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Pedaços.

Pedaços.

Pedaços de mim.

Do meu corpo.

Nu!

Pedaços simples de homem.

Nu!

Pedaços sem defeito.

Pedaços transformados enquanto me visto.

Pedaço de uma renda.

Pedaços de menina e mulher.

O corpo ganha vida.

Pedaços de originalidade.

Pedaços de mim

Pedaços de mim para mim

©Eu Manoel 2017 #69Letras

Em mim… apenas tu estás.

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Desde que o cupido me acertou que não penso em mais nada a não ser em ti.
Nada mais me interessa excepto tu.
Apenas quero saber de ti,
de ti que me encantas com o teu sorriso de galã,
de ti que me cativas com o teu olhar de avelã,
de ti que me entonteces com esse charme subtil mas provocador.
Não quero saber do tempo, se chove ou se está frio,
muito menos me interessa saber do malabarismo politico!
A mim apenas me interessa se o teu olhar é feliz e se o teu sorriso é sincero.
Tudo o que tem a ver contigo interessa-me. O que não tem, não quero saber.
No meu peito, há espaço para ti, para os teus ‘q’s, para os teus sonhos, para os teus dias menos bons, para tudo o que diz respeito a ti.
Tudo o resto, não tem lugar em mim.
Em mim… apenas tu estás.
Tu.

Gosto de escrever e de me inventar no papel.

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O que sou, quem sou, poucos o sabem e confesso nem eu mesma o saber.
O que sei, é que dentro de mim existe um mundo ilimitado de personalidades e de quereres.
Não sei o que quero ou quem sou.
Enquanto não o sei, sou tudo o que escrevo e tenho tudo o que invento.
Quando me apetece, posso ser uma mulher apaixonada. Esta mulher é amável, atenciosa, presente, prepara pic-nics, veste cores claras e acredita no amor para toda a vida. Ela espera pacientemente pela chegada do seu principe, e até posso imaginar esse momento. Ele surge diante de si entre a multidão a sorrir como se ela fosse o tesouro mais raro do mundo, e num abraço ela tem a certeza que é o seu mais que tudo.
Outras vezes,
Posso ser uma conquistadora mortal, onde a minha mente instiga e prende, e no meu corpo corre o sangue de Vênus que leva à loucura os homens que tropeçam nos meus saltos. Esta mulher sente cada noite de paixão que vive. Noites de verão eternas na memória de quem esbarra com ela.
Quando escrevo, tanto um amor para toda a vida ou noites num quarto de hotel enchem-me o peito.
A liberdade que a minha caneta me dá é momentânea, mas enquanto não me descubro, esta realidade traz brilho ao meu olhar.
O que eu hoje não sei de mim, descobrirei, amanhã.
Até lá,
Vivo o que escrevo. Risco e apago o que escrevo. Escrevo e vivo. Vivo e apago ou risco por cima.
A liberdade deste corpo e desta mente pertence-Me e os rabiscos da minha vida são o alimento de tudo o que escrevo.