Saltam-me pingas de sangue dos dedos Agora que te escrevo!

Podia o sol raiar ao contrário E uma brisa soar a ventania Que o meu beijo crava Os pântanos da tua boca Os suores do teu abraço E a escada que transborda a infinito Debruça na janela Farrapos de lua Brilhante como raios Onde te deitas e dormes sem medo Porque sabes que fadas existem…