És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha! És minha!

  NÃO, NÃO SOU! Deixei de o ser no momento em que comecei a reagir e te deixei para trás. Hoje sou minha e de quem conquistou o meu coração e o rega todos os dias. E tu, que deverias estar num sono eterno, vens feito assombração como se ainda tivesses algum domínio sobre mim…

Vamos aproveitar… abraça-me forte!

Fotografia: Jürgen Vollmer – Paris, 1960   Aproveita esta noite e ouve o quão alto fala o meu coração, mas não uses os ouvidos não, porque ser-te-á tudo revelado num beijo. Vamos sentar-nos frente a frente, olhos nos olhos, mãos com mãos, corpo com corpo, lábios nos lábios e amar-nos sem medo de nos perdermos amanhã….