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Nada mais que palavras….

Nada mais que palavras, palavras levadas num sussurro….
Peço-te que me leias no teu mais profundo silêncio, aquele momento intimo e único….
Pedia-te para fechares os olhos e esvoaçares sem rumo, mas não me irias ler….
Por vezes ler-me é uma perda de tempo, por vezes ouvir-me é uma responsabilidade….
Não é tanto o que podes fazer por mim, mas sim o que eu posso fazer por ti….
Poderia tentar fazer-te feliz, colocar um sorriso nos lábios….
Uma alma alegre é uma alma preenchida, um corpo saciado….
Mas longe de estar satisfeito, uma mulher satisfeita é um objectivo complicado….
Não é uma hora, não são seis horas, muito menos doze e até mesmo as vinte e quatro….
Uma mulher satisfeita é uma vida dedicada, um amor inconfundível, não é sexo, é amor….
Por mais linhas que pudesse escrever para saciar esse teu apetite voraz, sei que jamais o poderei saciar,
porque tu tal como eu, precisa dos beijos….
Precisa dos carinhos, dos mimos, de sentir o calor invadir o corpo, mais importante, invadir a alma e isso só se conquistando a alma e o coração….
Palavras, meras palavras que aquecem a alma…. Mas não o coração, não estou aqui….

“Vive o presente, relembrando o passado sonhando com o futuro” ….

Palavras, puras palavras são as que me saem da alma, do coração envelhecido, mas feliz, cansado, mas guerreiro….
Fecha os olhos….
Sorri….
Respira….
Sorri….
©NMaufeitio 2017 #69Letras

Mulheres… e porque está a chegar a época da “dieta”;

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Fotografia: Via Pinterest

_as Mulheres, e de uma vez por todas, devem assumir-se inteiramente como são, porque o são, perfeitas em todas as suas assimetrias, porque são únicas, porque são o útero do mundo humano, porque são o portal de ligação ao divino entre tantas outras coisas…
Amar e assumir o seu próprio corpo, é um acto revolucionário, um acto politico, num mundo “másculo”, numa sociedade toda ela “masculina”.
A sociedade desde há milénios procura tornar quase invisível a Mulher, que, segundo essa mesma sociedade, deve ser o mais pequena possível, porque uma mulher “magra” com medidas pequenas, ocupa o menor espaço e consequentemente terá menor visibilidade.
Uma mulher grande (gorda) é uma afronta física e mental para a sociedade, que pretende que a mulher ocupe o menor espaço possível.
Todas as mulheres são divinas, maravilhosas, todas, sem exceção e não deveriam permitir que a industria as monopolize de forma cruel e desumana.
Uma mulher que ame inteiramente o seu próprio corpo, é uma mulher livre, é uma mulher insubmissa à sociedade, porque uma mulher inteiramente em conexão com o seu próprio corpo detém um poder incrível, a liberdade, e isso, afronta todos os impérios do “homem”, a sociedade teme todas as mulheres livres, em especial as que prescindem dela enquanto autoridade…

teria muito mais para dizer,

Luísa Demétrio Raposo

 

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