Gosto de escrever e de me inventar no papel.

O que sou, quem sou, poucos o sabem e confesso nem eu mesma o saber. O que sei, é que dentro de mim existe um mundo ilimitado de personalidades e de quereres. Não sei o que quero ou quem sou. Enquanto não o sei, sou tudo o que escrevo e tenho tudo o que invento….

Não tenho pressa de chegar ao fim.

Aqui, te confesso que seduziste a minha pele e deste um novo despertar ao meu corpo.   Sim, ele aclama pelo teu corpo, despido, no meu. Aquela noite que subtilmente lançávamos ao vento o desejo de acontecer, teve, finalmente direito ao primeiro episódio. Sei que tu, estejas onde estiveres, estejas a fazer o que quer…