Arquivo de etiquetas: arrepio

Daqueles Acordares…

Acordar e inalar esse teu odor que me consumiu e se impregnou na minha pele e na minha alma no momento em que me possuiste…
E fui tua assim que os olhos se fecharam e a boca se abriu para receber esse beijo voluptuoso, exacerbado…

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SEM TE TOCAR!

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Deixa-me deitar-me a teu lado…
Encostar-te no meu regaço…
Prometo que não te toco..
Só te envolvo no meu abraço…
Quero penetrar-te os olhos…
Só com o meu olhar…
Quero Amar-te…
Sem te tocar…
Quero sentir o teu cheiro…
Sem sequer respirar…
O teu arrepio…
Que me faz arrepiar…
Afagar-te os cabelos…
Nos meus dedos nús…
Deitados na mesma cama…
Somente eu e tu…
Deixa-me entrar na tua mente…
Ler os teus pensamentos…
Deixar de ser a recordação…
Dos nossos momentos…
Deixa-me beijar a tua boca…
Sentir de novo o teu sabor…
Sentires que na minha Alma…
Tu és o meu único Amor…

POETA SOLITÁRIO

TOQUE!

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O meu corpo não esquece…
Quando tu lhe tocas…
E aquele arrepio…
Que em mim provocas…
Tu és…
O arrepio na espinha…
Quando a tua pele nua…
Toca na minha…
E todas as noites…
Quando eu me deito…
Sinto o teu rosto…
Encostado ao meu peito…
Vagueias no meu pensamento…
Invades-me a Alma…
E abraças-me o corpo…
No toque que me acalma…
E quando tu tocas…
Os teus lábios nos meus…
Fazes os meus sonhos…
Também serem teus…
E com os dedos entrelaçados…
E nossos corpos abraçados..
Num beijo de olhos fechados…
Hoje vamos ser namorados…
E o meu corpo ganha asas…
E sinto-me a voar…
Pouso nos teus braços…
Onde quero ficar…
E é esse teu toque…
E esta nossa cumplicidade…
Que me faz tanto te querer…
E Amar-te de verdade…

POETA SOLITÁRIO

POEMA SEM PALAVRAS!

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Hoje nesta madrugada…
Quero que te sintas tão Amada…
Vou escrever Poema sem Palavras…
Só com o Amor que tanto ansiavas…
Tua pele arrepiada, em Braile…
Onde te leio na ponta dos dedos…
Neste Poema sem Palavras…
Revelo-te os meus segredos…
Hoje não vou usar letras ou palavras…
Nem qualquer tipo de sinalização…
O Poema que escrevo na tua pele…
Será escrito com Amor e Paixão…
Na minha boca levo os beijos…
E na Alma a vontade…
De realizar nossos desejos…
De te Amar de Verdade…
No teu corpo tatuo o Amor…
E provoco-te o arrepio…
Quero ser o teu calor…
Nas tuas noites de frio…
Sou o teu Poema sem Palavras…
Escrito numa folha em branco…
Onde no brilho dos meus olhos…
Sabes que te Amo tanto…
E do nosso Amor, fazemos Poesia…
Num Poema nunca escrito…
Onde és tudo que eu Amo…
Mulher… Admito!

POETA SOLITÁRIO

SINTO-TE…

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Escrevo como te sinto…

Sinto-te em mim, sem me tocares e, não precisamos de dizer nada, pois basta um olhar, para sabermos como e quanto nos queremos e precisamos um do outro. Olhares que se trocam e sem querer dizem tudo, traem-nos, revelam os nossos desejos, por mais íntimos e secretos que sejam, e aos quais deixamos de resistir.

Sinto a tua respiração no meu ouvido enquanto proferes palavras doces que me inibiram e me derretem por dentro fazendo o teu coração que bater acelerado. Sinto o calor da tua boca na minha quando me beijas com sofreguidão, e me reclamas como tua. Beijos calados que falam por nós com esta cumplicidade que nos caracteriza.

Sinto o toque dos teus dedos na minha pele enquanto me tiras a roupa lentamente, toque esse que provoca um arrepio gostoso que traduz toda a química explosiva que nos envolve, um misto de dois componentes num jogo de acção-reacção que nos cativa deixando-nos tão rendidos.

Sinto-te quando te toco, cada poro, cada centímetro, cada pedaço teu se contrai à minha passagem, provocando, seduzindo, querendo mais de ti e de mim, nessa dança de sentidos e de corpos, de toques, de cheiros, que nos fica na memória. Corpos que se veneram, completam e falam entre si sem ser necessário dizer uma única palavra, só mesmo o toque, para se compreenderem e saberem saciar desejos.

Sinto o teu gosto doce e salgado, a gota de prazer que sem querer libertas por não a conseguires conter. Levo-te ao limite, sei que gostas, que te deixo louco, sem reacção, faço-te esquecer do mundo e de ti próprio, deixas de resistir e entregas-te a mim satisfazendo os teus desejos e os meus, quando me sentes, me provas e me deixas sem fôlego de tanto prazer e urgência de te ter dentro de mim e, sem nada precisar de dizer, te apressas a satisfazer.

Sinto os nossos corpos ansiosos por libertarem as almas. Corpos que se dominam, falando por nós como nenhum poema o poderia descrever. O calor do teu corpo por traz do meu quando me envolve num abraço urgente e lentamente me possui, centímetro a centímetro, com tanta doçura e suavidade, preenchendo-me, completando-me, tornando-nos num só. Sintonia perfeita entre corpo, alma, amor, paixão, tão incondicional e natural como se tivéssemos sido feitos por medida. É nesse momento que deixamos de existir, somos um, esquecemos todas as cicatrizes do passado, as dores do presente e o futuro que não conhecemos, e vivemos esse momento, tão íntimo, tão sentido e tão nosso. Amamo-nos, pertencemo-nos, possuímo-nos e nada mais importa, só nós.

Olhos nos olhos, entre toques, beijos e gemidos, testemunhamos o nosso prazer, que nos preenche e inunda de tão intenso e sentido que é. São breves momentos, inexplicáveis e tão insanos que se tornam eternos em segundos. Momentos que teimamos em prolongar com carícias e beijos, por não nos querermos separar, ficando cada toque tatuado na pele e gravado na mente para sempre.

Por fim adormecemos, tal como estamos, exaustos de tanta entrega mas tão saciados, transbordando amor. Sentimo-nos e protegemo-nos, mais nada importa… Como vês, sinto-te como escrevo…

Miss Kitty

 

ÉS MEU VÍCIO!

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És meu vício…
Quando a tua pele me toca…
És meu vício…
No arrepio que esse toque me provoca…
És meu vício…
O Beijo de bom dia ao acordar…
E o Amor que preciso…
Quando chega a hora de deitar…
És meu vício…
A primeira que eu quero ver…
Abraçado a ti…
Na hora de adormecer…
És meu vício…
O licor do meu Beijo…
A chama da minha Alma…
Que arde de Desejo…
És meu vício…
A Paixão que me aquece…
O princípio da loucura…
Deste Amor que apetece…
És meu vício…
Um vício sem cura…
Num vício que vicia…
Na troca da ternura…
És meu vício…
Que me vicia no olhar…
Nesta vontade, tão louca…
Neste Desejo, de te Amar…

POETA SOLITÁRIO

Estrelas

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Texto Erótico|M18

– Anda, quero mostrar-te um sítio.

– Agora? Vão dar por nossa falta?

– E o que tem? Preciso de ti mais do que nunca.

Apenas sorri. Pegaste na minha mão, entrelaçaste os teus dedos longos e grossos nos meus e enquanto nos dirigíamos para a porta, imensos olhares focavam o nosso caminhar, os nossos corpos, as nossas mãos… Por momentos parecia que estávamos a caminhar sobre uma passadeira vermelha onde toda a atenção recaía em nós. Começo a sentir borboletas na barriga, nunca me tinhas segurado desta forma, com esta certeza. Afinal não passávamos de uns meros amigos que de vez em quando se encontravam para “estudar anatomia”.

Da última vez prometemos que seria a última vez, tal como todas as outras vezes. Já perdi a conta de quantas promessas já quebramos… seria para ser só uma vez, só um contacto, só uma noite, mas esta minha carência pelo teu toque e a tua carência pelas minhas fantasias combinam na perfeição.

– Já me vais dizer o que me vais mostrar?

– Quando chegarmos, verás.

(…)

– Este será o nosso lugar. Gostas?

Sinto a tua mão a pousar delicadamente sobre a minha anca, a puxares-me aos poucos para a tua frente e sem dar por isso, já estavas abraçado a mim. O meu corpo começa com suaves arrepios, é estranho, fazes-me perder a noção das vezes que já estivemos juntos, mas ainda consegues despertar esse efeito em mim.

– É lindo! Daqui vemos a cidade toda. Nosso? O que queres dizer com isso?

– Não queres que seja nosso?

És tão bom a fugir ao assunto quando me respondes com outra pergunta. Consigo sentir o teu coração a acelerar. A tua mão hesita-se, ficas sem saber onde me tocar, pousas-la devagar, com aquele toque quente na minha barriga, a tua respiração ofegante junto ao meu pescoço e o teu tesão bem junto do meu rabo.  Adoro senti-lo e ver-te assim, mordo o lábio e encosto-me mais um pouco para o sentir, viro-me para ti. Faço aquele olhar sedutor, desaperto as tuas calças, amarro-o, olho-te nos olhos e beijo-te. Caramba, que se passa contigo hoje?  Estás desajeitado com os beijos, estranho mas ao mesmo tempo tão romântico.

– Vem, deita-te aqui comigo. Olha como as estrelas brilham.

De facto, nunca tinha reparado muito nas estrelas, nem fazia ideia de que te interessavas por estrelas. Olho e vejo-as a brilham intensamente, intensamente como o desejo que tenho em te saltar em cima. Trazes-me aqui para ver estrelas? O sitio é fabuloso, de facto, a minha mente já está a trabalhar em simultâneo com a tua… estás à espera que diga alguma coisa não é? Não me vem nada à cabeça, o meu pensamento já está muito para além daquelas estrelas. Surge-me então :

– Não podes ir buscar uma para mim?

Não era nada disto que queria perguntar, só me ocorrem perversidades, aquelas que tu adoras. Dou-te a mão.

– Para que ir buscar uma, se tu já o és.

Trocamos olhares, sento-me na tua barriga, sinto as tuas mãos a subirem-me pelas pernas parando e apertando o meu rabo. Assim sim, já pareces o “bad boy” que conheci, desinibido.  Desaperto a tua camisa, muito devagar, botão a botão, sempre de olhos nos olhos, consigo sentir o teu desejo. Rebolas, fico por baixo, a relva está húmida, tal como eu. Desapertas o meu vestido… e permanecemos lá até o amanhecer.

 

DamaDeCopas