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QUALIDADES E DEFEITOS!

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Corpos carentes…
Que tanto se desejam…
Almas que falam…
Por mais longe que estejam…
Rendem-se ao prazer…
Às loucuras sem fim…
E embora distante…
Sinto-te em mim…
Despes-me a alma…
Tens-me por inteiro…
Não sei ignorar…
Este sentimento verdadeiro…
Este sentir-te…
Na pele tatuado…
Sentir o teu beijo…
À tanto desejado…
Roubaste-me a alma…
Para ti é transparente…
Conheces loucuras e desejos…
Não preciso ser diferente…
Tens-me como sou…
Despida de preconceitos…
Menina, mulher…
Com qualidades e defeitos…

Miss Kitty

Moço safado…

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Texto Erótico!M18

Adoro quando me tentas dar a volta com essa conversa de bandido. Tu bem achas que com meras palavras me tens na mão e até podes ter um pouco de razão… (Sim porque uma boa cama não se nega… e que boa cama é este moço!) Acabo sempre por cair em tentação e ter ali uns bons momentos de intenso prazer.

Levas-me ao êxtase total quando me pegas pela minha cintura e me deitas por cima da mesa beijando cada parte do meu corpo. Vais me despindo sem nunca parar de me beijar. Aquele beijo no pescoço que tanto me arrepia, és um batoteiro pois sabes bem como me deixar cheia de vontades.

Despida e deitada na mesa vais me excitando cada vez mais, percorrendo o meu corpo com a tua boca metendo tua língua dentro de mim, lambuzaste todo… Como adoras o meu néctar e de estares todo tesudo enquanto me excitas mais e mais… Vais usando os teus dedos para me deixares ainda mais molhada. Paras e vens me beijar. Não me deixas sequer te tocar. Não me dás tempo sequer de respirar….
Suplicas que te chupe, que te mordisque o membro…  Adoro que o tenha na boca.
Levantas-me e encostas-me contra a parede gelada que refresca o meu corpo quente, e enfias tudo dentro de mim!! Momentos de prazer intenso, de gemidos constantes, de orgasmos atrás de orgasmos…

Fodes-me tão bem, só tu sabes os pontos certos para me deixares completamente louca, ainda mais do que aquilo que sou.
Mais uma vez ganhas…
Caí na tua conversa e não resisti a tentação.
És o meu vício, a minha paixão sexual.
Quero que me comas todos os dias, a qualquer hora, em qualquer momento, mas claro que me irei fazer sempre de difícil para não ficares com a mania por seres a minha melhor cama…

Little Patrice

Despida de mim.

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Texto Erótico|M18A casa está perfeita para te receber. No frigorífico tenho tudo : morangos, champagne francês ( dizem que é bom ), até chantilly comprei.

Tomei aquele banho e hidratei-me com óleo de jasmim, o meu favorito. Fiz depilação integral … nem um pêlo. Vê-se o princípio da minha intimidade. Será do teu agrado, eu estar assim, sem pêlos?

A luz, ténue, vai esconder a celulite, a flacidez, os peitos a ficarem descaídos. Será que me vou libertar dos meus preconceitos, de mim mesma, quando estiveres aqui?

Olho a minha imagem, reflectida no espelho: pernas gordas, rabo grande, cintura mais estreita, começo a pensar ligar-te a pedir que não venhas.

Os meus mamilos estão a despontar, com o frio. Não sei o que vestir… Esta insegurança corrói-me. Olho para a roupa e nada me agrada. Quero ser a mulher mais especial do mundo, esta noite, mas as imagens das capas de revistas, e das tuas amigas, boazonas, não se afastam da minha mente.

Volto para o espelho e percebo que a curva das minhas ancas é bonita, que os meus seios são de tamanho interessante, que os meus lábios são bem desenhados. “Ninguém é perfeito”, penso para mim mesma.

Visto um kimono de seda preta, sem nada por debaixo, no mesmo instante em que tocas à campainha. A ansiedade, a insegurança, desaparecem mal te abro a porta e me apertas nos teus braços sussurrando: ” Hoje és minha… “, e eu me deixo conduzir por ti, despida de mim.

The Oyster #69Letras

Seria o teu verão se me deixasses…

Seria o teu verão se me deixasses,
por mais que te lembrasses que a tua vida é um senão,
seria o calor da areia quente em teu dorso,
a agua que varre esse coração que não palpita,
que nessa forma maldita indisposto, se sobranceira,
se põe em bicos de pés, dessa maneira tão vazia,
sem querer deixar mensagem á deriva numa garrafa vadia,
que dá á costa, e não vagueia, ali fica inerte a espera,
que eu me lembre de quebrar a monotonia.
Seria a tua primavera, de cheiro a flores campestres,
mesmo em beijos que nunca me deste, sobrevivo,
musa dos meus pensamentos e me deixa assertivo,
por não conseguir sair a rua quando faz sol e nos lamentos,
da calçada que piso, vejo as gotas de tuas lágrimas, résteas da chuva de ontem,
teus tormentos, minhas saudades que improviso, por não te ter,
por não te conseguir ver, nas folhas dos abetos que me circundeiam,
e imaginar que em seus ramos nossos corações passeiam, libertos.
Poderia ser o teu verão se me deixasses ou até primavera de teu cheiro repleto,
ou até inverno que me encoberto no teu calor de lareira acesa, me afogasses em teus braços,
e ali ficasses, á espera do meu outono, de roupa despida, princesa de corpo nú na surpresa,
de não haver dono, nem dona, apenas deitada sobre a mesa, á luz da vela,
apreciar a beleza nessa semiescuridão em que a tua sombra deitada sobre mim,
te faz tão bela, tão sensível a meu toque, nesse choque em que te fechas como flor na minha mão.
Seria o teu verão se me deixasses…

Coitada. Está apaixonada.

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É-lhe muito mais fácil negar do que admitir que o quer e que sem ele não quer mais estar. É como se ao admitir não houvesse volta a dar, como se ela se pegasse ao colo e aos braços dele se entregasse: Toma! Sou tua.
Só a ideia de ela dizer que está apaixonada fá-la chorar. Diz ela que a faz sentir fraca, vulnerável, despida. Como se se abandonasse a sim mesma para se dar a ele.
Parece uma presa encurralada, mal consegue respirar o medo impera no olhar e o corpo não pode estar de tão agitado. É irônico vê-la assim. Ela que sabe sempre o chão que pisa e porque o pisa, ela que tem sempre respostas prontas e opinião sobre tudo. Agora não sabe nada. Não sabe que fazer, está desorientada, desnorteada. Sente-se louca.
Está apaixonada. O que poderia ser bom, só é pena aquele não teimoso, aquela cobardia em arriscar.
Sim, sou cobarde.

 

A Vizinha

Tu queres provocar o caos dentro de mim

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Despida avanço em direção ao penhasco e lanço-me no vazio enquanto o ar se desvia para eu passar até pousar no teu colo e juntos entramos no teu santuário onde pregas o pecado.
Com ternura deitas este corpo nú no altar e contemplas-me como se tivesse sangue divino.
No ar o cheiro das velas ocupa lugar e é sob o fogo que as consome que me apresentas aos teus súbitos.
Estendida, memorizas a textura da minha pele na ponta dos teus dedos e a tua fome aumenta ao toque, os teus lábios soam a gula, o teu olhar ferve e as tuas calças estão prestes a rasgar.
Tu queres provocar o caos dentro de mim, e o meu ventre aclama para que o tomes.
Os teus súbitos foram a nossa plateia e o teu altar o cenário que durou até a cera derreter.
Atirei-me do penhasco, porque é no teu mundo que o meu sangue desperta.