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Amarna Miller, protagonista do vídeo que critica hipocrisias | ErosPorto Salão Erótico

 “Pátria” tornou-se viral e atingiu 20 milhões de visualizações só na primeira semana

Amarna Miller, protagonista do vídeo que critica hipocrisias

da sociedade espanhola, é convidada de honra do Eros Porto

 

 

Amarna Miller é a protagonista de um dos vídeos mais polémicos e virais dos últimos tempos em Espanha e não só, que alcançou logo na primeira semana mais de 20 milhões de visualizações.  

 

Em “Pátria”, a atriz e realizadora é a voz crítica das incoerências morais da sociedade espanhola em aspetos tão diversos como corrupção, aborto ou prostituição.

 

Miller é a convidada de honra do Salão Erótico do Porto 2017, onde dará uma palestra sobre “pornografia ética e feminismo”.

 

Odeia hipocrisias e por isso o papel que lhe foi reservado em “Pátria”, vídeo promocional do Salão Erótico de Barcelona 2016, certame da mesma organização do Eros Porto, assenta-lhe que nem uma luva. Famosa em Espanha, onde venceu o Prémio Ninfa 2014 para Melhor Atriz de Filmes para Adultos, Amarna Miller foi a protagonista de um dos vídeos mais polémicos e virais dos últimos tempos.

 

“Chamo-me Amarna Miller, sou atriz porno e nasci num país hipócrita…” é assim que se apresenta logo no início de “Pátria”, vídeo produzido pela agência catalã Vimena. Ao longo de pouco mais de um minuto, de olhar fixo e cabelos avermelhados, no centro da cena que recria a última ceia, Miller coloca a nu as incoerências morais da sociedade espanhola (e não só) nos mais diversos temas, como touradas, corrupção, aborto, prostituição, orientação sexual, imigração e até religião.

 

O impacto foi tal que “Pátria” alcançou um milhão de visualizações no YouTube, em apenas 24 horas, e mais de 20 milhões, em todas as plataformas, na primeira semana, tendo sido mesmo comentado e partilhado por políticos do país vizinho, como Pablo Iglésias e Iñigo Errejón, líderes do Podemos.

 

Amarna Miller vai estar no X Eros Porto – Salão Erótico do Porto, que se realiza entre 9 e 12 de março, na Exponor. Logo no primeiro dia do evento profere uma palestra sobre “pornografia ética e feminismo” no espaço “AULA”.

 

Psiconauta profissional

 

Mas afinal, quem é a convidada de honra do Eros Porto? Nascida em Madrid em 1990, Amarna define-se como “psiconauta profissional, alma livre e cidadã do mundo” e, tal como explica, “enquanto desordeno ainda mais a minha entropia existencial, trabalho como atriz e realizadora de filmes para adultos”. Atualmente grava para diferentes produtoras internacionais, pelo que a sua vida faz-se em constante movimento e em viagens por várias regiões do mundo.

 

Miller estudou Belas Artes, fundou uma produtora de conteúdo explicíto que dirigiu durante cinco anos e é autora frequente de artigos para diferentes publicações, nos quais revela um grande consciência política e social e de que são exemplo “Arte e censura nas redes sociais” (El País), “O corpo como ação política” (Vice Magazine), “Não percam tempo” (El Periódico de Cataluña), “O fracasso da democracia” (Tribus Ocultas), “A abelha que morreu na minha rodagem com Rocco Siffredi” (Playground Magazine) ou “O slut-shaming tecnológico, os problemas de ser uma pequena empresária na indústria pornográfica” (Gonzoo).

 

É ainda autora do livro de poesia “Manual de Psiconáutica”, lançado em 2015, no qual nos deixa espreitar para o interior de si própria, através de uma coleção de imagens cuidadosamente recolhidas e acompanhadas por uma série de textos sobre a atualidade ou o momento em que tirou essas fotografias. Confessa-se “viciada na adrenalina e em sair fora da zona de conforto” e adora antiguidades, gatos e propostas estranhas. Nos seus tempos livres planeia “como conquistar o mundo”.

 

O Eros Porto 2017

 

O Eros Porto – Salão Erótico do Porto é o maior evento erótico português e um dos maiores da Península Ibérica e Europa. Em destaque estão as mais recentes tendências e novidades, nacionais e internacionais, das áreas do erotismo e da sexualidade, não só em termos de práticas sexuais, produtos e serviços, como também de espetáculos e de artistas.

 

Neste certame, que conta com diversas áreas como Porno Educativo, Estúdio de TV em Direto, Zona VIP, Swinger, Extasia, HotGay, BDSM, Aula e Arte, para além de inúmeras atividades dirigidas às mulheres, participam mais de 130 artistas nacionais e internacionais, provenientes de vários países, com destaque para Portugal, Espanha, Itália e Hungria. Todos os protagonistas, entre atrizes, strippers, pole dancers, drag queens e transformistas, podem ser vistos em 14 palcos e áreas privadas em espetáculos contínuos.

Dominadoras

Vamos falar de FEMDOM

(Female Domination)

Ora bem, cá está um tema que eu adorooooooooo!

Pois bem, neste vasto e maravilhoso mundo do BDSM existem vários tipos de Dominadores, Dominadoras e assim como tipos de submissos/as.

Para já explico vos resumidamente a nomenclatura associada a Dominadoras.

Lady – Por norma são dominadoras que costumam ter relacionamento e envolvimento pessoal com o seu submisso juntam o mundo baunilha ao bdsm, ou seja, além do relacionamento DS (Dominação-Submissão) são esposas, namoradas dos seus submissos/as.

Domme – SÁDICASSSSSSSS! (brincadeira).

Domme tanto pode ser usado como diminutivo de Dominadora ou como titulo de uma dominadora que goste de práticas mais sádicas, geralmente há sempre sofrimento físico e psicológico envolvido.

Deusa – O nome diz tudo, não?

Eu mesma me considero um pouco de deusa.

São Dominadoras que são o objeto de veneração por parte do submisso/a, seja física ou psicológica.

Idolatria acho que é a palavra que mais define um tipo de relação de um Sub para com a sua Deusa.

Dominatrix – É uma Dominadora profissional e tributada.

Ao meu ver são quem mais reúne conhecimentos sobre as praticas de BDSM afinal não estão ali para brincadeiras.

Já agora uma curiosidade, se virem que a palavra tem mais que um X no fim significa que essa ProDomme faz sexo com penetração nas suas sessões.

(a não ser que tenha colocado porque achou fixe e olha não sabia disto eheheh)

Mistress ou Mestra – Por norma o Mistress é titulo para uma dominadora com conhecimento teórico e aprofundado de BDSM, mesmo nas práticas que não são da sua preferência.

Atenção que Mestra já varia um pouco pois é como uma Mentora que além de partilhar o seu conhecimento geralmente encaminha e tem debaixo de sua alçada iniciantes.

Rainha – huuuuuuuuuu tb gosto desde título… Muito, Muito, Muito!!!

A Rainha é uma Dominadora com preferência para práticas que envolvem podolatria.

Para quem não sabe fetiche por pés ou parte deles, provavelmente este fetiche irá ter um destaquezinho numa futura conversa, pois tenho de vos dizer que tive a oportunidade de falar com alguns podolatras e tenho particular carinho por eles.

Para mim não há nada mais submisso que um homem de joelhos a acariciá-los como se fossem a coisa mais incrível do mundo.

Espero não me ter esquecido de nenhuma ?

Uma coisa posso dizer que todas temos em comum a personalidade forte, por norma são mulheres que sabem o que querem e quando querem.

Um toque, uma palavra um simples sinal ou olhar é o suficiente para fazer com que um sub entre num estado de submissão mesmo que ambos estejam em contexto público.

Certas coisas não se aprendem, nascem connosco e ser Domme é assim, faz parte de nós.

Para finalizar independentemente de ser Rainha, Mistress, Lady, Dominatrix, Domme ou Deusa, são mulheres que conquistam o respeito de quem as rodeia, não as confundam com mulheres que querem impor respeito, apenas porque usam um destes títulos num nickname.

Cuspidelas na cara, Misses Kat #69Letras

A,B,C do BDSM

Oi kinksters hoje resolvi escrever sobre a base e explicar um pouco o que realmente é o BDSM, contrariamente ao que muitos pensam não se resume a palmadões, algemas, velas, cordas e sexo violento.

Para conhecerem há que saber o que o acrónimo significa, por isso bora lá, isto não é ciência espacial.

Bondage e Disciplina (BD), Dominação e Submissão (DS), Sadismo e Masoquismo (SM).

Por isso quando me referir a um relacionamento DS, não estou a falar no amor que tenho à minha Nintendo e sim de um relacionamento de Dominação e Submissão ou de Dominador/a e Submisso/a.

E quando falar em BD, estou mesmo a falar de Banda desenhada, esta parte ficou percebida lol.

O que é o BDSM ???

Para mim é uma forma de expressão sexual, e atenção, que pode não ter qualquer ligação directa ao acto sexual em si, isso vai variar de pessoa para pessoa.

Mas o principal é a cedência de poder entre participantes, em que cada um vive o BDSM à sua maneira, mediante as suas próprias regras e conduta .

Não há manual do que é certo ou errado existe, sim preparação, estudo e acima de tudo conhecimento dos seus próprios limites, e desejos assim como das restantes pessoas envolvidas.

Por falar em limites devo referir o que quase todos os praticantes têm como mantra são siglas que representam o que à partida todos temos de ter em conta em actos e praticas.

SSC – São ,Seguro e Consensual.

As palavras dizem tudo, à que estar em estado de alerta por isso estar sobre influências que possa deturpar ou alterar o poder de decisão está fora de questão.

Seguro, falamos de coisas como preparação de material desde higienização, verificar se está apto e preparado, tomando as devidas precauções para evitar que haja ferimentos graves e não planeados.

A parte do seguro não se resume apenas a preparação do espaço ou do material a ser utilizado é mais que isso, no que toca ao papel de Dominante temos de ter algum conhecimento sobre o que fazer em situações que possam ocorrer durante as praticas como descargas adrenergicas, ataques de pânico… enfim, inúmeras coisas que podem surgir e para cada uma delas existe uma forma de minimizar o desconforto que a parte submissa esteja a passar e reconfortar quando é necessário.

Consensual, para que qualquer relação avance logo de  inicio tem de existir uma negociação prévia para que fique definido que qualquer pratica efectuada entre ambas as partes é consentida.

Agora, caso estejam vocês a pensar que isto é muito relativo e varia de pessoa para pessoa.

Sim, têm razão, existem práticas que faço que aos olhos de outros praticantes não é de todo seguro logo estaria a ir contra a ideologia do SSC, mas também temos o R.A.C.K (Risk Aware Consensual Kink) que ao meu ver e a melhor forma de explicar é ter noção dos riscos ou seja consentir e ter consciência que certas atividades poderão por em risco algum dos intervenientes.

Para dar uma ideia, álcool à partida o SSC dita que não devemos estar sobre influências que possam deturpar os nossos sentidos mas se ficar acordado entre ambos que isso poderá acontecer o Bottom está ciente logo consentiu e tem noção do risco, espero ter-me feito entender .

Mas voltando à pergunta inicial, devo dizer que é complicada e daria pano para mangas pois cada um tem a sua interpretação e que eu saiba ninguém me proclamou “Expert” além que existem várias opiniões contraditórias no que toca a assuntos referentes a BDSM no meio, tanto que existe um termo de praticantes de velha guarda e nova guarda .

Para vos dar um exemplo que vem sempre à baila nas conversas que “exemplifica” o conflito de ideias.
Praticantes da velha guarda acham que a nomenclatura do BDSM nada mais é que totalmente desnecessário e é tudo modernices a mais .

Temos TOP’s e Bottoms e basicamente é isso.

Enquanto a Nova Guarda é apologista de tudo tem um nome existem vários tipos de TOP´s e Bottoms

Eu entendo ambos os lados e identifico me com as duas formas de pensar, concordo com a teoria da velha guarda que tudo está a ser um pouco banalizado e comercial e cada vez há mais nichos e terminologias e muito blá blá e pouca acção .

Isto deu origem a termos como Dominadores da NET, Geração filhos de Grey, Pseudo Dominadores/as e Submissos/as, apelidos fofinhos para o BOOM de supostos praticantes que não saem por detrás dos Pc e telemóveis e vêm realmente experimentar o BDSM.

E também  concordo com a nova guarda que existem sim categorias e faz sentido pois nem todas as pessoas são iguais é normal que nem todos os Top´s ou Bottom´s assim o sejam .

 

O que é um TOP, Bottom ou Switch(er)

TOP – é quem assume a posição Dominante.

Bottom – quem assume posição submissa.

Switch(er) – alguém que assume tanto posição Dominante como Submissa, pode ser com outro Switcher ou com parceiros de posição diferente .

O que significa o termo Baunilha?

Fácil, tudo o que não tenha a ver com práticas BDSM, Fetichismo e afins…

É usada essa palavra para identificar tudo o que não pertence a este mundo como vida baunilha, relacionamento baunilha, sexo baunilha.

(e não tem nada a ver com gelado de baunilha lol um dia explico).

Depois existem várias subcategorias para os Bottom´s como Brat, Baby girl/Boy ou também chamados de Litlle´s, Pet, Slave, Sissy´s, SAM´s, Money Slave etc..

Estas subcategorias vão variar dos “Plays” que se faz seja por gosto do Top ou preferência do próprio Bottom.

Afinal cada um tem os seus gostos, eu pessoalmente gosto de Pet play faz todo o sentido que procure alguém que partilhe do mesmo gosto que eu não tinha lógica ter um Little por exemplo.

Numa próxima publicação vou explicar o significado de cada tipo de Bottoms e os plays associados .

Mas por hoje é tudo.

Cuspidelas onde preferirem,

#Misses Kat #69Letras

 


BDSM, Chonézice e Coisas Assim Assim…

Correndo já o risco de perder a credibilidade como alguém que supostamente é entendida na matéria, tenho de alertar de antemão que comigo tem de haver boa disposição, por isso palavras estranhas serão usadas com frequência.
Pretendo nesta primeira publicação fazer uma breve apresentação e explicação do que podem vir a encontrar nesta rubrica. E para que não se percam vamos por pontos.

BDSM – Todos sabem o que significa ou ouviram falar, e parece que a moda veio para ficar. Yeahhhhhhh!!
Para mim é algo que faz parte da minha vida, em que adoro, respeito e acima de tudo levo com seriedade quando a situação assim o requer.
Sou uma Domme e para quem não sabe Dominadora resume tudo (ou não, por isso mais para frente será explicado). Adoro o que faço e posso dizer sem falsa modéstia que tenho algum conhecimento prático e teórico sobre este maravilhoso mundo do qual vos vou mostrar.
Tenho intenções de fornecer informações, desmistificar certas práticas, dar dicas, esclarecer duvidas e relatar experiências vividas por mim ou por amigos praticantes.

Chonézice – Também faz parte de mim e de quem me rodeia, tenho um sentido de humor meio estranho e adoro estar rodeada de pessoas igualmente estranhas, pessoas essas que regularmente chamo de “ohhhhh meu granda choné!”

Coisas assim assim – Bem, essa parte é a tal dita apresentação em que para já não vou debitar Gigabytes de informação em cima de vocês, pois afinal não quero que adormeçam, por isso bora lá então.
Sou a Misses Kat, Misses como diminuitivo de Mistress e Kat porque a minha alcunha em miúda era Gata e foi ficando até aos dias de hoje para alguns.

Sou praticante de Bdsm além de Fetichista, adoro falar sobre este meu lado mais Kinky e espero conseguir trazer o vosso ao de cima

E é assim caríssimos, apresentações feitas e não percam os próximos episódios porque nós também não.

Lambidelas onde mais gostarem.

Misses Kat #69Letras

PS: Tinha que haver uma referência ao Dragon Ball, pois claro…


Resposta à provocação…

Texto Erótico|M18

Resposta à provocação da Little Patrice e Miss Steel…

Minhas Queridas,
Quero, quero muito sofrer esse castigo que me querem impor.
Desejo sentir no corpo o couro do chicote, o frio das algemas e o quente das velas…
Anseio pelo momento em que vos terei as duas a cuidar de mim, como se um escravo de prazer se tratasse.
Mas enganem-se se pensam que serei 100% submisso. Gosto, aliás, adoro uma mulher que tome as rédeas, que assuma o comando, que seja impiedosa na hora do prazer… Em tudo existe uma coisa chamada reciprocidade…
Nesse “casamento” de princípios e desejos, vontades e respeito, há também a troca de posições, onde o chicote tanto marca o rabo do homem como de seguida é jogado com toda a vontade e prazer no belo e delicioso rabo da mulher…
Little, Steel… Espero que saibam jogar este jogo de luxúria e prazer, onde a linha entre dor e prazer é muito ténue, quase que similar, porque amanhã estão convidadas para entrar no meu playroom onde o couro das chibatas e do flogger dominam, o frio do inox das algemas marca a temperatura no corpo e o vermelho das velas a temperatura do quarto… Vibrador? Não, prefiro o plug anal ou mesmo as bolas chinesas… Com estes acessórios colocados vos farei desfilar pela Rua dos Prazeres onde nos juntaremos à habitual tertúlia dos 69’s… Aí sim, será castigo saboroso e delirante…
Hum… Tenho um novo brinquedo para experimentar… Um baloiço de couro com vibrador… Hoje, quero que venham e experimentem… Tirar a virgindade a este belo e apaixonante acessório de prazer..
Demoram? Estou a ficar impaciente…

O Vizinho #69Letras

O sangue em frenesim!

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Ele não suporta o meu nariz empinado, nem o jeito com que o provoco fazendo exatamente as coisas que ele não gosta e ainda lhe sorrio descaradamente, sorriso esse que se rasga ainda mais ao ver a veia na testa dele a latejar… já sei o que me vai esperar…
É uma especie de bullying para quem não entende para mim é vida! É ter o sangue em frenesim! É poético!
Quando ele se zanga comigo fica cego com tanto calor, leva-me para o quarto e fecha a porta. Aqui me confesso que gosto destes tratos (são os melhores) e por isso não consigo parar de o provocar, gosto dele assim, autoritário e agressivo.
‪#‎ConfioNele‬
Dentro das quatro paredes ele chama-me de puta, sorrio com o olhar e ele derrete-se com a minha putice. Quer-me possuir a seco, mas já estou mais que molhada e pronta para o receber. Sempre quente para ele! A minha taradice em satisfaze-lo não tem limites, sou gulosa com os seus gemidos!
É… sofro de bullying, o meu namorado humilha-me dentro do quarto, faz de mim sua escrava, fode-me com indiferença é cruel nas palavras que me dirige…

e eu…

… renasço no meio de tanto bom trato. Sinto-me por fim, leve e liberta. Reponho por fim as noites mal dormidas e descanso como uma princesa, feliz e segura. Ele expulsa os demônios do meu corpo, faz-me chorar a dor que escondo dentro de mim… faz-me suar a prisão em que vivi.
Renovo-me nas mãos do meu namorado.