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PODERÁ!

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Poderá a Eternidade durar um minuto…
Poderá um minuto ser Eterno…
Poderei eu contigo estar no Paraíso…
E sem ti, descer ao Inferno…
Poderá haver vida…
Nas horas que não estou contigo…
Se é só nos teus braços…
Que eu me sinto vivo…
Poderei Amar-te Eternamente…
Se Eterno eu puder ser…
Mas se não for Eternamente…
Que te Ame até morrer…
Poderei eu esperar-te…
Até cair a madrugada…
Envolver-te nos meus braços…
Fazer-te minha Amada…
Poderá algum dia…
O Sol Amar a Lua…
Poderá a minha boca…
Beijar a tua pele nua…
Poderá o Infinito…
Ser um espaço pequenino…
Poderei ser teu Amor…
A razão do teu caminho…
Poderei eu um dia…
Acompanhar os teus passos…
Saborear a tua boca…
Abraçar-te nos meus braços…
Poderei eu um dia…
Ser o brilho no teu olhar…
Poderei eu toda a vida…
Ter a sorte de te Amar…

POETA SOLITÁRIO

Eternizo cada detalhe teu.

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Ganhei-te em pequenos detalhes, mas foi nos grandes que te perdi.


Fiz-te tanto mal, que foi a mim a quem mais magoei, porque tu eras mais que parte de mim, tu eras-me.. Eu era-te…

Eu respirava-te em plenos pulmões, sentia-te correr-me nas veias, sentia-te pulsar no meu peito.

Magoar-te foi como atravessar uma lança no meu próprio coração.


A nossa doce loucura invejável, a nossa sintonia, telepatia e cumplicidade arrepiante…
Jamais haverá quem te destrone no meu coração, o teu lugar é mais que vip ou cativo, o teu lugar é eterno! Por que eu e tu é outra essência, outra vida, outra ligação.


As nossas almas reconhecer-se-ão seja lá em que circunstância, mundo ou universo for.


Eternizo cada detalhe teu, nesta sobrevivência diária em que espero pela tua chegada, para me ressuscitar deste mundo dos mortos onde me deixaste, desde que te foste embora.


Demoras?

KingOfMysteries #69Letras

Contigo no pensamento

Amadruguei em ti, neste frio de inverno o teu fogo eterno quando a rua sai, contigo no pensamento deixei este inferno e encontrei no teu sorrir o meu alento. Já bebi um café e a imagem do teu rosto que me acompanha quando lhe senti o gosto veio me uma alegria tamanha que mesmo mal disposto por tamanho madrugar, sigo caminho mãos nos bolsos e a assobiar. Sei que te sentes cansada mas meu corpo é tua morada, casa quente aconchegada, aperto forte e mão segurada num riso de bom dia, beijo de um até logo em despedida demorada que manhã se faz tarde e eu ansioso e sentido nesta espera te aguarde logo ha noite sem alarde que não gostas de ruido.

O Inquilino #69Letras

Isto é um bocadinho de amor

Chovia lá fora copiosamente e eu entreguei me á escrita, nesta forma bendita, que tenho de colocar no papel tudo o que me vai na mente, e apeteceu me falar sobre o amor, sobre essa forma que a vida tão erudita, nos ensina que é fervor, abstracção do mundo, pairar no ar, sentir a dor, esmagar o peito em de agonia, quando pisamos areias movediças e caímos bem fundo, abrir as asas e voar, deixar o corpo cá em baixo e olhar de cima dos telhados a luz do dia, como uma águia que pelo olhar nos guia ou a coruja que pela luz da noite nos consola, quando o coração precisa mas não quer esmola, porque não autoriza que a mente se venda e suja. O amor essa forma mil vezes escrita e amada, outras tantas em palavras mil vezes odiada, paisagem de final de tarde quando o sol olha para nós entristecido por se ir embora, e o nosso coração chora, mas logo se levanta para esperar a madrugada de sorriso ao canto da boca, quando nos lençóis ainda quentes se sente o cheiro da presença que é sempre pouca, e pudera ficar ali gravada, e passamos a mão como se sentíssemos a pele naquele pedaço de pano, como se o tempo não fosse mais do que um engano, e a vida que de desenha num quadro pintado, numa mão a nossa lei e na outra a sua sentença, com a qual vivemos presentes num quadro assim lavrado. O amor, sentimento que nos faz levitar, poesia da vida e o corpo sussurrar, que precisa de amar, poder acordar, de mão dada, ansiedade de não ter tempo para nada, não apetecer dormir, apenas estar perto, sentir o corpo, os olhos, o calor das mãos por certo, numa dualidade em dois seres formada, em que mesmo a chuva lá fora e o céu encoberto, não nos incomoda porque tudo é tão certo, que pensamos ter descoberto o elixir da vida eterna, a fonte da felicidade, a nossa lingua materna, parar no tempo, não ter idade, porque amor não tem idade, nem é um passatempo de paixão, em que dois corpos se deitam mas não existe conexão, apenas vontades férreas passageiras em que se deleitam, para prazer com prazo marcado, sem sequer estar escrito no verbo estar, paixão de fuga ou paixão de gostar, não é amor eterno, não é o corpo que se enruga com o passar e ficar lá, amar mesmo assim, e tirar prazer de envelhecer sem olhar o futuro, mas lembrando o presente, olhar e ver sempre latente, o rosto de quem amamos, porque amor é isso mesmo, é mesmo na dor, quando o corpo doente, se desgasta e se sente mais ausente, exala palavras de sentido incoerente, balbucia mágoa, por sentir que está a partir e deixar para trás quem fica tal qual libelinha liberta na agua, pairando sem saber se partir ou pousar e deixar se ficar perdida morrendo devagar. Isto é um bocadinho de amor, apenas, na vastidão do que é a palavra amor.

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descobri que tu és muito mais que prazer…

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Existe uma memória da ultima noite, que ficou suspensa no meu olhar.
Nós dois sentados, frente a frente, despidos de barreiras e no ar o cheiro do nosso amor.
Tu és mais que prazer.
Despidos de roupas, olho-te. Gosta tanto de olhar para ti!
Se tivesse poderes, tornava aquela noite eterna e passaria a infinidade daquele momento a desvendar os mistérios da tua pele junto com os segredos que o teu olhar esconde.
Cumplicidade.
Dois corpos felizes e encantados um com o outro.
Estes dois corpos, éramos nós!
Nós! Não eu, não tu, mas nós!
Coro com o teu olhar e desfaço-me no teu sorriso.
Tu és atrevido, mas a minha espontaneidade faz-te rejubilar!
Tiro-te o ar com o fogo da minha juventude e enfeitiço-te com o desejo que carrego de ti que te deixo sentir.
Fazes-me contorcer nas tuas mãos vis, e enfraqueces a minha voz com os gemidos que me provocar.
Na memória da nossa ultima noite está a lembrança do nosso olhar.
Olhar cúmplice.
Olhar que assiste ao sonho a tornar-se realidade!