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…sei que estava a cometer um erro, mas era bom demais.

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A terminar de dar as aulas aos seniores, a preparar tudo para o merecido descanso.
Um bom banho, um bom vinho, uma refeição quente e o descanso dos deuses, era o que mais queria.
De costas para a porta, não senti que tinham entrado.
Sinto umas mãos fortes abraçarem me a cintura.
Virarem-me, agarrou-me na nuca, puxando um pouco os meus cabelos e beijou-me sofregamente e com paixão.
Não tive reacção, mas aquele beijo quente e forçado, fez-me ceder. Deixei a minha boca entreabrir-se.
Quase a perder o fôlego, senti-o afrouxar o beijo, abri os olhos e reparei que era um dos meus alunos.
Tentei escapar das garras dele, mas ele puxou.me mais para ele.
Disse-me que não resistia mais, tinha-me de sentir, de me possuir. Retorqui e disse-lhe que era impossível, questões de ética.
Tentei de novo desembaraçar-me de seus braços, mas ele entalou-me entre seu corpo atlético, torneado e o quadro.
Subiu-me o vestido, senti as suas mãos a percorrerem cada parte da minha intimidade. A minha respiração acelerava e não conseguia libertar-me.
Queria fugir, mas o diabo que ele estava a despertar em mim, queria ficar. Tentei resistir, mordendo o meu lábio para regressar à realidade, mas esse gesto foi como se o incentivasse ainda mais.
Pressionou-me mais contra o quadro, enquanto me beijava senti toda a virilidade dele em mim. Arfei…Afrouxou o beijo e começou a acariciar-me por todo o meu corpo, sempre dentro de mim.
Até me ouvir soltar gemidos de prazer, até ver o meu olhar vidrado de gozo e o meu sorriso de puta satisfeita.
Os meus poros cederam em todos os aspectos.
Disse-lhe que não poderia acontecer de novo. Acenou a cabeça com o sorriso de cabrão.
No dia seguinte, durante toda a aula sentia o olhar dele a percorrer todo o meu corpo e sentia-me a queimar. Sentia-me nua. Terminei a aula.
Ele parecia que não tinha ouvido o que lhe disse na noite anterior, pois voltou a carga e desta vez não lhe resisti.
Queria-o sentir de novo, sei que estava a cometer um erro, mas era bom demais.

Aquela sala de aula………

LOLA #69Letras

Não somos ejaculadores precoces

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Não somos ejaculadores precoces, somos amantes dedicados gostamos de fazer amor por tempo indeterminado. Amar à pressa com prazo de acabar não é para nós. Brincamos com as sensações e prolongamos o prazer num pára e recomeça, acelera e trava sem tempo de acabar. Acabar. Nunca chegamos a acabar estamos sempre a renovar os gemidos e o suor. Pedimos sempre mais, mais um beijo mais um amasso mais um bocado que se transforma em horas  úmidas em cima do chão que já escorrega da condensação que sai dos nossos corpos. Quanto mais ofegantes, quanto mais desgastados, quanto mais doridos, mais a vontade cresce e estamos horas na brincadeira em plena comunhão com o nosso prazer. Sou eu tua és tu meu e nada mais existe ao nosso redor. Se as paredes falassem falariam de amor, se o sofá se excitasse vir-se-ia pelo cenário que apresentamos, luxuria desenfreada e ternura nos segundos em que o nosso olhar se encontra, nesses pedaços de tempo, os meus peitos arfam nos contra oa teus e escorro ainda mais ao sentir o teu respirar, louco e desejoso para retomar… e lá vamos nós, mais um bocado, e com tantos bocados, passa-se uma tarde e mais uma noite. Somos assim doidos pelo prazer um do outro, ouvir-te gemer e ser maestra dos teus. Expludo quanto te vejo contorcer debaixo de mim, queres agarrar, não deixo, és meu e minha vontade. São meus os teus orgasmos, és tu dono dos meus.

A Vizinha

Talvez um dia, noutra hora, noutro local, noutra vida

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Eu e tu nunca poderá resultar em nós!
Aqueles três minutos de conversa disseram muito mais do que pronunciámos e o teu olhar contou-me tudo.
Tu precisas de pele na pele, corpo com corpo, beijos que sugam a alma, cabelos rebeldes entre os dedos, noites loucas sem roupas, tesão no sangue a querer rasgar a pele e depois cair na almofada com o suor a escorregar-te na pele e o peito a arfar de cansaço.
Tu precisas do mesmo que eu e por isto poderíamos ter um início, mas sabes porque não existirá nós?
Porque eu preciso de uma pele, e tu ferras várias peles.
Eu
e
Tu
Talvez um dia, noutra hora, noutro local, noutra vida