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Eu quero-te. Em caps lock com hífen e tudo!

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QUANDO QUEREMOS MUITO UMA COISA com muita força é normal que ela nos cause nervosismo e assim estou eu em relação a ti, a nós. Quero-te tanto que sou incapaz de sossegar com tanta desinquietude.

É…
O coração passou o dia todo com espasmos contra o meu corpo parecia ele que queria se escapulir e saltitar até ti. A noite foi mal dormida vi-me perdida num kamasutra de disposições e posições devido ás insônias. Onde estavam as ovelhas quando precisei delas para travar esta mente dramática incapaz de adormecer por estar a imaginar todos os possíveis e imaginários desfechos?
Tentei respirar fundo várias vezes e tentar relaxar…oh mas não consegui! Quanto mais me sentia na respiração mais te queria aqui a vivencia-la comigo.

Ai! Mas quando queremos mesmo muito uma coisa… como podemos nós olhar para ela com descontração? E se tu és mais um dos motivos que me fazem respirar com vigor como poderei eu não ter receio que algo corra menos bem? Não dá!
Hoje não fiz nada a não ser ver as preguiçosas das horas a passar e a aconselhar o meu podre coração a se acalmar, mas o teimoso não quis saber, fez-me sofrer o dia todo de antecipação.
Já não falta tudo e os sintomas desta inquietação começam a agravar. Tento a música para distrair mas não a oiço, as mãos suam e a minha barriga agita-se, não é fome nem vontade de ir à casa de banho, também não são borboletas, é este querer-te muito que já não se segura com tanta vontade!
Eu quero-te. Em caps lock com hífen e tudo!

Se ao menos conseguisses prometer que vai tudo correr bem…!

A Vizinha

A culpa é tua. Não tinhas nada de trazer esse vestido transparente

Texto Erótico|M18

“- Adoro as tuas transparências…
– Eu sempre fui transparente. Não gosto de iludir as pessoas.
– E nunca o fizeste mas hoje estás mais transparente que nunca.
– Gostas deste vestido?
– Adoro! Quando estavas a caminho da casa de banho o Engº Antunes parou no corredor e ficou de olhar lascivo e entesoado. E eu só não fiquei de boca aberta pois conheço bem cada curva do teu corpo, cada sinal, cada estria.
– A sério? Ai! Não trago mais este vestido! Ainda sou despedida por distrair os colegas.
– Ou então fazes com que eles sejam despedidos por assédio sexual. Bem me recordo da primeira vez que te abordei. Estava a tremer pois não sabia qual seria a tua reação, mas agora não estou nada arrependido.
– Ainda bem que vieste ter comigo, estava mortinha para te pôr as mãos!
– Hum… Se soubesses o que me apetece agora…
– Diz-me ao ouvido…
– Não. Logo depois do pessoal sair todo. Venho ter contigo… ok?
– Mal posso esperar… até logo!

Estonteante! Não há melhor adjetivo para classificar a colega do gabinete 6. No alto do seu 1,78mt, pele tom de café com leite com um brilho encantador, cabelo negro longo e encaracolado. Seus olhos são negros, tão belos, tão puros. E o Sorriso? É o mais belo, o mais perfeito, o mais lindo que vi. Não adianta ser bonita se não sabe sorrir! E o corpo? É melhor descrever enquanto o saboreio…

No final do dia subi ao piso 1, gabinete 6. De óculos e concentrada no último mail do dia, lá estava ela. Os últimos raios de sol entravam pela janela, iluminando-a. Fiquei à porta apreciando a forma como ela digita o texto, como se concentra de forma séria no ecrã do computador… Que pensamentos pecaminosos estes que me invadem a imaginação. Aproximo-me lentamente, desfazendo o nó a gravata e desabotoando a camisa. Passo o dedo indicador desde a mão até ao seu ombro, abrindo a mão e apanhando o seu longo cabelo. Com um elástico prendo-o, deixando ao descoberto o seu belo e cheiroso pescoço… Hum, que belo e intenso aroma é o seu. Com um beijo faço-a arrepiar e suspirar, e relaxadamente ela se encosta à cadeira. Tiro a gravata e faço dela uma venda, deixando-a assim com o coração aos saltos de expectativa.
“- Que me vais fazer?” pergunta-me.
“- Relaxa e aprecia…” respondo.
Com um beijo no pescoço faço-a libertar um longo e intenso gemido, descendo lentamente os lábios até ao ombro direito onde lhe retiro a alça do vestido, e com a mão esquerda a alça esquerda. Peço-lhe que se levante e o vestido cai. Como é bela e sedutora de conjunto de sutiã e cueca rendado branco na sua pele morena… Com um beijo doce envolve-me nos seus braços obrigando-me a encostar meu corpo ao seu. O calor do seu desejo e a doçura dos seus lábios deixa-me em completo tesão e vontade de a possuir ali mesmo, em cima da sua secretária. Habilmente abro o seu sutiã, deixando descobertos o seus belos seios e seus rijos e apetitosos mamilos. Enquanto a beijo vai me despindo a camisa e desapertando o cinto das calças, sentando-me de seguida na sua cadeira para me tirar a as calças juntamente com os boxers. De joelhos, debruça-se sobre a minha cintura e coloca todo o meu tesão na sua boca, fazendo-o desaparecer todo lá dentro, sugando-o… Deito a cabeça para trás gemendo. Um arrepio invade-me a espinha deixando os restantes sentidos completamente entorpecidos. Olha-me no olhos enquanto habilmente me chupa, o que me deixa ainda mais entesoado. Que delicia! Que mulher, que língua e boca mágicas! Contenho-me para não me vir no momento pois não o quero já. Debruço-me sobre ela e beijo-lhe suavemente, levantando-a para lhe retirar as cuecas. O odor da sua vagina invade-me as narinas, abrindo o apetite á minha boca. Com um abraço e um beijo longo invertemos os papeis, ficando eu de joelhos e ela sentada na cadeira. Uma perna para um lado, outra para o outro assim fica, toda aberta para mim esperando ansiosamente pela minha língua. Desde o joelho vou percorrendo um longo e extasiante caminho até ao interior das suas coxas, onde me espera uma linda e apetecível vulva, assim como um rijo clitóris. Desde a abertura da vagina até ao Monte de Vénus minha língua percorre vagarosa e prazerosamente, descendo até ao clitóris onde dispenso a atenção dos meus lábios e da minha língua… Com a mão direita subo seu corpo, desde o umbigo até á sua boca, passando pelos seus voluptuosos e perfeitos seios, acariciando seus mamilos e dando de seguida meu dedo para sua boca o chupar. Com dedo do meio da mão esquerda penetro-a, e enquanto lhe chupo clitóris, atinge um intenso orgasmo, sentindo-o a jorrar na minha boca, quente e saboroso… Pego-a pelos braços, beijando-a, e deito-a em cima da secretária. Retira a venda e diz-me:
“- Fode-me!”
De olhar fixo um no outro, intenso e lascivo, com as suas longas e perfeitas pernas enroladas a apertar-me contra si, obriga-me a uma deliciosa e profunda penetração.
“- Tão quente e húmida que és.
– Tão duro e gostoso que estás!”
Que delicia de mulher! Que maravilha de serão!
“- Fode-me por trás! Quero me vir contigo dessa forma!”
Rapidamente vira o seu belo, rijo e perfeito rabo para mim. Fecho-lhe as pernas, empino-lhe o rabo, deixando a sua bela “ameijoa” exposta para mim. Com a mão esquerda agarro-a pela cintura e penetro violentamente, deixando de seguida a marca da mão direita na sua nádega. Com estocadas certas e fortes, e puxando-a pelo seu rabo de cavalo, fodo-a mesmo ali, em cima da sua secretária, elevando-nos ao nosso belo, intenso e mutuo orgasmo!
“- A culpa é tua. Não tinhas nada de trazer esse vestido transparente.” – digo-lhe a recuperar a respiração.
“- Agora que sei que adoras vou o vestir mais vezes…” – diz-me ela com o seu olhar safado e tesudo.
“- Veste, já sabes o que te acontece de seguida…
– Um saboroso e intenso castigo…
– Gostas pouco gostas…”

 

O Vizinho #69Letras

 


A bailarina

Texto Erótico|M18

A música pára e eu acabo na formação que tantas vezes repeti. Estou cansada. Dancei o dia para a competição de ballet. Pego nas minhas coisas e sigo para os banheiros. A roupa cai no chão. Ligo o chuveiro… A água está bem quente. Hum, que relaxante. Os meus olhos estão fechados e estou virada contra a parede. A água escorre pelo meu corpo abaixo. Sinto uma mão envolver o meu seio direito. O que é isto? Abro os olhos e tento virar-me, mas a mão que ainda agora envolvia um seio agora me agarra e puxa contra um corpo musculado. Sinto um pénis duro contra o meu rabo… Fico cheia de desejo. Ouço um sussurrar no meu ouvido. É o meu treinador! Com uma mão envolve o bico do seio esquerdo e com a mão direita desce até a minha vulva. “Hum. Estas bem molhada. Desejo-te desde o primeiro dia que entraste na minha sala.”, diz enquanto forma círculos no meu clitóris. Com uma mão agacha o meu peito enquanto agarra com a outra a minha anca. Enquanto me afasta as pernas diz: “Segura-te nas tuas pernas e relaxa.” Sem entender bem o que está acontecendo mas com um desejo enorme faço o que me disse. Sinto a ponta do seu pénis entrar na minha cona. Hummm. Ele sai e entra novamente. Fode-me é o meu único pensamento. Agarrando me bem nas ancas sai e desta vez penetra-me com força. Ainda bem que me segura, se não tinha caído para a frente. Com movimentos rápidos começa a penetrar-me bem fundo. Hum, estou a adorar. Sinto o pulsar dentro de mim e entro em êxtase. Um orgasmo profundo envolve o meu corpo assim como o dele. Depois de recuperamos o fôlego, ele sai de dentro de mim. E puxa-me para cima. Ainda de costas para ele, sussurra-me ao ouvido: “Quero repetir, mas não vai ser hoje. Isto nunca aconteceu.” Com um beijo no pescoço larga-me e desaparece. Ligo a água novamente e pergunto-me se isto terá realmente acontecido.

Peregrinus #69Letras

 

E se coubesses num abraço ?

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E se coubesses num abraço ? Se coubesses encostada ao peito, junto ao coração arrancando um pedaço do que dele resta e ali ficasses na quebra da solidão ? E se te encolhesses entre meus braços ? E suspirasses numa paz que ao pensamento te livrasse de embaraços que a vida te traz ? E se sorrisses por estares bem ? Por te deixares ficar entretida nas minhas mãos num afago de vai vem que passeio pelo teu cabelo numa ternura sentida em que te trago ? E se fechasses os olhos e viajasses ? Para terras distantes e camas perto, sonhos que colasses em teu pensamento mais negro do qual te liberto ? E se te deixasses ficar ? Ali naquele gesto tão simples de te deixar, relaxar, suspirar fazer do dia a noite e do almoço o jantar ? E se não quisesses sair do meu lugar ? Que seria teu também o teu ocupar, sem tempo por saber o que é tempo de findar ? Se coubesses no meu abraço eu vivia para ti, para adormecer tambem em teu regaço e viver tambem para mim e assim pernoitar noite e dia por ali, até que o lusco fusco da vida tivesse fim.

O Inquilino