Arquivo de etiquetas: erotismo

Desobediência

– Desobedeceste-me!!!
As tarefas que te incumbi, não foram terminadas. A recompensa que irias ter, perdeste-a.
Vais ficar de castigo!!!!
Despe-te!! É uma ordem. Nem uma palavra, não aceito desculpas! deita-te no frio do chão da sala.
Coloco-te na boca um gag com dildo. O teu castigo será me satisfazeres, libertar-me desta raiva que tenho acumulada e neura como que estou por teres desobedecido.
Espalhei um pouco de óleo no dildo e deixei-me deslizar por ele abaixo até atingir o teu rosto.
– F@de-me! Com força! Mexe-te seu verme inútil.
Sentia a sua cabeça ecoar no chão, a martinette chicoteie-o no membro. vi-o excitar-se com cada vergastada que dava.
– Não te autorizei a excitares-te! Nem te atrevas a gozar.
Com a minha mão apertei com toda a força até vê-lo roxo a murchar. Obriguei-o a acelerar e a fazer-me vir.
Enchi-lhe o rosto com o meu néctar. Tirei-lhe o gag e voltei a sentar-me no seu rosto, quase a sufocá-lo.
– Limpa-a! Sem deixar vestígios. Depois vais terminar as tarefas.
© Lola 2017 #69Letras

Sonhos molhados

TEXTO ERÓTICO M|18 ? ? ?? ? ?
Quantas de vocês já tiveram sonhos molhados?
Não me refiro à função urinária nocturna, mas sim sexual.
Nestes anos todos tive seis e cada um diferente do outro, mas as sensações foram reais. Como se estivesse acontecer naquele preciso momento.
Sim recordo-me de cada um deles, mas vou-vos contar o último sonho que tive e ainda está fresco na minha memória.
Tinha acabado de adormecer, cansada de 14 horas de trabalho. fechei os olhos e não me lembro com que pensamento adormeci.
Não sei se foi o meu espírito, minha alma que se apoderou de mim.
A única coisa que sei é dei por mim num quarto à media luz, envolvida com uma mulher e olhei ao redor e numa parte do quarto mais escura, estava um vulto masculino. Não consegui distinguir quem seria.
O meu coração acelerou e a minha respiração tornou-se cada vez mais ofegante, não me tinha apercebido de que estava completamente nua.
A mulher com quem, eu supostamente estava, deliciava-se no meu baixo ventre, arrancando-me gemidos e fazendo o meu corpo estremecer de tanto prazer.
Já tive com algumas mulheres, mas aquela tinha algo de especial, diferente. Era como se soubesse em que pontos me faria delirar e levar à loucura.
Deixei-me levar. Mas o meu desejo, a minha fome começou apoderar-se e eu também queria sentir o sabor dela.
Puxei-a para cima de mim, senti os seus seios rígidos sobre os meus, pousei os meus lábios nos dela para sentir o meu sabor. Beijei-a com paixão.
Rebolei sobre ela. Comecei acaricia-la, a minha boca foi descendo pelos seios, barriga e detive-me na naquele monte divinal, obra de arte. A minha boca parecia um imã direccionado a ela, delicie-me com aquele néctar.
Senti todo o seu sabor na minha boca, quente, doce. A minha euforia aumentou, assim como a minha respiração.
Desejei-a cada vez mais, queria sentir-me nela. Os meus dedos deslizaram pela aquela entrada húmida, contorcia-se de tesão.
Suguei todos os seus fluidos, até á última gota.
Mantinha-me de quatro, quando senti umas mãos acariciar-me o rabo, segurar forte as minhas nádegas. Senti uma boca quente e um língua húmida e atrevida a passear por entre os meus dois orifícios.
A minha respiração voltou a acelerar assim como aquela língua dentro de mim. Senti-me cada vez mais excitada e molhada.
Depois de me sentir bem lubrificada, soltei um gemido enorme à medida que ia sentido aquele membro, grande, grosso enterrar-se em mim, obrigando a que o meu rosto fosse aninhar no meio das pernas dela.
Não conseguia resistir mais, o cheiro que ela emanava e senti-lo todo dentro de mim.
O meu corpo explodiu de tesão. Acordei com espasmos e todo o meu néctar a escorrer pelas minhas pernas abaixo.
Olhei para o lado e o meu companheiro dormia profundamente, passei as mãos por entre as pernas e senti o líquido.
Foi um sonho, mas um sonho real…
Queria repetição, virei-me para o meu companheiro, desci por entre os lençois e acordei-o da forma como ele gosta.
© Lola 2017 #69Letras

Misses Kat

TEXTO EROTICO M|18 ? ? ?? ? ?
– Misses Kat, prometo que me porto bem? Posso lhe oferecer um chá?
– De que estás à espera? Termina de me servir, e submete-te aos meus caprichos.
  Quero que me dês o chá à boca, sem proferires uma única palavra.
  Quero ver esses teus seios, quando te debruças sobre mim.
  Não podes entornar uma única gota que seja.
Senão serás punida.
  Faz de forma sensual, atrevida. Quero que me olhes, como se me desejasses,
  como se as minhas mãos  e boca percorressem cada ponto do teu corpo.
  Quero ouvir-te ofegante, como se tivesses atingir um orgasmo.
  Quero sentir esse teu cheiro mesclado e ver-te toda molhada.
  Ver o êxtase escorrer pernas abaixo.
  Vem aqui!!…..
  Senta-te em cima do meu rosto, quero limpar-te desses despojos.
©Lola 2017 #69Letras

Proibido

Havia um sinal de sentido em frente aos meus olhos.
E eu não hesitei.

Avancei, sem pensar nas consequências.

Se sabia que não devia?

Sabia. Mas não queria saber.

O desejo fervilhava nas minhas veias, o teu perfume inebriava-me os sentidos.

O teu riso malicioso, enquanto me sussurravas ao ouvido tudo o que eu queria sentir, era o íman perfeito.

Empurrei-te para o sofá, o copo de vinho que seguravas voou pela sala e partiu-se em mil pedaços.

Tal como o meu controlo.
Beijei-te.

O sabor de um beijo proibido, envenenado pela adrenalina, embriagado pela luxúria.

Agarraste a minha cintura com força e puxaste-me contra o teu corpo quente.

Os teus lábios deslizaram pelo meu pescoço, deixando o aroma do perigo penetrar na minha pele.

As minhas mãos puxaram-te a camisa, fazendo saltar os botões, revelando o teu peito másculo.

Quis fazer-te sentir as minhas unhas, deixar a minha marca no teu corpo.

Mas não podia.

Era proibido.

Olhaste-me nos olhos antes de me agarrares os seios.

A malícia dançava no teu olhar.

Beijaste-me, como se o amanhã não fosse existir.

Entregámo-nos ao desejo.

O amanhã iria existir.

E tudo isto continuaria a ser proibido.

Mas ela…ela nunca irá descobrir.

© Fox 2017 #69Letras

 


Já não era o meu corpo. Era o teu.

| Texto Erótico | Enquanto dançávamos com uma taça de vinho na mão, passaste a tua mão nas minhas coxas no exato momento em que elevava o vinho aos meus lábios… descontrolaste o meu corpo com o teu toque possante.

Fraquejei. Estremeci e derramei o vinho que escorreu dos lábios, descendo pelos peitos até ao ventre…
Olhaste-me nos olhos, e vi neles, o diabo a sorrir pela visão do sangue a envolver a minha pele branca… a tua sôfrega mão, percorreu a minha pele ao embalo da corrente de sangue, enquanto rasgavas o vestido pelo caminho… deste-me a tua mão pintada de vermelho, para que a lambesse e absorvesse a tinta… enquanto o fazia, a tua língua de cobra era impiedosa com o meu corpo.

Meu corpo? Já não era o meu corpo. Era o teu. 

Pegaste-me ao colo e sentaste-me sobre a tua secretária… e com o teu cinto ataste os meus pulsos atrás do pescoço… o som do cinto a ser recolhido das calças, travou a minha respiração e senti as minhas entranhas a pedir-te… exposta, rasgada, com a pele ensanguentada penetras o teu olhar nas minhas cuecas brancas tingidas de pecado… com o abre cartas, rasgaste-as… molhaste os teus dedos na taça… e manchaste-me ainda mais.

Afastas-te.

O demónio rejubilava através do teu olhar… o teu rosto estava marcado pela tesão. Tesão essa, que avistei sob as tuas calças, apenas com o fecho e o botão desapertado.
Caminhaste de volta para mim e sussurraste ao meu ouvido, que me ias compensar pela visão que te estava a proporcionar… e desces até ao meu ventre. Pernas separadas, sinto-te a inspirares o cheiro do meu desejo misturado com aquele vermelho e intenso vinho que tomámos.

Tocaste-me suavemente… muito suavemente, e beijaste as minhas coxas com vontade, cravaste os teus dentes, mas no centro da minha tensão, eras leve… não queria isso.

Queria ser devorada ferozmente, mas tu, tu sabias disso. Viste no meu olhar desapontado, notaste na minha respiração. És mau. Tão bom.

Quando fechei os olhos e respirei profundamente para tentar acalmar o fogo com que me encontrava, mergulhaste os teus lábios sobre o meu sexo. Cai sobre a secretaria, exposta para ti, a tremelicar com o corpo aos espasmos e sem avisos, uniste-te a mim sem licença, puxando-me pelas pernas.

Foi ao ritmo de movimentos longos e intensos que caíste sobre mim… sobre o meu peito a exalar o cheiro do nosso vinho, mas com a cor do pecado…

 

?Cátia Teixeira, Vizinha 69Letras® 2013

 

Tua falta…

Que bom já chegaste!

Morri o dia todo de saudades tuas,
Sair daquela cama sem te ver, foi doloroso
Abraça-me, 
Deixa-me sentir os teus lábios quentes
nos meus, 
Aconchega-me nos teus braços
Sussurra ao meu ouvido o quanto sentiste 
a minha falta.
Ama-me de novo naqueles lençóis
Faz o meu corpo vibrar de novo
nas tuas mãos.

Ilusão do Luar

Fecha os olhos, estica os dedos coloca-os nos lábios,
acaricia-os como se retribuísses um beijo,
imagina o cheiro, sente o calor, arrepia-te com o toque prometido,
a pele que se aflige, a respiração acelerada prenúncio da sensualidade
que te atravessa o corpo e que te impele a alma.
Agora abre os olhos e sorri, por momentos estive à tua frente.
Por momentos fiz-te sentir o arrepio que é estar viva,
o como é bom ser tocada com desejo,
sentir a alma acariciada e sentir que a minha presença,
mesmo tão distante, te faz sorrir com gosto e, para mim…,
é tão viciante como esta noite de luar que inunda de luz essa pele
que anseio e essa alma que me conquista a cada segundo,
a cada toque, a cada beijo, até seres minha.
Bastardo #69Letras