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Não, não posso ceder!

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Texto Erótico|M18

Acordei, e lá estavas tu a seduzir-me mais uma vez. Sabes como sou, não cedo assim tão facilmente aos teus encantos, mas hoje estou com uma enorme vontade de te possuir… Não, não posso ceder e fico quieta. Tento controlar a minha respiração e esta minha vontade de te querer mais uma vez, enquanto tu exploras o meu corpo. Já sabes onde estão os meus pontos fracos e sabes como me excitar. Não consigo resistir-te mais. Fujo da cama, aquela onde tu me fazes maravilhas, vens atrás e puxas-me o lençol. Encostas-me à parede gelada, sinto o teu corpo a escaldar e a encostar-se em mim. Puxas-me o cabelo daquela forma que só tu sabes e beijas-me intensamente, como se não houvesse amanhã.

Foda-se! Gosto tanto desses beijos, intensos e quentes!

Começas a descer, começo a me contorcer, e a pensar que não aguento muito mais. Ganhaste! Não consigo resistir-te mais. Salto para o teu colo e sorrio… Nem imaginas o quanto quente estou. Vais buscar um cubo de gelo, aquele que refrescava o nosso champanhe, colocas nos teus dentes e começas a passa-lo em torno dos meus mamilos, deixando-os rijos. O cubo de gelo desliza pelo meu corpo preso nos teus dedos, enquanto tua boca se mantém nos meus mamilos, onde começas a trincá-los e a chupá-los. Neste momento o meu corpo já se encontra bem mais quente do que o teu! Sinto a tua respiração ofegante, e o teu corpo a colar ao meu. Lembras-te e vais buscar o resto do champanhe que sobrou, dás um trago e dás-me a beber da tua boca. Vens lamber a gota que me escapou e me escorre pelo pescoço… e as outras que espalhaste pelo meu corpo. Assumo o comando, meto-te uma venda e beijo-te loucamente. Sento-me em cima de ti e deixo que me penetres. Beijo-te o pescoço enquanto te cavalgo devagar, pois sei que isso te excita ainda mais… o comando inverte-se, tiras a venda, prendes-me os braços e mexes-te acompanhando o ritmo da música. Tudo em ti é especial, tudo em nós é mágico…

DamaDeCopas

Presente de Natal

 

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(Ao telefone)
Ela: Estás em casa?
Ele: Sim
Ela: Convida-me para subir
Ele: Vem

Ele abre-me a porta com aquele olhar de quem acabou de despertar de um belo sonho, deteto um leve sorriso naquele rosto sempre tão sério.
Como é que ele consegue andar de tronco nu com este frio da Escócia? Tatuagem nova, marca na pele onde ainda não deitei as mãos… Ele observa-me.
Na cabeça o vermelho do gorro de natal realça os meus longos cabelos loiros, nos pés uns fatais saltos da cor desta época festiva, no corpo uma longa gabardine de cor creme.
Empurro-o para o sofá entre as pernas dele coloco o meu pé, com a perna fletida a gabardine deixa adivinhar a liga nas minhas coxas.

– O que é que queres para o Natal? Perguntei-lhe
– Quero-te a ti!

Recuo para o meio da sala, desaperto os botões da gabardine, viro-lhe as costas e dispo-a levemente. Assim que me torno a virar para o encarar já ele está no meu encalço. Crava-me aquelas mãos no rabo e levanta-me, enrolo as pernas na sua cintura e rapidamente me joga contra a parede. Os meus dedos enlaçam nos seus cabelos, respiração com respiração, olhos com olhos beijamo-nos, um formigueiro percorre o meu corpo, a boca dele é quente e a barba roça nos meus lábios, já me tinha esquecido como é explosivo tê-lo em mim em como me torno fênix e renasço com na boca dele.
Num ápice estávamos na cama e todo o meu corpo enrodilhado no dele. Pela primeira vez deixou-me ser o comando do desejo, subjugou-se ao meu corpo sem impor a sua necessidade de controlo e então fui finalmente a mulher a quem ele se deixou render e sentada majestosamente em cima dele, com uma mão a apertar-lhe o pescoço fiz do seu sexo a musica do meu corpo, fi-lo sentir-me profundamente olhos nos olhos até todo o meu corpo se perder em orgásmicos espasmos.
De gorro de mãe natal ajoelhada no chão ele triunfou como triunfa orgulhosamente uma cereja no topo do bolo e foi minha boca o cálice do seu desejo.
Feliz Natal!

?A Vizinha