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Quero um homem!

Quero um homem!

Um homem sem medo de se entregar.

Um homem sem medo de beijar e ser beijado.

Um homem sem medo de tocar e ser tocado.

Um homem sem medo de sentir e ser sentido.

Quero um homem que me queira f@der, mas que também queira  o que muitos chamam de “ fazer amor” e eu chamo de sentir e entregar.

Quero um homem que deixe as suas mãos tocarem-me suavemente, e que cada beijo que me dê seja compreendido e entendido.

Ahhh!!! Como seria bom, um homem assim…

Quero um homem que não tenha pressa.

Quero um homem que me faça vir, antes de pensar nele.

Quero um homem que me olhe nos olhos a cada investida e não tenha medo do que veja.

Quero um homem que enrosque o seu corpo no meu, depois de me fazer sua.

Quero um homem que não tenha medo de ser feliz, mesmo por um dia…

 

©The Oyster 2017 #69Letras

 

Não olhes assim…

Não me olhes  assim…

Não com esse olhar de estares feliz por estares aqui.

É que eu não consigo olhar para ti…

F@di-te em pensamento

Vezes e vezes sem conta…

Saboreei a tua intimidade, com o requinte dos requintes…

até sentia o teu néctar, só de o imaginar.

Mas não me olhes assim…

Não com esse olhar de pessoa com alma…

É que eu não consigo olhar para ti!

Acabei de te f@der, efectivamente,

Mas não saboreei a tua intimidade, com o requinte dos requintes,

nem senti o teu néctar nos meus lábios.

Não me olhes assim…

É que eu não consigo olhar para ti…

©The Oyster 2017 #69Letras


Texto de um leitor: Aquela tarde em que nos conhecemos…

Texto Erótico | M18

Já nos falávamos à muito, até já beijos e amassos tínhamos trocado… Mas naquela tarde algo diferente nos invadiu, por um simples acaso ou não, foi em sintonia… Como tantos outros dias em que já havíamo-nos encontrado por ali… Uma rotina que vínhamos fazendo, saías do trabalho ligavas-me e eu, como rebelde que era, faltava às aulas na parte da tarde… E assim foi…

Ligas-me toda entusiasmada a combinar, e coisa e tal, que hoje tinhas uma saudade diferente… E eu armado em Chico Esperto correspondo com um: “Eu também, não sei… Mas sei que hoje me sinto diferente! Um sentimento estranho abunda em mim…” .

Ouvi um suspiro do lado de lá… E com uma voz firme nas palavras disseste: “Hoje vou te foder todo meu menino…”

Fiquei desorientado e sem saber o que dizer… Até, por momentos, fiquei amedrontado, sim!!!! Tinha eu 16 anos… E ela uns 27, e eu sabia bem que os tinha, apesar de me omitir tanta vez a idade…
Mas lá lhe consegui responder com um “Ok , lá estarei”… Não mostrei fraqueza e nem podia… Mas sabia que iria ser um brinquedo nas suas mãos! Safoda… Siga… Alguma vez teria que acontecer…
Chegou a hora de me por na alheta das aulas… Almoço e nem entrei para a sala quando o toque de entrada soou…

Ponto de encontro: parque da cidade, ainda em obras mas já com algumas partes concluídas, e era numa dessas que nos iríamos encontrar… Não estava calor, mas eu suava só de pensar na forma como fui “ameaçado”… Bem, não vale a pena pensar… Respira rapaz!!!

Lá ao fundo vejo aquele corpo caminhar, com uma sensualidade que nem eu sabia como ia beber daquela fonte… 1.80cm… 65kg… Foda-se lá mais a visão!!! Consoante o som do salto se aproximava mais eu suava… Aquelas palavras ao telemóvel consumiam o meu pensamento… Hormonas saltitantes…

Eis que ela chega ao pé de mim… Nem me deixou falar… Baixou uns centímetros, sim porque eu tinha 1.70cm, e dá-me um beijo que até hoje não me esqueci… Ela, de saia pelo joelho, uma camisa de ganga, praticamente aberta, realçando os seios generosos que tanto gostava… Eu, de calção e uma t-shirt, que se evaporou em instantes, e sem dar por isso já estava sentado no banco e ela no meu colo… Já o medo tinha desaparecido e sido substituído pela tesão… Não queria saber quem passava por perto, se estavam estacados no passadiço a ver nos!!! Queria era foder como um cão cioso… Mas ela, como já abundava de uma experiência considerável controlou, ou tentava controlar, o momento… Foi aí que lhe perguntei, novamente armado em Chico Esperto: “Então??? Não eras tu que dizias que me ias foder??”

Solta uma gargalhada e responde com um sorriso:

“Sim… Mas não vai ser só meteres a tua pila dentro de mim, porque tu gozas rápido, e eu quero prolongar até me implorares e até que já não te consigas levantar! Porque, para me dares prazer, não tem de ser só com isso que tens no meio das pernas! Vou foder-te e ensinar-te a foder”…

E assim o fez…

Se passou alguém ou nos viram??? Oh pahh… Não me interessa… O que sei, e me lembro perfeitamente é que estive 4 dias com cãibras…

Ainda, hoje em dia, me sento naquele banco…

© Blind Wolf 2017 #69Letras

Viagens de prazer

Texto erótico | M18

São vinte e duas e cinquenta e seis. Temos ainda muitos km pela frente, mas vamos em silêncio. Ok, eu confesso que vou calada para reprimir tudo o que estou a sentir.
Tivemos uma discussão enorme antes de sair e eu estou amuada. Tenho esse direito! Mas o meu corpo não está e continua a desejar o homem que vai sentado ao meu lado a conduzir, como se o mundo fosse acabar amanha.
Quero-o tanto que às vezes nem consigo pensar direito!
Quero-o tanto que às vezes atiro as nossas chatices para trás das costas, só para o ter dentro de mim.
E esse desejo estava a pairar sobre mim. Vê-lo tão concentrado, com aqueles braços musculados a segurar firmemente o volante… Ah, já o imagino a agarrar-me assim. Já me sinto molhada! Merda!
Para de pensar! Para de pensar! Para de pensar!
Quem me dera conseguir… Olho-o pelo canto do olho, mordendo o lábio inferior. A vontade de lhe saltar para cima, já é maior do que a mágoa que eu sentia quando iniciámos a viagem.
– Quando puderes encosta. Estou um pouco mal disposta e preciso apanhar ar. – Pedi-lhe, olhando para as árvores que passavam diante dos meus olhos a alta velocidade. Não podia olhar para ele. Ele conhece bem o meu olhar sedento de sexo.
Parámos a poucos metros. Nada me disse. Saí do carro e fui, de facto, apanhar ar. Estava frio e era mesmo o que estava a precisar para arrefecer o meu interior. Encostei-me à traseira do carro e ali fiquei por uns bons pares de minutos.
Assim que achei que já estava fria o suficiente para terminar a viagem, decidi voltar.
– Está tudo bem? – Perguntou ele tentando não demonstrar qualquer sentimento.
– Sim. Podemos continuar.
E continuamos. E o meu desejo também continuou. Raios! Desisti de lutar contra ele, quando me cheguei para a ponta do banco e sem dizer qualquer palavra, lhe desapertei o botão das calças. Depois abri o fecho. Depois puxei os boxers para baixo e… Vi-o engolir em seco! Hum… Posso avançar!
Sem dizermos nada, arranjei forma de me baixar e de me dedicar àquele pedacinho dele que me leva à loucura tantas vezes. Quanto mais o ouvia praguejar e gemer mais vontade me dava de lhe roubar um orgasmo assim mesmo. E consegui, mas só depois de ele parar o carro.
Missão cumprida. Ajeitei o cabelo, limpei os lábios com as costas da mão e estava pronta para seguir viagem.
Ok, não não estava! Estava pronta era para  mais acção. E ele sabia disso… Mal consegui usufruir do meu triunfo alcançado minutos antes e já ele me estava a puxar para sair do carro e me sentar no banco de trás.
Ah, finalmente! Numa fracção de segundos, já havia roupa espalhada, palavras quentes trocadas, a boca dele nos meus seios, a mão dele a brincar com o meu clitóris, e eu a gemer. A implorar para ele me foder, sem dó nem piedade.
Só ele sabe como eu gosto de sexo sem romantismos à mistura. E o meu desejo era tão grande que em minutos, presa naqueles braços musculados, fui invadida pelo prazer no seu estado puro.
Uma e outra e outra vez….

#RaiodeSol 69Letras® 26.02.2017

Confissões Universitárias

Texto Erótico | M18

Sou a Maria tenho 28 anos, sou Professora e tenho uma confissão a fazer. Pequei ao mais alto nível, no meu ultimo dia de trabalho numa das universidades, onde fui substituir um colega doente.

Fez um mês que estava nesta Universidade e havia um aluno bem – como haverei de descrever? – excitante! numa das minhas turmas. Sou uma mulher com fartos seios e lábios carnudos e sei bem o efeito que provoco nos homens.  Vesti uma saia bem justa e uma blusa onde os meus seios com pouco esforço poderiam disparar para fora. Decidi que seria aquele dia em que comia o Pedro. É que ele excitava-me imenso durante as aulas, e visto o meu marido em casa não me satisfazer a bastante tempo, perdi-me. Eu já tinha ouvido algumas conversas entre ele e os seus amigos, portanto sabia que ele também o queria.

Na sexta-feira durante as aulas tentei arranjar maneira de o fazer ficar mais tempo na sala de aulas do que os outros alunos. Deu o toque de saída e todos os alunos se despediram de mim e agradeceram o bom trabalho que fiz. O Pedro veio em ultimo. Deu-me a mão para se despedir. Eu perguntei se ele tinha algum compromisso a seguir, e ele respondeu que não. Pedi para ele se sentar. De pé em frente a mesa dele verguei-me e com pouco esforço consegui que o botão da blusa saltasse. Os meus seios ficaram bem visíveis bem em frente a cara dele. Vi que a tesão dele aumentou. Pousei a minha mão por cima e comecei a acaricia-lo. Ele ficou confuso e começou a gaguejar. Mandei-o calar e desfrutar o momento. Foi ai que as suas mãos agarraram os meus seios e a sua boca começou a chupar os mamilos. A sua língua circulava em volta de um e depois no outro mamilo. Rapidamente abri-lhe a braguilha e o seu pénis bem grosso e comprido ficou a mostra. Mandei-o sentar na minha secretaria. Ajoelhando-me em frente a ele comecei a chupar. Senti que ele estava para se vir e parei. Ele ficou a olhar para mim com cara de decepção. Levantei a minha saia e sentei-me por cima dele. Lentamente começou a penetrar-me até ao êxtase. Mudamos varias vezes de posição até que lhe dei autorização para explodir na minha boca.

Levantei-me, limpei a cara e compus a minha roupa. Dei-lhe um beijo e sai da sala.

Pequei sim, mas foi tão bom!

***

Sou o Pedro, tenho 23 anos, sou estudante universitário e tenho uma confissão a fazer. Fodi a professora substituta e não me arrependo de nada!

 

Peregrinus #69Letras

Querido por que raio és casado?

Querido por que raio és casado? Tu e eu, era uma explosão garantida. Fazes ideia do quanto te desejo? Só me apetece ir ter contigo e saltar-te para cima. Sentir a tua tesão a roçar no meu corpo. Ser a razão dessa tesão. Beijar os teus lábios e mordiscar a meio. Sentir o teu prazer – saborear. Foder até não mais poder. Anda dai, larga tudo e vem-te comigo.

Peregrinus #69Letras

Fotografia: Rafael Dos Santos Photography

Não sei se te fod@ se te ame…

Texto erótico M18

E é assim que muitas vezes o dia começa… ou a noite acaba… ou a sesta desperta… ou o duche ganha sabor…

O que sei é que quando te agarro vou com uma intenção e é tão bom quando a tua sintoniza com a minha.

Dias em que me perco nos teus olhos, recordamos a paixão, as caricias ganham ritmo, os toques suaves da pele chegam para nos levar ao céu, temos orgasmos de carícias… penetrar-te é apenas uma das opções, nem sempre a mais requerida.

Prefiro masturbar-te, encher-te o corpo de beijos suaves, virar-te ao contrário e percorrer-te as costas com lambidelas, sentir o teu corpo em ânsias. Nesses dias fazemos amor, do mais profundo, do mais puro e genuíno, quase civilizado e racional, educado, cheio de se faz favor e obrigado, a meio caminho do tântrico.

Acontecemos orgasmos em tsunamis. São os dias em que compreendemos a razão de alguém ter escrito que “O amor é uma droga dura”.

Mas há os dias em que o animal toma conta de nós. Não há nada a fazer. É dar-lhe rédea solta, deixá-lo rugir, abrir a jaula e deixá-la correr. Nesses dias fodemos que nem cães ou coelhos ou nem sei que animal será mais selvagem no acto. Sei que fodemos à grande, à bruta, com palmadas e palavrões e trocas de posição repentinas e bruscas. Chamo-te puta e vaca. Tu retribuis. É duro e cru.

O objectivo ultimo é vir-me e fazer-te vir. Nada mais interessa. Caga no amor, caga na paixão. Estamos na Idade das Trevas quando o animal macho percebeu o uso do animal fêmea, ou vice-versa. É contra o tecto, contra a parede, de pé, no chão, na mesa, contra ti, onde calhar.

É onde nos apanhamos mais a jeito. No elevador, no vão da escada, no escritório, com a roupa pela metade, na casa da tua avó, no carro, na praia, no parque de estacionamento do shopping, no provador, …

E no meio disto, entre um extremo e outro, temos os dias da palhaçada. Os dias em que amar-te ou foder-te são dias de riso e brincadeira, de alegria, de divertimento. Dias em que tanto faz, que o que vale mais é a palhaçada. Os dias em que os brinquedos podem vir para a festa, em que as fantasias se deixam ver, em que se junta gelo picado, ou gel, ou gelo apenas, em que nos lembramos de clássicos do cinema e abrimos a porta do frigorífico para juntar geleias, chantilly, vinho branco, gelado, picadinho de carapau, sushi, fiambre extra da perna fumado em forno de lenha, …

São fodas de amizade, que até podíamos praticar com as amigas de longa data, não fossem elas umas pudicas que não se importam de andar a comer gajos desconhecidos mas quando se trata de comer um amigo lá vem as convenções sociais ao de cima… comessem mais amigos a ver se não eram mais felizes. Adiante… que isso é tema para outro dia. Hoje fica apenas o pensamento…

Não sei se te foda se te ame… mas não me importa… gostamos assim!