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Estrelas

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Texto Erótico|M18

– Anda, quero mostrar-te um sítio.

– Agora? Vão dar por nossa falta?

– E o que tem? Preciso de ti mais do que nunca.

Apenas sorri. Pegaste na minha mão, entrelaçaste os teus dedos longos e grossos nos meus e enquanto nos dirigíamos para a porta, imensos olhares focavam o nosso caminhar, os nossos corpos, as nossas mãos… Por momentos parecia que estávamos a caminhar sobre uma passadeira vermelha onde toda a atenção recaía em nós. Começo a sentir borboletas na barriga, nunca me tinhas segurado desta forma, com esta certeza. Afinal não passávamos de uns meros amigos que de vez em quando se encontravam para “estudar anatomia”.

Da última vez prometemos que seria a última vez, tal como todas as outras vezes. Já perdi a conta de quantas promessas já quebramos… seria para ser só uma vez, só um contacto, só uma noite, mas esta minha carência pelo teu toque e a tua carência pelas minhas fantasias combinam na perfeição.

– Já me vais dizer o que me vais mostrar?

– Quando chegarmos, verás.

(…)

– Este será o nosso lugar. Gostas?

Sinto a tua mão a pousar delicadamente sobre a minha anca, a puxares-me aos poucos para a tua frente e sem dar por isso, já estavas abraçado a mim. O meu corpo começa com suaves arrepios, é estranho, fazes-me perder a noção das vezes que já estivemos juntos, mas ainda consegues despertar esse efeito em mim.

– É lindo! Daqui vemos a cidade toda. Nosso? O que queres dizer com isso?

– Não queres que seja nosso?

És tão bom a fugir ao assunto quando me respondes com outra pergunta. Consigo sentir o teu coração a acelerar. A tua mão hesita-se, ficas sem saber onde me tocar, pousas-la devagar, com aquele toque quente na minha barriga, a tua respiração ofegante junto ao meu pescoço e o teu tesão bem junto do meu rabo.  Adoro senti-lo e ver-te assim, mordo o lábio e encosto-me mais um pouco para o sentir, viro-me para ti. Faço aquele olhar sedutor, desaperto as tuas calças, amarro-o, olho-te nos olhos e beijo-te. Caramba, que se passa contigo hoje?  Estás desajeitado com os beijos, estranho mas ao mesmo tempo tão romântico.

– Vem, deita-te aqui comigo. Olha como as estrelas brilham.

De facto, nunca tinha reparado muito nas estrelas, nem fazia ideia de que te interessavas por estrelas. Olho e vejo-as a brilham intensamente, intensamente como o desejo que tenho em te saltar em cima. Trazes-me aqui para ver estrelas? O sitio é fabuloso, de facto, a minha mente já está a trabalhar em simultâneo com a tua… estás à espera que diga alguma coisa não é? Não me vem nada à cabeça, o meu pensamento já está muito para além daquelas estrelas. Surge-me então :

– Não podes ir buscar uma para mim?

Não era nada disto que queria perguntar, só me ocorrem perversidades, aquelas que tu adoras. Dou-te a mão.

– Para que ir buscar uma, se tu já o és.

Trocamos olhares, sento-me na tua barriga, sinto as tuas mãos a subirem-me pelas pernas parando e apertando o meu rabo. Assim sim, já pareces o “bad boy” que conheci, desinibido.  Desaperto a tua camisa, muito devagar, botão a botão, sempre de olhos nos olhos, consigo sentir o teu desejo. Rebolas, fico por baixo, a relva está húmida, tal como eu. Desapertas o meu vestido… e permanecemos lá até o amanhecer.

 

DamaDeCopas

Hoje apeteces-me…

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Texto Erótico|M18

Nem te liguei para saber se poderíamos estar juntos… Apenas vesti a melhor lingerie com um simples casaco por cima e lá fui caminhando até a tua casa….
Queria algo diferente, algo que não tinha feito, e que ficasse gravado na tua memória…
Chego ao estacionamento, ligo-te pedindo que desças. Ficas estupefacto ao me veres ali.
Pego a tua mão e levo-te ao Jardim mesmo ali ao lado da estrada por onde passam tantos carros…
Há pessoas na rua, passeando os seus cachorros, praticando desporto e uns poucos a namorar….
Estava nervosa e tu curioso para saber o porque de te levar até ali…
Sentamo-nos no banco mais discreto rodeado de arvoredo… Perguntas tu o que trago vestido por debaixo do casaco… Deixo te espreitar e chamas me de doida.. Doida porquê?! Por querer te sentir ali mesmo naquele banco, naquele jardim? Estava tão excitada que não me conseguir controlar. Discretamente sentei-me no teu colo, abri o fecho das tuas calças, desviei as minhas cuecas e coloquei-o dentro de mim. Fiquei com uma vontade louca de te chupar… Não passava ali ninguém naquele momento, sai de cima de ti e chupei-te ali mesmo. Todo até ao fundo como gostas… Devias ter visto a tua cara. Estavas tão excitado mas tentavas disfarçar com medo que alguém passasse e te visse. Ficas-te bem teso, voltei para o teu colo e fiz de ti o meu cavalinho. Cavalguei como se estivesse numa corrida de cavalos. Estavas cheio de medo mas o momento estava quente demais para quereres parar. De repente esqueces-te que estávamos no meio da rua, num jardim, onde a probabilidade de alguém aparecer era bem grande. Tiras-me de cima de ti, livrando-me do casaco fiquei eu ali de lingerie. Encostas-me a árvore onde me continuas a foder-me mas agora com menos receio. Estávamos tão quentes que não queríamos saber de mais nada. Até ouvirmos uma voz meiga… Olhamos para trás e vimos uma bola. Foda-se! Depois de uma bola vem sempre uma criança! Atrapalhados, tento ser rápida a vestir o meu casaco e tu apertar as calças para a criança não ver nada… A criança aparece… Uff! Estávamos vestidos.
-Francisco não vás para ai! Não interrompas os senhores…
Foda-se a mãe do puto viu-nos… Corados saímos dali…
Mas se ela sabia porque não o impediu de se aproximar? Pois, estava tão bom, tão quente….
Pelo menos ficará gravado na tua memória.

Little Patrice

Esta tortura a que te submeto é a mesma a que me sujeito.

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Segue-nos no facebook! Esta tortura a que te submeto é a mesma a que me sujeito. Tu estás aí e eu aqui a querer-te dentro de mim. Privo-me de ti apenas para te ter a suplicar pelo meu corpo nas raras vezes em que atendo as tuas chamadas.
Eu não te vejo, e tu não me vês, mas mimo-te ocasionalmente com uma fotografia minha para te tornar a reacender e deliciosamente contaminar a tua mente.
Torturo-nos. Jogo ou não, é assim a rebentares de desejo que te quero. Logo logo vais-me ter nos teus lençóis, mas não será quando implorares, mas quando eu quiser .
Torturo-te e é por isso que tanto me desejas, é por isso que cegas de tesão, é põe isso que estou em cada orgasmo que tens e é em ti que penso, sonho revivo e invento para me vir.
Sim tudo isto é desnecessário, podemos-nos sentir sempre quando e onde quisermos mas é assim que quero o teu corpo. A desejar-te por noites sem fim e consumar apenas quando bastar um olhar para que eu escorra de desejo e o teu lutar para rasgar as tuas calças.

 

A Vizinha

Esta noite sonhei contigo. Sabe-se lá porquê!

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+18 | Texto erótico |Sabe-se lá porquê estavas sentado à beira de uma cama, e eu em pé à tua frente.
Isto sim é estranho, que estávamos nós a fazer num quarto?
Lembro-me que estávamos a conversar dos assuntos já habituais entre nós, quando de repente sou invadida por um louco desejo momentâneo.
Naquele instante, apenas via o movimento dos teus lábios, mas nada ouvia. A minha audição estava atordoada. Os meus sentidos estavam apenas centrados no calor que surgia entre as minhas coxas.
Um calor invadiu-me, suores frios caiam sobre mim, e naquele quarto, para aquele momento, só tu estavas lá, creio que se não me aceitasses amar naquele instante, acabaria por desmaiar com tanto tesão.
Por favor, deixa-me sentar em ti – Pedi-te.
Não fizeste perguntas, nem brincaste com o meu pedido, apenas te prontificaste libertando o teu s3xo dentro das calças, dispo as calças do pijama ( porque raio estava eu de pijama?), e sento-me em ti.
Ali, tu sentado na beira da cama, eu sentada sobre ti, fomos um só.
Tu impulsionavas-te para mim, e eu empurrava-me para ti… esfregámos-nos numa melodia perfeita, por um tempo que parecia infinito, pois os nossos corpos libertavam agua, o cansaço na respiração ja se ouvia, mas o desejo não desvanecia…
Entretanto acordei, ainda a flamejar entre as pernas… mas tu já não estavas lá…

© Cátia Teixeira 69 Letras 2017