Chuva que lava almas e purifica mentes

Será que um dia caminharemos juntos, lado a lado contra  todas as probabilidades, debaixo da mesma chuva que nos lava das almas nossos egos exaltados? Será que um dia saberemos o que a vida nos reservou contrariarando todos os “se” que ao longo da mesma  fomos inventando? Para já vamos andando. Ao soluçar do dia…

Tarde de Inverno

Texto Erótico|M18 “- Hello Mrs. V… – Boa tarde Miss E… Como está? – Estava com saudades suas… – Hum… Também tinha saudades suas Miss E… Já á muito tempo que não falava consigo…” Ali parados em frente à cafetaria e ao frio trocamos olhares quentes e saudosos. Que saudades desta bela mulher. “- Miss…

Hoje de nós só restam memórias…

O dia está chuvoso, ouço a chuva a bater na janela do meu quarto, estou deitado na minha cama, onde te vi dormir, onde te amei, onde me apaixonei tantas e tantas vezes por ti. Dizem-me que este sentimento a que eu chamo de amor por ti é obsessão… Talvez seja, talvez esteja doente. Começo…

E a vontade de te ter dentro de mim começou a invandir-me..

– Hoje acordei com a chuva a bater na janela. Aquele som maravilhoso, fez-me esboçar um sorriso e vontade de me aconchegar em ti! Rapidamente o desejo apoderou-se de mim e fui tomar banho! Ao sentir a água quente a cair sobre o meu corpo, fechei os olhos e imaginei as tuas mãos a percorrê-lo….

Só tu me agradarias, me farias acordar e levantar da cama para te servir o pequeno almoço…

Neste dia em que a chuva bate nas portadas das janelas e o som aconchega-me nos meus cobertores, sinto falta de ti… Sinto falta do teu cheiro, do teu toque, do teu corpo… Este calor solitário não me convence nem me agrada, não me trás felicidade nem aconchego… Só tu me agradarias, me farias acordar…

Isto é um bocadinho de amor

Chovia lá fora copiosamente e eu entreguei me á escrita, nesta forma bendita, que tenho de colocar no papel tudo o que me vai na mente, e apeteceu me falar sobre o amor, sobre essa forma que a vida tão erudita, nos ensina que é fervor, abstracção do mundo, pairar no ar, sentir a dor,…

Chuva de Novembro

A chuva caía miudinha naquela noite de Novembro, a rua estava deserta e Sofia embrulhada no meu braço esquerdo. Ainda nos dói a barriga de tanto rir pois a noite no Bar do Lipe foi de relaxe e descontracção total… Ainda enebriados pela animação constante da noite e dos gins bebidos, nem demos conta que…