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Brincadeiras de cozinha!

Não sei se vocês são como eu…
Mas cá por estes lados adoro uma boa brincadeira na cozinha!
Existe algo…
Entre o calor do forno e o fresco da bancada que me fascina, que me deixa perdida.
Cá estou eu, entre o lombo e a manteiga…E apareces-me de soslaio na porta.
Muito sorrateiro como sempre, escondido entre o frigorífico:

”Sabes o quanto ficas bem enquanto cozinhas?”
”Não coração, mas de certo que fico linda por te encher a barriga”

Se lhe enchesse apenas a barriga estávamos nas ultimas e todo o bom da nossa relação tinha morrido.
Mas não, estamos sempre de barriga cheia!

O sorrateiro esquiva-se rápido para perto do comer… daquele que se move.
Quer comer, mas depois de se lambuzar comigo.
Poderia dizer…”ai se ele soubesse o quanto eu gosto”

O sacana sabe! E sabe muito bem!

Deixa-me pelo menos desocupar a bancada e por o lombo no forno, besuntar-te com manteiga para escorregares melhor que a seguir espetas tu o salpicão no meu forno!!

Krishna  69Letras

 


Estrelas

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Texto Erótico|M18

– Anda, quero mostrar-te um sítio.

– Agora? Vão dar por nossa falta?

– E o que tem? Preciso de ti mais do que nunca.

Apenas sorri. Pegaste na minha mão, entrelaçaste os teus dedos longos e grossos nos meus e enquanto nos dirigíamos para a porta, imensos olhares focavam o nosso caminhar, os nossos corpos, as nossas mãos… Por momentos parecia que estávamos a caminhar sobre uma passadeira vermelha onde toda a atenção recaía em nós. Começo a sentir borboletas na barriga, nunca me tinhas segurado desta forma, com esta certeza. Afinal não passávamos de uns meros amigos que de vez em quando se encontravam para “estudar anatomia”.

Da última vez prometemos que seria a última vez, tal como todas as outras vezes. Já perdi a conta de quantas promessas já quebramos… seria para ser só uma vez, só um contacto, só uma noite, mas esta minha carência pelo teu toque e a tua carência pelas minhas fantasias combinam na perfeição.

– Já me vais dizer o que me vais mostrar?

– Quando chegarmos, verás.

(…)

– Este será o nosso lugar. Gostas?

Sinto a tua mão a pousar delicadamente sobre a minha anca, a puxares-me aos poucos para a tua frente e sem dar por isso, já estavas abraçado a mim. O meu corpo começa com suaves arrepios, é estranho, fazes-me perder a noção das vezes que já estivemos juntos, mas ainda consegues despertar esse efeito em mim.

– É lindo! Daqui vemos a cidade toda. Nosso? O que queres dizer com isso?

– Não queres que seja nosso?

És tão bom a fugir ao assunto quando me respondes com outra pergunta. Consigo sentir o teu coração a acelerar. A tua mão hesita-se, ficas sem saber onde me tocar, pousas-la devagar, com aquele toque quente na minha barriga, a tua respiração ofegante junto ao meu pescoço e o teu tesão bem junto do meu rabo.  Adoro senti-lo e ver-te assim, mordo o lábio e encosto-me mais um pouco para o sentir, viro-me para ti. Faço aquele olhar sedutor, desaperto as tuas calças, amarro-o, olho-te nos olhos e beijo-te. Caramba, que se passa contigo hoje?  Estás desajeitado com os beijos, estranho mas ao mesmo tempo tão romântico.

– Vem, deita-te aqui comigo. Olha como as estrelas brilham.

De facto, nunca tinha reparado muito nas estrelas, nem fazia ideia de que te interessavas por estrelas. Olho e vejo-as a brilham intensamente, intensamente como o desejo que tenho em te saltar em cima. Trazes-me aqui para ver estrelas? O sitio é fabuloso, de facto, a minha mente já está a trabalhar em simultâneo com a tua… estás à espera que diga alguma coisa não é? Não me vem nada à cabeça, o meu pensamento já está muito para além daquelas estrelas. Surge-me então :

– Não podes ir buscar uma para mim?

Não era nada disto que queria perguntar, só me ocorrem perversidades, aquelas que tu adoras. Dou-te a mão.

– Para que ir buscar uma, se tu já o és.

Trocamos olhares, sento-me na tua barriga, sinto as tuas mãos a subirem-me pelas pernas parando e apertando o meu rabo. Assim sim, já pareces o “bad boy” que conheci, desinibido.  Desaperto a tua camisa, muito devagar, botão a botão, sempre de olhos nos olhos, consigo sentir o teu desejo. Rebolas, fico por baixo, a relva está húmida, tal como eu. Desapertas o meu vestido… e permanecemos lá até o amanhecer.

 

DamaDeCopas