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Confissão

Para Leitores M18

Olá sou a Lena, tenho 32 anos e tenho algo a confessar. Matei um homem. Sim, leste bem, matei-o. Mas foi em defesa pessoal. Apesar de não ser minha culpa, nunca falei com ninguém sobre isto.

Faz hoje um ano. Estou no Facebook a ver o meu feed, quando recebo uma mensagem de um Homem bem atraente. Ele pede desculpa por me estar a contactar desta forma e apresenta-se. Normalmente não ligo muito a estas mensagens de estranhos, mas algo nele me intriga. Respondo-lhe. Não demora muito até me fazer um pedido de amizade e eu aceitar. Ele é charmoso e muito educado. Falamos horas e horas sobre tudo e nada. Trocamos os nossos números e começamos a falar por telefone. A voz dele é excitante. Passo os dias a pensar nele. Finalmente – pensava eu naquele momento, sem imaginar o que vinha a seguir – ele convidou-me para jantar em casa dele e vermos um filme de terror. Sim de terror. É algo que temos em comum. Ambos gostamos de filmes de terror – apesar de que os filmes de terror dele, não eram bem o meu género de terror. Eram bem piores! Fui ter a casa dele como combinado. Chego as 19.00 horas. Abre-me a porta e deixa-me entrar. O apartamento dele esta muito bem arranjado. Bem demais. Parece saído de um comercial.

Na altura não pensei que fosse estranho, mas agora pensando nisso devia ter ficado alertada.

Da cozinha vem um cheiro bem agradável. Depois de me ajudar a tirar o casaco e arrumar junto com a minha mala conduz-me até a sala de jantar. Esta tudo tão romântico. Estou nas nuvens. Toalha de mesa vermelha, louça de porcelana – carissima –, a sala esta somente iluminada por velas e pelo chão estão espalhadas pétalas de rosas. Puxa-me uma das cadeiras para trás e indica-me com a mão que me sente. Depois pega num dos copos e uma garrafa de vinho já aberta e enche o copo. “É Vinho tinto caseiro. “ – diz ele enquanto me estende o copo. Pega no outro, e enche-o também. Levanta o copo e diz: “A nossa.” Provo o vinho. Tem um sabor um pouco esquisito e é grosso. Mas como não o quero decepcionar logo no primeiro encontro, sorriu e digo que é bom.

Mal eu sabia que aquilo afinal de vinho não tinha nada.

Ele desculpa-se e vai em direção a cozinha. Pouco depois chega com uma travessa na mão. É o jantar. Cheira muito bem. Parece assado, mas depois de provar sei que não é assado de porco. Não consigo dizer que tipo de carne é, mas esta delicioso.

Pensando nisso agora, e sabendo que tipo de carne era, ainda tenho de vomitar.

Digo-lhe o quão bom esta e com um sorriso ele agradece. Passamos o jantar inteiro a conversar sobre a minha vida. Ele quer saber se contei sobre nos a minha família ou amigas e se alguém sabe onde estou neste momento. Nego e conto que só disse a uma amiga que ia sair, mas que não entrei em detalhes. Ele sorri.

Não pensei nada sobre o interrogatório na altura, mas agora percebo que queria saber se alguém poderia dar pela minha falta.

Acabamos de jantar e ele conduz-me até a sala. Liga a televisão e antes de começar o filme, conta-me que é um dos seus preferidos. Diz-me também que tem vários daquele tipo e que se me portar bem mos mostrava. PLAY. O filme começa.

A única coisa que se vê é um quarto mal iluminado com uma cama no meio. De repente aparece uma pessoa – parece um homem – com uma mascara que parece ser feita de pele humana, no quarto e na mão esquerda arrasta uma mulher pelos cabelos até a cama. A mulher não para de gritar. O homem pega nela e ata a as mãos dela a cama. Ela esta de barriga para baixo e nua.

Só naquele momento é que tinha reparado nesse pormenor.

O homem baixa as calças e começa a penetrar o rabo da mulher. Agora sentindo de novo dor a mulher grita. Ouço um tipo de ganir satisfeito do homem. Parece que o facto da mulher estar a gritar o excita ainda mais. Depois de acabar ele puxa as calças para cima e tira algo do bolso. Não consigo perceber o que é ate ver sangue a sair da goela daquela pobre mulher. É uma navalha. O homem sai do quarto e o filme acaba.

Confusa fico a olhar para a televisão e só depois de alguns segundos dou conta que ele esta a olhar para mim com um sorriso de uma orelha a outra. “Então gostaste?”, pergunta ainda a sorrir. Sem entender bem o que acabo de ver simplesmente sorri o.  Pergunto se aquilo é um filme snuff e a única resposta dele é: “Quem sabe…”

Ele vira-se novamente para mim e beija-me. É um beijo intenso. Nunca antes senti algo assim. Rapidamente me fazer esquecer a porcaria do filme e eu finalmente consigo me deixar levar por completo por aquele momento. Reparando o quão excitado ele esta paro e passo a minha mão por cima. Ele esboça um sorriso: “E diz, já vamos tratar disso.” Ele da-me um copo de vinho e manda-me beber. “Vais precisar de liquido, para o que vem a seguir.”, diz-me. Eu dou um golo e pouso o copo. De repente começo a sentir-me zonza. Os meus olhos fecham. A única coisa que me lembro a seguir é de acordar com uma dor de cabeça enorme e sentir alguém a tirar-me a roupa. Ainda estou sonambular e por isso não me consigo mexer. Abro os olhos e vejo-o a por a mascara. Ele vira-se de costas para mim e com a adrenalina e o medo que me alojam agora olho em meu redor e pego na navalha pousada em cima das suas calças. Deito-me novamente e tento esconder o melhor que consigo a navalha na minha mão, visto estar nua. Ele vira-se novamente para mim, veste as calças e dobra-se sobre mim. “Muito bem minha querida. Já acordas te.”, diz ele. Aproveitando a oportunidade espeto a navalha no peito dele. Consigo ver os olhos dele abrirem-se incredulos e pouco depois o corpo dele cai sobre mim. Empuro-o para o chão, levanto-me e pego nas minhas coisas todas e saio a correr do apartamento. Só depois de entrar no meu carro lembro-me de que estou nua e visto-me.

Tenho lido os jornais todos os dias a ver se vejo alguma noticia sobre ele, mas nada. Ou ele não morreu ou ainda não descobriram o corpo dele.

Agora sei que não morreu. Estou a escrever esta confissão, porque sei que não sobreviver esta noite. O dia todo tenho visto a cara dele em vários sítios. Consigo pressentir. Restam-me poucas horas. Se isto vier a publico é porque morri. É porque afinal não consegui matar o J

 

Peregrinus #69Letras

Nunca mais te vi desde esse dia…

Texto Erótico|M18
Foi a mais ou menos quatro anos numa das ultimas noites de calor que estivemos juntos pela ultima vez. Eu estava tão apaixonada por ti… Por que raio? Hoje penso em ti e sinceramente só sinto repulsa. Mas bom… Naquela altura era a ti que te queria. Foi uma noite arriscada mas que me ficara na memoria. Lembras-te?
Estávamos naquele bar perto do centro comercial. Já não estávamos juntos, até porque me trocaste por outra. Mesmo assim continuava a provocar-te da melhor maneira que sabia. E tu adoravas cada instante. Amavas a minha boca, os meus lábios carnudos e a minha língua… Com o olhar fixo em ti e ignorando os nossos amigos a volta, passava a minha língua pelos meus lábios com movimentos bem lentos. Dava-me um imenso gozo ver-te a remexeres-te na tua cadeira. Passava os meus dedos disfarçadamente com os teus olhos fixos em cada movimento que eu fazia. A tua tesão crescia e tu nada podias fazer.
Começaste a enviar-me mensagens e mandaste-me ir ter ao teu carro. Desculpei-me dos outros a dizer que tinha de fazer um telefonema. Pouco depois vieste também tu. Encostaste-me de costas voltadas para ti contra o carro e fizeste pressão contra o meu rabo para sentir essa tua tesão enorme. Sussurraste-me ao ouvido que me ias castigar e mandas-te me entrar no carro. Com o meu olhar de desafiadora disse que não. Com uma mão agarraste-me no braço e com a outra abriste a porta do carro. Empurraste-me para dentro. Entras-te também, ligaste o carro e não falamos mais uma palavra. Só paraste quando chegamos a zona industrial que ficava la perto. Estacionaste entre uns camiões e saíste do carro. Abriste a minha porta e eu saí para fora. Queria-te perguntar o que fazíamos ali, mas nem me deste tempo de dizer um ui.
Agarraste-me pelo cabelo e beijaste-me com uma intensidade que nunca antes tinhas feito. A tua tesão roçava em mim. Levei as minhas mãos ao botão das tuas calças e abri-as. Puxei as calças e os boxers para baixo e senti o teu pénis a saltar erecto contra as minhas mãos. Comecei a massaja-lo lentamente, soltas-te um gemido. Olhaste para mim sem dizer uma palavra. Quem falou foi o teu olhar. Suplicavas-me para te saborear com a minha boca. Desci e ajoelhei-me em frente a ti. Passei a minha língua na ponta e vi o prazer nos teus olhos. Massajando com as mãos e passando a minha língua em volta dessa tua tesão gostosa, lubrifiquei-o todo. Comecei por chupar só a ponta… O teu olhar escureceu. Eu sabia que estavas a adorar cada segundo. Envolvi-o todo com a minha boca e com movimentos rápidos e sugadelas, fiz-te vir quase na minha boca. Mas cabra como sou parei antes de te vires. Ficas-te a olhar para mim com cara de incrédulo. Respondi-te que não era a tua noite de prazer mas sim a minha. Só tive tempo para me levantar. Ajoelhaste-te em frente a mim, baixaste-me as calças e puxando a minha cueca molhada para o lado, começaste a penetrar-me com os teus dedos e a tua língua habilidosa. Fizeste-me vir ali mesmo com um orgasmo bem intenso. Paraste… Tiraste-me a camisola e com um movimento rápido abriste o meu sutiã. Tiraste-o e começaste a massajar e sugar os meus peitos. Levei a minha mão direita ao teu pénis e massajei ao mesmo ritmo que me sugavas os bicos. Viraste-me de costas para ti e debrucei-me em cima do capo do carro. Enfiaste dois dedos na minha vulva, retiraste-os e penetraste-me com uma brusquidão enorme. Fodeste-me ali mesmo, e presenteaste-me com dois orgasmos intensos antes de entrares também tu em êxtase.
Depois de recuperarmos o fôlego vestimo-nos e voltamos para o bar. Nunca mais te vi desde esse dia…