Sem olhar a quem!

Sei que poucos de vós me conhecem a cara, ou mesmo o espirito, mas posso-vos dizer que sou eterna criança. Sinto-me todos os dias como se fosse uma gaiata que descobre tudo pela primeira vez. Sou leve, levinha a quem me olha e pesada quem me quer mal. Vibro com cores, formas e feitios. Estudo…

Por favor faz-me valer um bom café…

Sei que com todo o direito pensas que podes invadir e espreitar o meu interior. Aqui é verão todo o ano, Sem restrições e sempre de cabelo solto.. Música pela tarde e libertamos a nossa mente! Muitos dizem que sou estranha,  Mas digo-te que vale a pena conhecer. Não gosto de me deitar cedo. Gosto…

Todos os dias à mesma hora cá estamos nós.

Estranho… Mexo o café na já habitual varanda, está a chover e já sei que não posso esquecer o chapéu de chuva e de calçar botas; o senhor Domingos no seu casaco vermelho passeia o Boris o seu fiel amigo. Todos os dias à mesma hora cá estamos nós. Mas alguma coisa está diferente, torno…

“Despertar”

Em todos meus anos de vida, nunca um despertar foi tão vazio. Fugiste de mim, sei que apenas por uns dias, umas longas horas e que provavelmente irá acontecer mais vezes na longa vida, que ambos queremos ter juntos!! Caminho pela casa, ainda meio perdido de sono, com os músculos entorpecidos da cama e o…

Um daqueles dias…

Hoje estou num daqueles dias. Sabem? Aqueles onde só nos apetece ficar em casa a dormir. Esta tanto frio, e eu tão constipada. O meu nariz parece uma torneira enquanto escrevo isto. Estou fodida – e não no bom sentido. Tenho o meu corpo todo a pedir a cama, a cabeça a latejar de dor….

Vontades matinais

Vontades matinais Nunca consegui explicar o porquê destas vontades, meras vontades. O teu cheiro pela manhã intriga-me e até sair da cama sem um aconchego em ti me custa. Custa tanto, não ter aquele beijo inconsciente… Mas sou corajosa e saio da cama! Sem demoras, apanho-te no meu radar. Quero-te perto, o meu corpo precisa…

Tudo o que couber num café

Nossa relação teve a duração duma chávena grande de café. Antes de nos tocarmos, pairava a mística das possibilidades no ar. Seria uma relação doce ou amarga… A emancipação duma pinga de leite frio, só para aliviar um pouco a densidade do nosso sabor…  Depois da espera, finalmente o primeiro gole.  E se me sabias…