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Serei sempre o teu poiso

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Serei sempre o teu poiso , porque gosto , porque quero , porque me apetece , não porque te Ame , apenas porque o molde já ficou em mim e por isso te deixo poisar sempre que estiveres cansado de voar .

Raven

Escadaria da vida

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Na escadaria da vida apressada, abriste a janela com lentidão,mais rápido fechaste em tua morada, as forças ocultas do teu coração. E num lugar sem alma e onde figura o vazio, apenas num quarto o sol existia, onde outrora existia um desafio, agora o diabo na alma assobia, e mesmo onde os lugares são nada, mas do nada se pensa imenso, num corpo calendarizado horas a fio, em que mais vontade o orgasmo adia, dança o diabo gozando com a fada, rindo do seu cheiro a incenso. Sim, já podes abrir a janela de par em par, não mais voltas ao meu pensamento, mesmo sendo tu fada rainha do lar, eu serei sempre o diabo do teu tormento.

O Inquilino

O que é que fizeste?

Artista: Mark Horst
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Que silêncio insuportável é este, que antes era reconfortante e agora deixa-me inquieta?
Que silêncio é este que tem o teu nome a rugir no meu peito?
Peço-lhe para parar mas ainda grita mais alto.
Preciso de barulho, vou procurar ruído e abafar o teu nome dentro de mim…

O velho dia se foi… novo diachegou

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Mais um dia que passou,
Mais um dia que o sol se pôs,
E a esta rotina junto outro evento.
Hoje foi mais um dia em que só pensei em ti.

Não sei o que quero de ti.

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Não sei o que quero de ti.
Talvez queira o mesmo que tu, mas afinal o que queres tu de mim?
Provavelmente queremos tudo e com um pouco de sorte venhamos a ter nada.
Apenas sei que basta o teu olhar para os preliminares começarem…
O que sentes quando eu te olho?
O teu olhar despe-me, aumenta a temperatura do corpo e faz-me querer pecar contigo em mil e uma formas diferentes. A tua voz acompanhada pela dança dos teus lábios faz-me engolir em seco e querer-te com a máxima urgência a gemer aos meus ouvidos, e ainda não me tocaste.
É bom que, quando nos descubramos tu, deixes de me atrair, porque desconfio seres a tentação que me poderá levar ao purgatório e condenar-me só às memórias.
Por isso, quanto ao teu toque só posso esperar que as tuas mãos não falem a linguagem do meu corpo e que o teu beijo não me trespasse e apenas o sinta nos lábios… para que quando voltares a questionar, o que quero de ti, possa responder ‘Nada’.