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Numa praia qualquer

Texto Erótico|M18

No quarto de hotel as coisas aqueceram, começou por me beijar a boca. Sugava os meu lábios, a minha língua… A boca dele preenchia a minha por completo. Estava um dia maravilhoso de praia, mas nos só queríamos acabar o que a tanto desejávamos. Ele foi deslizando com a boca para o meu pescoço e descendo para o meu peito. Puxou-me a camisola por cima da cabeça. Deslizou as suas mãos para dentro das copas do meu sutiã e endurecendo com o seu toque os meus mamilos, continuava por me beijar pelo peito fora. Senti um leve sopro e depois um sugar no mamilo direito. Aquilo me deixava louca de tesão. Tive de me deitar.

Já em cima da cama, puxou de uma vez os calções e o fato de banho. “Humm…”, dizia ele. Antes de se abocanhar entre as minhas pernas. Lambeu, sugou, soprou e penetrou-me com os dedos vezes sem conta. Já tinha perdido a conta dos meus orgasmos quando o seu telemóvel tocou. “Tenho de atender”, desculpou-se ele antes de se levantar e sair do quarto.

Ali estendida e exposta comecei por me sentir mal. Mal conhecia aquele homem, mas tinha tido mais prazer do que com qualquer outro antes. Ele entrou e disse-me que teria de ir me embora. Fiquei parva a olhar para ele. Ainda agora estava ele a lamber-me e agora mandava-me embora? Foi ai que veio a explicação chocante dele. “A minha namorada esta a chegar. Ela não te pode ver.” Em choque com o que tinha acabado de ouvir, levantei-me e vesti-me o mais rápido que pude. Estava a sair porta fora quando ele me puxou e me beijou uma ultima vez. “”Adorei e quero repetir.” Foram essas as ultimas palavras dele antes de eu sair.

Mas será que eu vou querer repetir? Ele namora… Mas eu adorei estar com ele. Bem, veremos como corem o resto das férias.

Peregrinus #69Letras

Fotógrafo: Helder Mendes Photography

Modelo: Sarah Schwarzenbach

I’m not feeling Gentle Tonight.

I’m not feeling Gentle Tonight.

Sentado na poltrona sinto-me agitado, impaciente e de olhar fixo em ti… A luz de presença do quarto permite-me deslumbrar as ténues e sensuais curvas do teu corpo, o leve tom de café com leite da tua pele saliva-me a boca, o brilho negro dos teus cabelos me seduz… Meu pensamento prende-me em ti, a ti e somente a ti, meu libido só deseja teu corpo e o teu prazer, minhas vontades só querem ser saciadas por ti e em ti.
Em cima dos lençóis de cetim enrolas-te e serpenteias teus desejos e fantasias, percorres-me com os olhos todo o teu desejo, deixando-me ainda mais desejoso.
Hoje não me sinto gentil, e muito menos amoroso num sentido de carinhos e de mimos suaves. Trouxe alguns dos teus brinquedos preferidos, e sei que ainda tens a chibata e a venda que deixei cá ficar na passada terça-feira, mas quero usar o meu cinto para te prender pois sei que adoras sentir o couro nos teus pulsos e nos teus tornozelos…
Levanto-me e levo a Ball Gag. Vens até junto de mim gatinhando e ronronando como uma gata com o cio, pedindo desesperadamente que te tome como meu objeto de luxuria e prazer…
“Senhor, use e abuse de mim!”
Nem imaginas como isso me satisfaz, sabendo “I not feeling Gentle Tonight….”

O Vizinho #69Letras

Conto – Parte 1

Começou com uma mensagem provocadora, conversas banais. Estando ele tão longe dela eram as mensagens que lhe restavam. Ela bem tentava ignorar o “bip” do telemóvel quando entrava uma mensagem. Mas ela não resistia em ver se tinha sido ele ou não. Assim que via, ter sido dele ela lutava consigo mesma para não abrir e ler o que ele escreveu. Essa “luta” não demorava muito. Ganhava sempre a tentação. Era um vai e vêm de mensagens quentes. Arrepios e as cuecinhas molhadas era uma reação constante lendo as palavras escritas por ele – Aquele homem tão seguro de si mesmo, tão mais velho que ela. Tão bom que já a tinha na palma da mão. – Passavam os dias a conversar sobre tudo um pouco.

Um dia ela ouve o som do seu telemóvel à tocar, sem ver quem era ela atendeu. Uma voz masculina, bonita – que lhe causou um arrepio imediato entre as pernas – cumprimenta-à. Era ele. Ela nunca tinha ouvido aquela voz tão sensual. Sem saber o que dizer ou fazer ela simplesmente sorriu. Passados alguns segundos ele pergunta se ela esta lá. Apercebendo que ainda não tinha dito nada ela cumprimenta-o. “O que estas a fazer neste preciso momento” pergunta ele. A resposta dela é quase imediata: “A vestir-me.” Ela ouve um curto gemido. “Muito bem. Despacha-te e sai para fora. Hoje não vais dormir em casa.” O mundo a volta para. Será que ouvi bem? – pensa ela. Como se ele lhe tivesse ouvido os pensamentos ele responde: “Sim ouviste bem. Estou a tua porta. Despacha-te.” Ele desliga. Incrédula ela fica olhando para o seu telemóvel. Passados alguns minutos ela começa a vestir o resto da roupa e olha-se no espelho. Calças rasgadas e um T-Shirt de andar em casa. Eu não posso sair assim – pensa ela. Estando calor na rua ela despe a roupa novamente e veste um vestido lindo que nunca usou por vergonha. É um vestido que lhe destaca as curvas sensuais. É provocador e encantador. Ficando a ver o seu reflexo no espelho ela começa a pensar se ele realmente estará à espera ou não. Passa um batom vermelho nos seus lábios carnudos e cheios. Puxando o elástico que lhe prendia o cabelo começa a cair o seu cabelo ondulado sobre seu rosto e costas. Ajeita um bocado o cabelo para trás. E sai do quarto com a sua bolsa. Calça umas belas sandálias e sai porta fora. Lá esta ele. Aquele homem tão seguro de si mesmo, tão mais velho que ela. O homem mais bonito que ela alguma vez viu. Sentindo suas pernas a tremer e suas cuecas a molhar ela segue em frente e para quando estão cara à cara. Tocando no rosto dela e puxando-a contra si ele beija os lábios dela que a tanto desejava. Com uma mão na sinta dela ele puxa-a ainda mais contra ele. Ele quer que ela sinta à tesão dele. À tesão que ela lhe causou no momento em que a viu. “Foda-se és tão bela.” Diz ele enquanto a beija. “Quero-te possuir aqui mesmo.”

…. continua..

Peregrinus #69Letras

Serei ninfo?

Texto Erótico|M18
Dentro do carro vamos em direção daquele Motel que tanto falas. O mar ficou para trás e o desejo aumentou. Adorava que me possuísses aqui mesmo dentro do carro mas tu preferes as quatro paredes. Chegamos. As minhas cuecas estão molhadas. Não aguento mais… Entramos no quarto, a porta fecha e eu já te agarrei. Meu desejo é enorme e até tu te assustas. A roupa cai no chão e tu deslizas para dentro de mim. Ahhh isto é tão bom. Mexo as minhas ancas por baixo de ti e tu entendendo a minha dica, começas a penetrar-me mais fundo e mais rápido. Tu já te vieste mas eu ainda não. “Não pares! Estou quase a vir.” A minha mão desliza para o meu clitóris e começa a ajudar a festa. “SIIIM” Sou envolvida num orgasmo intenso… Ah que isto é tão bom. Exausto deslizas para fora e vais para o duche. Eu sigo-te e começo a esfregar em ti. Sim meu querido, ainda não estou satisfeita. Um duche demorado com muitos beijos e apalpões a mistura. Sinto-me bem contigo mas continuo a não estar satisfeita. Quero-te aqui e agora! Tu sais do duche e secas o corpo, e eu pego na minha toalha e faço o mesmo. Deitas-te na cama. Humm é agora. Salto para cima de ti e começo a roçar a minhas partes íntimas nas tuas. O desejo aumenta, assim como o teu pénis gostoso. Subindo um pouco coloco-o dentro de mim e deixo-o entrar todo. Ah sim… É mesmo disto que preciso. Com movimentos lentos começo a mexer-me em cima de ti, enquanto tuas mãos já deslizaram para os meus seios. Coloco as minhas mãos por cima das tuas e aperto. É assim que gosto – a bruta! Eu começo a mexer com mais rapidez e atinjo um orgasmo intenso. Depois de recuperar o fôlego, desço de cima de ti e ponho-me de gatas. Cabeça na cama e rabo empinado para ti. “Fode-me!” O efeito é imediato. O teu pénis endurece e tu colocas-te por trás de mim, e sinto-te deslizar para dentro de mim enquanto desço a minha mão para o clitóris. Os nossos movimentos estão sintonizados. Uma mão na curva das minhas costas e outra no cabelo. “SIM” atinjo o orgasmo. Tu continuas a penetrar-me com força e acabo por atingir outro. “Ahhhhh, foda-se que isto é tão bom!” Sinto um dedo deslizar para dentro do meu rabo. Humm, adoro. “Vem-te dentro dele.” Tu esboças um sorriso enorme e colocas o teu magnífico pénis com cuidado dentro de mim. Com movimentos lentos começas a penetrar-me. A minha mão começa a mexer com a mesma intensidade. Os movimentos intensificam e aumentam a velocidade. “SIIIIIIIIM!” Atingimos os dois o êxtase ao mesmo tempo. Tu deixas-te cair para cima de mim, e ao fim de algum tempo sais de cima de mim, deitas-te, tapas-te e adormeces. Mas eu quero mais! Não podes dormir.
Serei ninfo ou simplesmente estou cheia de desejos por já não ter tido uma noite de prazer a muito tempo?

 

Substituis-me por um peluche

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O caminho para teu quarto não era mais distante, estava apenas a um simples beijo que te faria deslocar os pés do chão e saltar para meu colo, sussurras-te no meu ouvido para te levar até tua cama, assim fiz sem despegar meus lábios dos teus e as mãos das tuas nádegas já vincadas de meus dedos sedentos de percorrer cada centímetro de tua pele, despejei-te violentamente, este impulso levou-te a mordiscar o lábio, provocaste-me, desejaste-me, então primeiro apenas saboreando o sabor de tua pele até me perder em tuas virilhas degustando-te suavemente fui te fazendo perder o norte, tremeste, contorceste e mais gemeste, possuída por mim, penetrei alma e corpo. O desejo ficou de tal forma entranhado nesse teu quarto que apesar de me substituíres por um peluche, só a recordação de tal episódio te faz agarrar desenfreadamente o urso e masturbar-te física e mentalmente.

RiCCo #69Letras

Não quero luz. Quero escuridão.

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Fotografia: Via Pinterest

Pára de me inventar e materializa-te JÁ à minha frente.
Vem e derrete o meu sangue com os teus lábios quentes. Envolve o teu olhar no meu e encontra a paz na minha presença, assim como eu.
Dá-me a mão e leva-me contigo. (Não quero saber para onde, apenas leva-me), e mima-me eternamente com o teu toque no meu cabelo enquanto permaneço despida no teu peito.
Estes sintomas estão me a matar…
Não quero luz. Quero escuridão.
Não quero espaço. Quero um quarto.
Não quero ouvir a chuva. Quero o som do fogo a queimar.
Não quero um abraço, quero um amasso.
Não quero a paz de um amor. Quero a fúria do teu amor.
Não quero um corpo de anjo, quero o teu corpo de demônio. Esse corpo que tem a medida certa, para encaixar as minhas coxas torneadas em torno da tua cintura e empurrar-te o mais dentro de mim que possível.
Não te quero apenas na superfície da minha pele.
Quero que te fundas na minha pele pálida e a tinjas com a tua cor de verão.

 

Cátia Teixeira, Vizinha 69Letras® 26.02.2017

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Foi difícil adormecer esta noite, simplesmente não conseguia dormir… então abri a janela do meu quarto e, apesar da noite fria, o frio não se fez sentir na minha pele…
Olhei as estrelas e então eu me vi a ser a criança que sonhava em caminhar na Via Láctea, escrever poesia e cantar as canções que eu amava.
Como era fácil acreditar naquela época, que tudo era possível, bastando, para isso, fazer um desejo sob uma estrela cadente.
Eu ainda caminho na Via Láctea nos meus mais raros sonhos, escrevo e canto as músicas que eu amo … Agora eu só sonho de ser uma criança de novo …
Esperei até o sol raiar.pela estrela cadente para que o meu desejo de ti se realizasse…
Esta noite não houve estrelas cadentes
~PensamentosDeAlexandra