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DÓI TANTO!

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Dói tanto, mas tanto…
Conduzir em direcção diferente…
E no banco do pendura…
Ter-te de mim tão ausente…
Dói tanto, mas tanto…
Não poder inverter a marcha…
Que vontade de te esperar…
À porta de tua casa…
Dói tanto, mas tanto…
Conduzir em sentido oposto…
E não poder controlar…
As lágrimas no meu rosto…
Dói tanto, mas tanto…
O caminho que agora faço…
Que me distancia…
Cada vez mais do teu abraço…
Dói tanto, mas tanto…
Enfrentar esta noite vazia…
Onde eu só penso em ti…
Até ao amanhecer do dia…
Dói tanto, mas tanto…
Não consigo suportar…
Saber que amanhã…
Não te vou poder beijar…

POETA SOLITÁRIO

Andemos devagar, com poucas pressas, porque amar é ser paciente, é ter calma quando agreste está o sentimento, é saber esperar sem ser ausente…

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Minha alma já detens, dela faz bom uso, sem recuso de parte certa que aquilo que me vais trazer nunca venha desaparecer. E na dúvida e na incerteza que nos assolará de certeza, que teu pensamento vagueie, e na imagem recolhida se passeie sem que medos ou incertezas nele caibam.
A ti me entrego de alma sim, porque de corpo essa veste que nos veste que serve de fotografia, não mais memória amplia que a que já existe neste dia.
Não faço promessas vãs ou palavras vazias, não faço dos outros que escrevem sobre o amor, como forma de paixão ou dor, mas sim dar o melhor que sei, tentar ser rei mesmo sendo vulgo peão nas formas do teu coração.
No passado tornado presente te disse, que quem de mim sente amor, eu serei mais abrangente, porque tenho receio de ti, como muitas vezes te disse, que por ciumes ou duvidas incertezas tenhas, na sinceridade que sempre te fiz ver e crer nunca tal palavra seja invocada em vão.
Andemos devagar, com poucas pressas, porque amar é ser paciente, é ter calma quando agreste está o sentimento, é saber esperar sem ser ausente, fazer ver que mesmo que não esteja, esteja presente.

O Inquilino

?A vizinha #69Letras