-me. Namora-me a noite toda, como se o tempo fossemos nós e aquele instante então, um momento interminável.

 

A Vizinha

Carta ao Pai Natal

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Querido Pai Natal,

Escrevo-te esta carta sentada debaixo da minha arvore de natal, as luzes piscam e as bolas vermelhas e douradas espelham as silhuetas do mobiliário disposto nesta sala silenciosa.
Esta é a primeira carta que te escrevo, nem sei por onde começar, mas sei que presenteias quem se portou bem durante o ano.

#GoodGirl or #ABadGirl ?

Querido Pai Natal, a verdade é que não sou um exemplo a seguir mas a boa notícia é que não sou mal comportada todos os dias…depende dos dias da luz que me toca ou da noite que me envolve. Não adianta esconder nada tu tens forma de saber estas coisas, tu sabes que sou uma pecadora, que padeço de tórridos pensamentos noite e dia numa louca obsessão por aquele que ocupa o meu coração, mas também sabes que não os cometo mas por isso poderei eu ser uma menina bem comportada?
Possivelmente não. Defraudo-me. Privo-me de sentir e ser feliz, fujo de quem é o meu sorriso, ao meu coração não dou alento e ao corpo alimento. Sou uma fraude, vivo de palavras e desejos reprimidos, sigo uma dieta rica em pensamentos e carente da verdade, os meus pés não se movem paralisados de medo, passa o tempo muda o ano mas o que sinto por ele não se modifica nem arrefece… ardo em lume brando sonhando pelo dia em que ele me tornará a levantar a fervura.
O mal que me faço é o mesmo em que ele vive, impedido de mim deambula de corpo em corpo insatisfeito em busca da luz com que o iluminei e encheu de inspiração…

Querido Pai Natal,
Atende este meu humilde pedido e dá-me coragem para ir em busca da felicidade que só os braços dele carrega.
Querido Pai Natal se fores à procura da carta que o meu amor te escreveu verás que os nossos desejos se casam.
Ajuda-me a ser corajosa e ser neste Natal o presente de alguém.

A Vizinha

Presente de Natal

 

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(Ao telefone)
Ela: Estás em casa?
Ele: Sim
Ela: Convida-me para subir
Ele: Vem

Ele abre-me a porta com aquele olhar de quem acabou de despertar de um belo sonho, deteto um leve sorriso naquele rosto sempre tão sério.
Como é que ele consegue andar de tronco nu com este frio da Escócia? Tatuagem nova, marca na pele onde ainda não deitei as mãos… Ele observa-me.
Na cabeça o vermelho do gorro de natal realça os meus longos cabelos loiros, nos pés uns fatais saltos da cor desta época festiva, no corpo uma longa gabardine de cor creme.
Empurro-o para o sofá entre as pernas dele coloco o meu pé, com a perna fletida a gabardine deixa adivinhar a liga nas minhas coxas.

– O que é que queres para o Natal? Perguntei-lhe
– Quero-te a ti!

Recuo para o meio da sala, desaperto os botões da gabardine, viro-lhe as costas e dispo-a levemente. Assim que me torno a virar para o encarar já ele está no meu encalço. Crava-me aquelas mãos no rabo e levanta-me, enrolo as pernas na sua cintura e rapidamente me joga contra a parede. Os meus dedos enlaçam nos seus cabelos, respiração com respiração, olhos com olhos beijamo-nos, um formigueiro percorre o meu corpo, a boca dele é quente e a barba roça nos meus lábios, já me tinha esquecido como é explosivo tê-lo em mim em como me torno fênix e renasço com na boca dele.
Num ápice estávamos na cama e todo o meu corpo enrodilhado no dele. Pela primeira vez deixou-me ser o comando do desejo, subjugou-se ao meu corpo sem impor a sua necessidade de controlo e então fui finalmente a mulher a quem ele se deixou render e sentada majestosamente em cima dele, com uma mão a apertar-lhe o pescoço fiz do seu sexo a musica do meu corpo, fi-lo sentir-me profundamente olhos nos olhos até todo o meu corpo se perder em orgásmicos espasmos.
De gorro de mãe natal ajoelhada no chão ele triunfou como triunfa orgulhosamente uma cereja no topo do bolo e foi minha boca o cálice do seu desejo.
Feliz Natal!

?A Vizinha