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Danças comigo?


Hoje vou dançar sozinha.
Quero sentir a música a brincar com o meu corpo. Vibrando em cada centímetro da minha pele. Deixar-me ser invadida pelo ritmo da vida!
Quê? Estás doida Steel!
Ahahahah.  Eu sei que para muitos de vocês, é isso mesmo que sou.

Uma doida! Estranha! Extraterrestre! Desvairada!

Nada disso meus amigos.
Eu sou aquela que dança ao som da vida!
Eu sou aquela que troco um nariz empinado por uma gargalhada sentida!
Eu sou aquela que atira a língua aos sapatos de saltos altos e convida as sapatilhas para um tango suado!
EU SOU UMA BAILARINA DA VIDA!
E vocês? Dançam comigo? Atrevem-se?
Hoje vou dançar com…

©Miss Steel 69letras 2017

Expressa-te

Nunca fui de seguir regras!

Não dou a mínima importância ao que a sociedade impõe e muito pouco me importa a linha do decoro e bons costumes.

Eu quero viver! Perceberam? VIVER!

E se isso significa rir no meio da rua sem razão nenhuma aparente, que seja! Se me apetecer andar de tótós no cabelo e meias até ao joelho, qual é o problema? E se me apetecer tatuar o meu rosto com uma caveira, quem tem alguma coisa a dizer? NINGUÉM!

Quero dançar até não ter mais forças para tal! Quero rir-me às gargalhadas até perder o fôlego! Quero amar e sentir-me amada até que o meu corpo permita! Quero ser EU! Sem que nenhum EU me olhe de lado critique.

Descarreguem as vossas próprias frustrações , tristezas e inseguranças numa pista de dança e não na minha felicidade e alegria! Não passamos de seres humanos afinal de contas!

Dedicado à grande mulher de 68 anos que me convidou para ir com ela, confessar os meus pecados à igreja após me apanhar a dançar na rua com uma colega de trabalho. Deus a abençoe!

© Miss Steel 69Letras 2017 

 

Beijos suculentos.

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Como posso esquecer
Teus beijos suculentos
Que me levaram a provar
O doce prazer ao luar.
Com o Tejo do nosso lado
O curso só podia ter sido um:
Porta aberta
Vestido levantado
E a tua tesão entalada.
Servida a entrada
Para trás ficou o céu estrelado
Com os corpos em rescaldo
Dançámos entusiasmados.
Ficou assim evidente
Que entre nós nasceu um desejo ardente.
Permanente.
A Vizinha #69Letras

A bailarina

Texto Erótico|M18

A música pára e eu acabo na formação que tantas vezes repeti. Estou cansada. Dancei o dia para a competição de ballet. Pego nas minhas coisas e sigo para os banheiros. A roupa cai no chão. Ligo o chuveiro… A água está bem quente. Hum, que relaxante. Os meus olhos estão fechados e estou virada contra a parede. A água escorre pelo meu corpo abaixo. Sinto uma mão envolver o meu seio direito. O que é isto? Abro os olhos e tento virar-me, mas a mão que ainda agora envolvia um seio agora me agarra e puxa contra um corpo musculado. Sinto um pénis duro contra o meu rabo… Fico cheia de desejo. Ouço um sussurrar no meu ouvido. É o meu treinador! Com uma mão envolve o bico do seio esquerdo e com a mão direita desce até a minha vulva. “Hum. Estas bem molhada. Desejo-te desde o primeiro dia que entraste na minha sala.”, diz enquanto forma círculos no meu clitóris. Com uma mão agacha o meu peito enquanto agarra com a outra a minha anca. Enquanto me afasta as pernas diz: “Segura-te nas tuas pernas e relaxa.” Sem entender bem o que está acontecendo mas com um desejo enorme faço o que me disse. Sinto a ponta do seu pénis entrar na minha cona. Hummm. Ele sai e entra novamente. Fode-me é o meu único pensamento. Agarrando me bem nas ancas sai e desta vez penetra-me com força. Ainda bem que me segura, se não tinha caído para a frente. Com movimentos rápidos começa a penetrar-me bem fundo. Hum, estou a adorar. Sinto o pulsar dentro de mim e entro em êxtase. Um orgasmo profundo envolve o meu corpo assim como o dele. Depois de recuperamos o fôlego, ele sai de dentro de mim. E puxa-me para cima. Ainda de costas para ele, sussurra-me ao ouvido: “Quero repetir, mas não vai ser hoje. Isto nunca aconteceu.” Com um beijo no pescoço larga-me e desaparece. Ligo a água novamente e pergunto-me se isto terá realmente acontecido.

Peregrinus #69Letras

 

entrega o teu corpo nesta coreografia.

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Sou um amante da dança, chama-me piegas, maricas se mais radical quiseres ser, vem com as palavras que quiseres. No entanto a minha resposta para ti miúda é simples, entrega o teu corpo nesta coreografia deixa-te guiar nesta dança comigo, e vais ver esse pudor que trazes desaparecer, e ai tens a minha total aprovação de sentir a tentação de me querer junto a ti fazer-te tremer o corpo, não disfarces que estas rendida a minha dança, espera só terminar contigo esta melodia e vais implorar que dancemos entre teus lençóis, e ai depois diz que o roçar de nossos corpos não te cativam, aproveita bem cada passo o momento é único, e a melodias não são eternas e depois desta musica sigo deixando em ti um arrepio a cada repetição do refrão, e guarda contigo o orgasmo ao ritmo da valsa do desejo, fiz-te suar, desejar, tremer, gemer, em suma fiz-te dançar.

Ricco

Tornaste-te no meu mundo

Breve e penetrante foi o toque da tua mão na minha, célere e memorável é o encanto do teu olhar.

Foi o tempo insuficiente para tanto! Merecíamos mais…juntos éramos mais! Eras tu na tua rotina era eu embrenhada na minha, mas juntos a cada suspiro lavados em saudade.
Quantas vezes, em pezinhos de lã espreitei a memória e a vi velejar pela lembrança do teu doce olhar toda ela derretida, de mão dada contigo na praia ao luar. Imagina o meu espanto! Logo eu que só conheço o romantismo quando o escrevo e não o vivo! Logo eu fui-me render a estes pensamentos porque tu encaixaste neles. Tu fazes-me sentir e querer pertencer ao grupinho dos apaixonados e fazer todas as idiotices e clichês ao teu lado!
Deitada, adentras pelos meus pensamentos, sinto-me abraçada por eles como se fizessem parte do meu presente, a minha cama está vazia e tu não estás ao meu lado.
Apaixonei-me! Não uma, não duas, mas todas as vezes que olhavas para mim, sentia-me certa, a tua certeza e pode até ser coisas da minha imaginação, mas ficava com a sensação que cada vez que me olhavas contemplavas o teu sonho de mulher…

Será que deste conta que te estavas a tornar no meu?

Tantas foram as vezes que me perdia a vislumbrar-te… podias tu (e disso tenho a certeza), ter sido o meu eterno namorado, o primeiro que duraria uma vida, o meu sorriso a cada despertar, o aconchego ao anoitecer! O companheiro de uma vida, o meu amado e desejado amante!
Brilhei por um parco tempo, pareceu um sonho e como detestei de acordar! Os dias ficaram sem graça e o meu coração tornou a esfriar…

Mas…!

Se tu ainda me pertences, se eu ainda tenho lugar marcado no teu coração então não vamos ser a dança que ficou por dançar, nem as palavras que ficaram por escrever, vamos ser aqueles que amam e que vão viver para esse amor!

© ?Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2015

 

Sabem quando algo que vocês querem muito mas mesmo muito de repente se proporciona na vossa vida?

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Pois é, estou a passar por isso em três áreas distintas da vida. Algo com que sonhei, batalhei, que a dada altura nem a saca rolhas consegui obter, finalmente veio até a mim .Encontro-me com aquele sentimento de que é tão bom que não pode ser verdade, que deve estar para cair um santo do altar ou que está para chegar uma tempestade devastadora depois destas semanas de sol! Não festejo estes acontecimentos, vejo-os a acontecer. Será isto sinal de maturidade quando olhamos para as coisas sem explosão e euforia? Ou será consequência de uma serie de desapontamentos e tentativas falhadas que nos faz passar pelas coisas sem uma alegria efusiva? Recordo-me de rejubilar com os acontecimentos, de lançar foguetes confetis e dançar, agora observo o caminho calada, um passo de cada vez e depois logo se vê. Não me sinto capaz de festejar. Um novo amor, um novo trabalho um novo sonho alcançado, parece que apenas aguardo pelo momento em que isso me será arrancado. Estarei eu a desperdiçar estes momentos ao vive-los como se realmente não me fossem tão importantes? Não estarei a ser ingrata perante os meus sonhos? Ou estarei simplesmente a preparar-me para o caso de se dar mais uma desilusão? Este texto não passa de um desabafo, das saudades que tenho do meu eu mais festivo, mais vivo e genuíno. Vejo-me muito calma, sem grandes alaridos, sem brilho… vejo-me adormecida. Será maturidade ou estarei simplesmente a deixar passar a alegria que poderia estar a sentir por ver os meus sonhos a realizar?

A Vizinha