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Blood and more Blood

Olá gente doida, como estão vocês esta semana?
Resolvi falar convosco sobre… Preparados?!  3, 2, 1 SANGUE…

Ahhh pois é bebé, eu cá adoro este tema e antes que comecem a pensar que sou vampira ou algo que valha, aproveito para dizer que não sou lol, mas não me importava nada.
A verdade é que desde muito pequena que tenho um fascínio por sangue em particular com o meu que tem uma característica muito engraçada que a longo prazo não tem piada nenhuma e posso vir a ter bastantes problemas. O nome é  (creio eu, lol,  já foi há muitos anos que me disseram o que era) Hipercoagulação e no meu caso é defeito genético.
Agora vem a parte em que explico porque acho giro, lol.
Pois sempre que me feria os meus cortes cicatrizavam a olhos vistos o meu sangue ficava feito gelatina e estancava super rápido, assim como a minha cicatrização é rápida demais o que é bom mas também tem desvantagens, fazer tatuagens acaba sempre por expelir a tinta enfim um filme mas em compensação 4 dias e é como se tivesse feito à 1 mês lol.
Bem mas já deu para entender de onde vem o meu fascínio por sangue, né?!
Agora onde entra o sangue no BDSM?!

Bem de várias formas muitas vezes até nem é intencional depende dos limites impostos e práticas feitas.
Só para que saibam não é só em BDSM que existe excitação. Nas práticas que têm sangue, existe um fetiche mesmo, o termo certo creio que é Hematomânia mas a maioria da informação que existe na net escrevem fetiche de sangue e tá feito.

Bem, ele consiste em ter satisfação sexual em assistir alguém sangrar, beber ou apenas ver sangue no corpo mesmo que não seja de nenhum dos participantes.
Cá por terras lusas não é muito comum mas já li que em outros países existem comunidades de “vampiros” que é comum este tipo de práticas, até o consumo diário.
Eu já tive oportunidade de falar com um senhor que mora na Inglaterra que se diz vampiro. Digo senhor porque era homem para cima de 57 anos.
A família quase toda era vampira,  achei um piadão falar com ele e gostei de saber que até me enquadrava no estilo de vida vampírico.

Eles não são inflexível, são vampiros que trabalham e andam ao sol, é mesmo só o gosto pelo degustar de sangue.
Ahhhhhhhh só um reparo. Antes que partam as cabeças a pensar se esta malta faz sangria (termo dado para sangrar, não tou a falar da bebida tá) uma das formas de consumo e a principal pelo que fiquei a saber é sangue menstrual 😉 pronto já meti nojo a 95% das pessoas que estão a ler.

Até existe uma categoria porno só pra isto, podem ir ver se faz favor é Menstrual sex 🙂 para maiores de 18 sim?

Pois bem, bebem, lambem e guardam no congelador.

Como?!

Pois eu por acaso também uso o acessório em si não para esse efeito, chama se copo menstrual é um copito que se insere na dita cuja e guarda o sangue menstrual até 8 horas e depois é esvaziado.
Pronto é assim que eles fazem para não perderem nenhuma gotinha.
Achavam que iam aos hospitais buscar saquinhos de plasma como na série Buffy, a caçadora de vampiros?!

Nahhh assim vem direito da fonte é melhor.

Aproveito já agora para falar de uma coisa importante que é segurança nestas práticas, não é coisa que se faça assim à maluca geralmente é com um parceiro fixo e exige exames regulares.
Para não falar na noção de anatomia como onde cortar, onde NÃO se deve cortar e até ter em conta a área a cortar. Pois não querem numa zona onde a pele esteja muito esticada pois a cicatrização é mais difícil, entre outras coisas a ter cuidado.
Por isso não é aconselhado a inexperientes, tá? É aquele momento que se ouve uma voz off a dizer :
“Meninos, não tentem isto em casa”.

Existe algum play com sangue?! Yessssssss a categoria é Bloodplay.

Agora calmex que não andamos por aí a cortar pessoas a torto e a direito, tanto que não é das práticas mais comuns entre praticantes.
Claro que a intensidade dos cortes varia de pessoa para pessoa. Temos de lembrar que a pele é feita por 3 camadas.  Alguns apenas rasgam a Epiderme com leves rasgos feitos pela ponta de um objecto afiado e outros a derme e aí já faz sangue mas não ao ponto de se ficar com cicatriz pois aí já teria de se atingir a terceira cama que é a Hipoderme.
Já fiz algumas cicatrizes de propósito e posso dizer que para quem faz Cutting (cortar) pelo menos a parte submissa, não há nada mais satisfatório que guardar aquela cicatriz como uma recordação de momentos passados e entrega total.

Para malta mais Hard temos o Branding aqui não é tão focado no sangue mas na marca em si, tal qual como marcar gado com ferro quente.  É feita uma queimadura com um símbolo de forma a submissa/o ficar marcada/o para o resto da vida como propriedade da parte dominante.
Ainda existe a Escarificação, creio que já devem ter visto nalguma imagem parece uma tatuagem mas feita com objectos cortantes e o resultado é uma linda cicatriz (ou não lol) com desenhos e formas.

Já que estamos a falar de modificação corporal não podia deixar de falar de BodyPiercing Play ou Needle Play que é outra vertente.
Acho que a primeira é bastante óbvia e até entusiasmante a ideia de ter as endorfinas aos saltos.
Atenção que ambas as práticas devem ser feitas com todo o cuidado de higiene e segurança seja como materiais descartáveis e esterilizado, utilização de antissépticos e afins.
Vocês podem até achar estranho como se pode tirar prazer em fazer um piercing mas heyyyy temos gostos para tudo sim?

Neddle Play já falei anteriormente e é realmente algo lindo de se ver. Uma verdadeira obra de arte e cá está uma coisa que aqui a Kat quer aprender um dia 🙂 para isso claro que vou pedir umas lições a quem realmente sabe, não me vou por a inventar, estejam tranquilos.

Bem espero ter elucidado um pouco sobre este assunto do qual gosto bastante.

Uma lambidela nas costas de todos.

©Misses Kat 2017 #69letras