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Medos

Quantas vezes nos acobardamos de fazer ou realizar o que gostamos, por medo.

Quantas foram as vezes que te perguntaste E se…

Quantas vezes sonhaste o que poderias mudar, mas ficou sempre tudo por um sonho….

Porque temos sempre medo de avançar para o desconhecido

Porque o nosso maior medo está na nossa mente,
nas desilusões que tivemos, nos fracassos, nas tristezas.

Dizemos sempre que todas as pedras que se atravessam no nosso caminho, nos fortalecem.

Será?
E as mazelas que o percurso nos deixou, adormecidas não esquecidas no nosso subconsciente.

Quando a tua vida balança, vem tudo à tona.
O teu coração e mente viajam a milhas para uma solução.

Mais uma vez, o que fazes?
Ganhas forças para recuperar o que tens medo de perder

Medo… Medo…
É tudo que sabemos sentir quando os nossos muros se desmoronam.

Só pensamos nas perdas e as conquistas?
Também não teremos de ter medo de as perder?

©Lola #69Letras

“E o TEMPO que se vai..”

Tempo!!!

Quem me conhece bem sabe que o tempo nunca foi algo pelo qual me regi.

Não me deixo controlar pelo tempo.

O tempo de responder a algo como um email ou um sms, o tempo de me encontrar com alguém ou mesmo o tempo para fazer algo que teria marcado.

Não gosto.

Não sou cumpridor de tempo mas, de forma distraída e relaxada.

Não o faço propositadamente mas, infelizmente, o tempo tem começado a derrotar-me aos poucos.

Não que eu me comece a reger por ele mas, sim porque ele passa sobre todos nós e nos modifica.

Hoje, na casa dos 30 sofro de medos causados pelo tempo, que nunca sofri antes.

Medo que o tempo leve minha família, medo que o tempo um dia me leve de ti, medo que o tempo me leve tudo e que eu não consiga cumprir tudo a que me propus cumprir na vida.

Medo que os meus pais nunca venham a saber o quanto os amo, antes que o tempo os leve, medo que não te apercebas o quanto preciso de ti para viver, antes que o tempo me leve de ti.

O tempo infelizmente não pára e tantas vezes eu gostaria de o congelar e ficar a olhar os que mais amo e preservá-los ao máximo, num tempo sem fim.

Aprendi a viver com o tempo que tenho e o que me resta, com as suas horas, minutos e segundos.

Aprendi a saborear cada momento destes meus dias e tentar desfrutar ao máximo como se os vivesse em câmara lenta.

O tempo, esse, um dia me levará de vez, para junto dos que amo e que o tempo já levou mas, até lá vou aproveitar cada segundo junto a ti e aos nossos e nunca me descurarei de tentar mostrar o quantos vos amo.

#Anonimo #69Letras

 


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Quem é este estranho que nada sei mas quero de volta?

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Esperei uma eternidade por aquele estranho como quem espera pelo fim de semana e quando finalmente chegou os relógios acordaram para o levarem junto com o tempo.
Já que te foste podias ter levado as nossas memórias também contigo ao invés de me deixares neste purgatório sem a tua pele, mas contigo a assombrares a minha mente e a invadires as vontades do meu corpo.
Quem é este homem que nunca quis saber que medos carrego?
Quem é este homem que desprezou a mulher delicada que sou, e me agarrou pelos cabelos e trouxe a chama ao meu olhar?
Nunca tive tanta força dentro de mim, como quando estava contigo. A minha mente era livre de violar e provocar o caos, o meu corpo descobri ser pequeno para tanto prazer e frágil para tanta perversão. Ah mas esta fragilidade deixou-me ainda mais louca e insaciável por desejo devasso.
Quem é este estranho que do sobrenome nada sei, nem de onde veio ou onde nasceu?
Deste estranho apenas conheço o olhar vazio com que acelerava a minha pulsação sempre que me olhava, decorei também aqueles lábios esfomeados de pecado, o meu olfacto absorveu o cheiro a animal selvagem e vadio que me atordoava os sentidos, e o meu corpo memorizou o tamanho daquelas mãos vis.
Ah, a forma como aquele estranho apertava o meu pescoço contra a parede num beijo sem espaço para fôlego é de perder a força nas pernas…
Quem é este estranho que nada sei mas quero de volta?

Andemos devagar, com poucas pressas, porque amar é ser paciente, é ter calma quando agreste está o sentimento, é saber esperar sem ser ausente…

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Minha alma já detens, dela faz bom uso, sem recuso de parte certa que aquilo que me vais trazer nunca venha desaparecer. E na dúvida e na incerteza que nos assolará de certeza, que teu pensamento vagueie, e na imagem recolhida se passeie sem que medos ou incertezas nele caibam.
A ti me entrego de alma sim, porque de corpo essa veste que nos veste que serve de fotografia, não mais memória amplia que a que já existe neste dia.
Não faço promessas vãs ou palavras vazias, não faço dos outros que escrevem sobre o amor, como forma de paixão ou dor, mas sim dar o melhor que sei, tentar ser rei mesmo sendo vulgo peão nas formas do teu coração.
No passado tornado presente te disse, que quem de mim sente amor, eu serei mais abrangente, porque tenho receio de ti, como muitas vezes te disse, que por ciumes ou duvidas incertezas tenhas, na sinceridade que sempre te fiz ver e crer nunca tal palavra seja invocada em vão.
Andemos devagar, com poucas pressas, porque amar é ser paciente, é ter calma quando agreste está o sentimento, é saber esperar sem ser ausente, fazer ver que mesmo que não esteja, esteja presente.

O Inquilino

?A vizinha #69Letras