Quero-te tanto… digo-te tão pouco…

  Enquanto dormes estou agarrada a uma caneta em vez de ser a ti. Devia de estar aí sentada do teu lado e sorrir por colorir os teus sonhos. Gostava de estar junto de ti[…]

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Eu mortal, tu imortal.

Olho para ti e ainda não descobri porque tanto me atrais, porque ouvir o teu nome me faz tremer e o meu corpo se dá a ti sem restrições. Tu e esse teu sorriso deslavado[…]

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Ele é apenas apaixonado por um amor que já sabe que existe.

  Nem sempre quando escrevo é sobre um rosto específico, na verdade foram vários os rostos que à sua maneira me marcaram e deixaram de si em mim. Então pego nos vários pedaços das várias[…]

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Acho que lhe vou tirar a caneta das mãos

  Lá está ela rodeada de pessoas, sentada numa mesa com uma vela acesa e copos vazios pelas bocas sedentas daquele bar, e ao lado dela, as colunas a rebentar nos seus ouvidos. Lá está[…]

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Pertenço ao silêncio

  O silêncio não me tem trazido todas as respostas para o mundo de contradições que em mim habita, mas, tem-me ensinado a viver de um modo que me faz feliz. O silêncio ensinou-me a[…]

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Desejo tão urgente que não precisa de apresentações.

Hoje as mãos rejeitam a caneta, o papel não acolhe as palavras e tu penetras-me na mente e impedes-me de cuspir o turbilhão de emoções com que me invades sem permissão a altas horas da[…]

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Gosto de escrever e de me inventar no papel.

O que sou, quem sou, poucos o sabem e confesso nem eu mesma o saber. O que sei, é que dentro de mim existe um mundo ilimitado de personalidades e de quereres. Não sei o[…]

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