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Viagens de prazer

Texto erótico | M18

São vinte e duas e cinquenta e seis. Temos ainda muitos km pela frente, mas vamos em silêncio. Ok, eu confesso que vou calada para reprimir tudo o que estou a sentir.
Tivemos uma discussão enorme antes de sair e eu estou amuada. Tenho esse direito! Mas o meu corpo não está e continua a desejar o homem que vai sentado ao meu lado a conduzir, como se o mundo fosse acabar amanha.
Quero-o tanto que às vezes nem consigo pensar direito!
Quero-o tanto que às vezes atiro as nossas chatices para trás das costas, só para o ter dentro de mim.
E esse desejo estava a pairar sobre mim. Vê-lo tão concentrado, com aqueles braços musculados a segurar firmemente o volante… Ah, já o imagino a agarrar-me assim. Já me sinto molhada! Merda!
Para de pensar! Para de pensar! Para de pensar!
Quem me dera conseguir… Olho-o pelo canto do olho, mordendo o lábio inferior. A vontade de lhe saltar para cima, já é maior do que a mágoa que eu sentia quando iniciámos a viagem.
– Quando puderes encosta. Estou um pouco mal disposta e preciso apanhar ar. – Pedi-lhe, olhando para as árvores que passavam diante dos meus olhos a alta velocidade. Não podia olhar para ele. Ele conhece bem o meu olhar sedento de sexo.
Parámos a poucos metros. Nada me disse. Saí do carro e fui, de facto, apanhar ar. Estava frio e era mesmo o que estava a precisar para arrefecer o meu interior. Encostei-me à traseira do carro e ali fiquei por uns bons pares de minutos.
Assim que achei que já estava fria o suficiente para terminar a viagem, decidi voltar.
– Está tudo bem? – Perguntou ele tentando não demonstrar qualquer sentimento.
– Sim. Podemos continuar.
E continuamos. E o meu desejo também continuou. Raios! Desisti de lutar contra ele, quando me cheguei para a ponta do banco e sem dizer qualquer palavra, lhe desapertei o botão das calças. Depois abri o fecho. Depois puxei os boxers para baixo e… Vi-o engolir em seco! Hum… Posso avançar!
Sem dizermos nada, arranjei forma de me baixar e de me dedicar àquele pedacinho dele que me leva à loucura tantas vezes. Quanto mais o ouvia praguejar e gemer mais vontade me dava de lhe roubar um orgasmo assim mesmo. E consegui, mas só depois de ele parar o carro.
Missão cumprida. Ajeitei o cabelo, limpei os lábios com as costas da mão e estava pronta para seguir viagem.
Ok, não não estava! Estava pronta era para  mais acção. E ele sabia disso… Mal consegui usufruir do meu triunfo alcançado minutos antes e já ele me estava a puxar para sair do carro e me sentar no banco de trás.
Ah, finalmente! Numa fracção de segundos, já havia roupa espalhada, palavras quentes trocadas, a boca dele nos meus seios, a mão dele a brincar com o meu clitóris, e eu a gemer. A implorar para ele me foder, sem dó nem piedade.
Só ele sabe como eu gosto de sexo sem romantismos à mistura. E o meu desejo era tão grande que em minutos, presa naqueles braços musculados, fui invadida pelo prazer no seu estado puro.
Uma e outra e outra vez….

#RaiodeSol 69Letras® 26.02.2017

De férias sem ti…

 

Estou de férias sem ti e é tão estranho acordar numa cama em que o teu corpo não está presente, em que o teu “Bom Dia Amor” não existe.

Sim, tenho saudades tuas.
É tão difícil viver sem ti, sem o teu carinho, sem o teu sorriso e sem o teu amor.

O período de adaptação foi muito difícil e complicado pois estava habituado à tua companhia no meu dia a dia e em te incluir em quase tudo que eu fazia. Os nossos abraços reconfortantes quando chegavamos do trabalho tristes e chateados, o beijo reparador do nosso sorriso e boa disposição, aqueles mimos super carinhosos que nos tornava ainda mais apaixonados… Estas são algumas das coisas que tenho saudades de ti… Mas tu já não fazes parte de mim, já não estás aqui, a acordar ao meu lado, a partilhar estes lençóis comigo…

Se sinto falta? Mentiria se dissesse que não. Com todos os dentes!
Se voltava para ti? Não! Isso também não! És passado, uma história com coisas boas, lindas e maravilhosas, mas também com muita tristeza e desilusão.

É estranho, muito estranho acordar nesta cama que não é minha e tu não estás aqui… Até foram algumas as férias que passamos juntos, os fim de semana prolongados em que pegamos no carro e abrimos caminho pelo país fora à descoberta e ao encontro do nosso mundo onde só tu e eu sabemos o quanto adoravamos acordar juntos e a desejar um Bom Dia um ao outro….

 

O Vizinho #69Letras

Falaram pouco sorriram muito. Eram um do outro.

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De 1 a 10

Foi no dia 1 deste que mês que ele lhe ofereceu 2 rosas vermelhas. Mandou-as entregar no local de trabalho às 3 da tarde. 4 amigas roeram-se de inveja enquanto ela corada, sorria feliz por aquele ato. Já não se falavam há 5 dias, pelas 6 horas ela mandou-lhe uma mensagem a convida-lo para jantar no restaurante onde jantaram no 7º encontro. Ela vestiu aquele vestido preto que tão bem lhe assentava, colocou os saltos prateados e um colar que descia pelo decote.
Já dentro do carro ela observou-o à sua espera à porta do restaurante. 8h em ponto como fora combinado, pontual como sempre. Jantaram tranquilamente e notava-se como estavam felizes por se verem novamente, deram as mãos sobre a mesa, e saborearam o vinho imaginando absorver o sabor nos lábios um do outro. Falaram pouco sorriram muito. Eram um do outro. Uma mesa com 9 pessoas olhavam-nos encantados conseguiam sentir que estavam num mundo diferente daquele casal, podiam gargalhar e brindar, mas aquele amor não o teriam. Era tão deles. Pagaram o jantar e partiram num só carro, já no elevador o fecho do vestido fora aberto e as calças dele desapertadas. Foi num 10º andar que se uniram pela primeira vez.

?A Vizinha #69Letras

 

Conto – Parte 2

Texto Erótico|M18
Suas palavras provocam efeito!… Os beijos aprofundam-se, as línguas entrelaçam uma na outra… Com um beijo intenso ele larga o corpo que tanto deseja possuir e manda-a entrar no carro. Ajeitando seu cabelo ondulado e o vestido na frente, se dirige para o outro lado do carro. Acompanhando-a, abre-lhe a porta… Sentada no carro daquele homem tão intenso, todas as conversas que tiveram passam na cabeça. Debruçando-se sobre suas pernas para lhe apertar o cinto, ele sente o cheiro do perfume doce e suave que lhe invadem as narinas. Um pequeno gemido é solto da sua garganta e depressa beija seus lábios, fechado a porta de seguida. Fazem-se à estrada e liga o radio, e o som preferido dela que começa a tocar… Ele lembrou-se! Sem trocarem mais uma palavra avançam estrada fora em direção ao mar. Depois de meia hora de caminho sem proferirem uma única palavra, ele começa a tocar ao de leve na coxa que seu vestido sensual não tapou. Um arrepio leve percorre seu corpo. Olhando para ele esboça um sorriso. Perguntando se ela está bem vai avançando com sua mão direita sobre a coxa em direção das suas cuecas. O calor é imenso! Suas mãos avançam e sentem a humidade. Ela esta pronta! “Estás bem molhada. Humm. Mas ainda vais ter de aguentar um bocado.” Não conseguindo responder simplesmente sorriu… Um sorriso maravilhoso lhe ilumina seu rosto doce. Ele eleva a mão aos seus seios e aperta. Ela solta um gemido e sente um calafrio. Nunca um homem teve tanto poder sobre seu corpo. O carro para à beira-mar. Uma brisa do mar envolve suas pernas nuas. Mais uma vez pensa nas conversas que tiveram ao longo dos meses passados… Lembrando-se ter contado o quanto adora o mar, esboça outro sorriso. Sentido o toque de uma mão grande e masculina, seus olhos procura o olhar intenso e escuro que a observam. “Vamos”, diz ele. Encaminhando-se para um hotel de mão dada, o desejo dos dois aumenta. Na recepção ele pede as chaves do quarto já reservado. Sim, aquele homem pensou em tudo! Os dois encaminham-se para um pequeno elevador que os leva até ao segundo andar… O desejo é notável, uma tesão enorme invade seus corpos. Deixando-a sair primeiro para poder apreciar seu belo rabo solta um “Humm” sem ela ouvir. A porta do quarto abre-se e os dois encaminha-se para dentro. Mal a porta fecha ele vira-se para ela e puxa a sua mão… Levando a mão até a sua tesão diz-lhe: “Sente o quanto te desejo. É assim que tu me deixas.” Ela cai de joelhos em frente do seu pénis duro e começa a desabotoar-lhe as calças. De imediato seu corpo reage. Seu pénis está mais duro que nunca… As calças e seus boxer descem. E seu pénis duro é o centro das suas atenções. Um beijo leve na ponta e ele dá um pequeno salto na direção da boca dela. Soltando um pequeno sorriso envergonhado envolve-o com suas mãos delicadas e cobre-o com a sua boca desejada. “Hummm, isso minha querida”, diz enquanto inclina sua cabeça para trás. Chupa e envolve todo o seu pénis com as mãos e boca. Sentido estar quase no ponto ele manda-a parar. Ajuda-a a levantar-se e vira-a de costas para ele… Levando uma mão ao fecho daquele vestido magnífico, abre-o…

continua…

Peregrinus #69Letras

Serei ninfo?

Texto Erótico|M18
Dentro do carro vamos em direção daquele Motel que tanto falas. O mar ficou para trás e o desejo aumentou. Adorava que me possuísses aqui mesmo dentro do carro mas tu preferes as quatro paredes. Chegamos. As minhas cuecas estão molhadas. Não aguento mais… Entramos no quarto, a porta fecha e eu já te agarrei. Meu desejo é enorme e até tu te assustas. A roupa cai no chão e tu deslizas para dentro de mim. Ahhh isto é tão bom. Mexo as minhas ancas por baixo de ti e tu entendendo a minha dica, começas a penetrar-me mais fundo e mais rápido. Tu já te vieste mas eu ainda não. “Não pares! Estou quase a vir.” A minha mão desliza para o meu clitóris e começa a ajudar a festa. “SIIIM” Sou envolvida num orgasmo intenso… Ah que isto é tão bom. Exausto deslizas para fora e vais para o duche. Eu sigo-te e começo a esfregar em ti. Sim meu querido, ainda não estou satisfeita. Um duche demorado com muitos beijos e apalpões a mistura. Sinto-me bem contigo mas continuo a não estar satisfeita. Quero-te aqui e agora! Tu sais do duche e secas o corpo, e eu pego na minha toalha e faço o mesmo. Deitas-te na cama. Humm é agora. Salto para cima de ti e começo a roçar a minhas partes íntimas nas tuas. O desejo aumenta, assim como o teu pénis gostoso. Subindo um pouco coloco-o dentro de mim e deixo-o entrar todo. Ah sim… É mesmo disto que preciso. Com movimentos lentos começo a mexer-me em cima de ti, enquanto tuas mãos já deslizaram para os meus seios. Coloco as minhas mãos por cima das tuas e aperto. É assim que gosto – a bruta! Eu começo a mexer com mais rapidez e atinjo um orgasmo intenso. Depois de recuperar o fôlego, desço de cima de ti e ponho-me de gatas. Cabeça na cama e rabo empinado para ti. “Fode-me!” O efeito é imediato. O teu pénis endurece e tu colocas-te por trás de mim, e sinto-te deslizar para dentro de mim enquanto desço a minha mão para o clitóris. Os nossos movimentos estão sintonizados. Uma mão na curva das minhas costas e outra no cabelo. “SIM” atinjo o orgasmo. Tu continuas a penetrar-me com força e acabo por atingir outro. “Ahhhhh, foda-se que isto é tão bom!” Sinto um dedo deslizar para dentro do meu rabo. Humm, adoro. “Vem-te dentro dele.” Tu esboças um sorriso enorme e colocas o teu magnífico pénis com cuidado dentro de mim. Com movimentos lentos começas a penetrar-me. A minha mão começa a mexer com a mesma intensidade. Os movimentos intensificam e aumentam a velocidade. “SIIIIIIIIM!” Atingimos os dois o êxtase ao mesmo tempo. Tu deixas-te cair para cima de mim, e ao fim de algum tempo sais de cima de mim, deitas-te, tapas-te e adormeces. Mas eu quero mais! Não podes dormir.
Serei ninfo ou simplesmente estou cheia de desejos por já não ter tido uma noite de prazer a muito tempo?

 

Segredos de um Tejo silencioso.

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Finalizei o dia exausto, e aguardei a tua chegada. Levaste-me então nesse teu carro, pensado eu que íamos jantar um belo repasto, paraste junto ao tejo, vi no teu olhar o desejo brilhar e num ápice saltaste para o meu colo, e retiras a minha gravata ferozmente atando-me na porta, a camisa foi-me arrancada num só golpe, a minha exaustão depressa desvaneceu e senti uma descarga de adrenalina, a tua subjugação tornou-me energético, fizeste-me provar o teu corpo aos poucos, deixando-me desejoso e acabas cavalgando em mim, sem piedade, e terminamos admirando as luzes de lisboa refletir no rio, satisfeitos partimos e esta ceia saciou-nos. Segredos de um Tejo silencioso.

Ricco #69Letras

Já trato os ciúmes por tu!

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Conheci o ciúme no mesmo momento em que te conheci a ti. Desde aí que morro de ciúmes de tudo o que está contigo sempre que não estou como é caso do vento que te cheira a pele ou o casaco que te abraça; as meias que te cobrem as pernas e os sapatos que te levam para longe de mim; a agua que te molha os lábios e os alimentos que se deleitam com o gosto da tua boca; do creme que te lambuza o corpo e do teu cabelo que massaja o pescoço; do telemóvel que escuta a tua voz e do banco do carro que te dá colo.
É grave.
Não consigo evitar estes ciúmes loucos de tudo o que te tem quando não estou.

 

A Vizinha

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