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Confissões Universitárias

Texto Erótico | M18

Sou a Maria tenho 28 anos, sou Professora e tenho uma confissão a fazer. Pequei ao mais alto nível, no meu ultimo dia de trabalho numa das universidades, onde fui substituir um colega doente.

Fez um mês que estava nesta Universidade e havia um aluno bem – como haverei de descrever? – excitante! numa das minhas turmas. Sou uma mulher com fartos seios e lábios carnudos e sei bem o efeito que provoco nos homens.  Vesti uma saia bem justa e uma blusa onde os meus seios com pouco esforço poderiam disparar para fora. Decidi que seria aquele dia em que comia o Pedro. É que ele excitava-me imenso durante as aulas, e visto o meu marido em casa não me satisfazer a bastante tempo, perdi-me. Eu já tinha ouvido algumas conversas entre ele e os seus amigos, portanto sabia que ele também o queria.

Na sexta-feira durante as aulas tentei arranjar maneira de o fazer ficar mais tempo na sala de aulas do que os outros alunos. Deu o toque de saída e todos os alunos se despediram de mim e agradeceram o bom trabalho que fiz. O Pedro veio em ultimo. Deu-me a mão para se despedir. Eu perguntei se ele tinha algum compromisso a seguir, e ele respondeu que não. Pedi para ele se sentar. De pé em frente a mesa dele verguei-me e com pouco esforço consegui que o botão da blusa saltasse. Os meus seios ficaram bem visíveis bem em frente a cara dele. Vi que a tesão dele aumentou. Pousei a minha mão por cima e comecei a acaricia-lo. Ele ficou confuso e começou a gaguejar. Mandei-o calar e desfrutar o momento. Foi ai que as suas mãos agarraram os meus seios e a sua boca começou a chupar os mamilos. A sua língua circulava em volta de um e depois no outro mamilo. Rapidamente abri-lhe a braguilha e o seu pénis bem grosso e comprido ficou a mostra. Mandei-o sentar na minha secretaria. Ajoelhando-me em frente a ele comecei a chupar. Senti que ele estava para se vir e parei. Ele ficou a olhar para mim com cara de decepção. Levantei a minha saia e sentei-me por cima dele. Lentamente começou a penetrar-me até ao êxtase. Mudamos varias vezes de posição até que lhe dei autorização para explodir na minha boca.

Levantei-me, limpei a cara e compus a minha roupa. Dei-lhe um beijo e sai da sala.

Pequei sim, mas foi tão bom!

***

Sou o Pedro, tenho 23 anos, sou estudante universitário e tenho uma confissão a fazer. Fodi a professora substituta e não me arrependo de nada!

 

Peregrinus #69Letras

A minha promessa

Um dia destes cumpro a promessa de te tentar fazer feliz, nestes dias de primavera em que as giestas despontam no meio do monte, sentamo-nos à sombra do carvalho e enquanto te desmancho a trança que te fiz, fico a ver te ler, nesse olhar de criança que tens admirando o sol primaveril que te beija a fronte. Um dia destes pego em tuas mãos e rego as de pétalas para sentires o cheiro, para sentires o que cheiro quando me debruço sobre ti e num sorriso aberto, mesmo em sol descoberto, fazes nascer um arco íris na água tépida do ribeiro, como teu corpo quente que em minhas mãos o teu percorre e o teu peito sente num braseiro. Um dia destes vou ficar ali, afastando te o cabelo da frente dos olhos, sentar me numa pedra e admirar esse teu solitário divagar, de olhos compenetrados, cheirar o lugar, abraçar todo o ar que te rodeia, afagar tua saia de folhos, flutuar em teu redor, sentir a tua vida e a tua cor e inspirar estes minutos amados. Um dia destes vou te ajeitar a relva, colocar uma toalha sobre ela, para que te sintas confortável, deitada de pernas arqueadas, livro sobre os joelhos a pousar, passar o meu braço sobre os teus ombros e beijar a tua boca perfeita e bela, e num vagar pousar te levemente, sobre a brisa corrente, e ali ficar a ver a tua saia a abanar. Um dia destes vou deixar o tempo cair, deixar de contar as horas no campanário da igreja, apagar do calendário as datas por mais importantes que sejam, e dedicar me a ti, só a ti, sem pensar na vida lá fora, nos sonhos e quimeras que austeras á vezes nos invadem sem que a vida se veja, na forma mais pura que é amar cada dia, na certeza de que o melhor ainda não vivi. Um dia destes vou carregar na minha boca o segredo do teu corpo num sabor a fruta exótica, perder me no teu meio, pairar qual gaivota, paira sobre o teu salgado mar bravio, saborear cada linha, cada traço, cada monte, cada pedaço, cada paisagem erótica, cada gruta perdida, ou caminho inexplorado como um explorador que quer conhecer de fio a pavio, todos os recantos belos que possuis, tatear como se de braille cego me ensinasses a leitura em que me sacio. Um dia destes vou me perder, talvez até nunca me voltar a encontrar, sem beira ou lugar, sem dia, estado ou recôndito beijar, beijar sem parar, saborear todo esse sabor que tens tão particular, aquecer me no sol que carregas dentro de teu ventre, rodeado de paredes de umidade quente e ali ficar, eternamente nesse prazer de poder apreciar o que de melhor tens, o sorriso no teu olhar. Um dia destes prometo te o céu em noite de lua cheia de mil estrelas debaixo de uma noite nua, sossegar a tua cabeça no meu colo, e sentir a linha da tua vida em que me enrolo na tua vontade mais lida, apertar te junto a meu peito, teu corpo no meu a fazer do meu o teu leito nesta vontade crua, que me consome a alma, me tira a calma, peito aberto em coração desperto e ser marcador que marca a tua página da vida.

 

Uma noite que nunca mais vou esquecer…

Texto Erótico|M18
Há uma noite que nunca mais vou esquecer… Era Verão, por volta da uma da manhã e estava imenso calor. Estava eu a passar na Rua Dr. Manuel Espírito Santo em frente a escola EB 2 e 3 de Luís António Verney quando avisto um casal no pátio da escola aos beijos… Só reparei neles porque não eram meros beijos, eles beijavam-se intensamente. Notava-se bem o desejo mútuo entre eles. Sem consciência do meu ato, escondi-me atrás de um dos arbustos e fiquei a velos. Vejo o homem encostar a mulher a parede e suas mãos deslizarem para um dos seios da mulher, com um movimento rápido sua blusa e sutiã desceram para sua cintura o que deixou a vista uns belos seios espetados. Aquele homem cheio de fome agarra num dos seios e começa a chupar. Vi aquela língua percorrer cada centímetro dela e desejava que fosse eu… Levei a mão esquerda aos seios e a direita a coxa. Como estava de vestido bastou-me deslizar à mão em direção a minha vulva e sentir o quão molhada já estava simplesmente vendo aquele casal se amar. Ele levantou a saia da mulher virou-a de costas para ele e desviando sua cueca penetrou-a bem fundo e forte. Ela deu um grito que se transformou num intenso gemido. Enquanto ele investia nela eu penetrava-me com dois dedos. Os meus movimentos estavam sincronizados com as investidas dele. Levei os dedos a boca para me saborear e penetrei-me novamente… As investidas começaram a ser mais rápidas e os três atingimos a êxtase ao mesmo tempo. Sem dar tempo para recuperar o fôlego apressei-me a recompor-me e a sair dali, para que ninguém me visse. Com passos rápidos encaminhei-me para casa do meu namorado e cheia de desejo passei uma noite intensa e prazerosa com ele.

Peregrinus #69Letras

Imagem: Taylor Hill by Miguel Reveriego