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Não sejas o amigo que surge na carência

Mais um cigarro, uma bela música de piano me acompanha em mais uma conversa de chat…
“Lembra te, precisas de pessoas resolvidas, não sejas o amigo que surge na carência. Não precisas de construir uma história com a sombra de alguém.” diz-me uma confidente. Fuck! Como ela tem razão! Mas será isso fácil?
Não, nada fácil… Carência tem várias formas e feitios. Um coração destroçado é um verdadeiro prega-partidas que muitas vezes tem um sentido de humor estranho e sarcástico. Quem nunca confundiu paixão com afeto e preocupação? Pois, o simples fato de alguém se preocupar connosco é suficiente para despoletar sentimentos de carinho enganadores, que por vezes nos leva a pensar que aquela pessoa gosta de nós e nós dela, a fantasiarmos com um sentimento, quem sabe um amor correspondido e de uma total estranheza para quem nos conhece…
Para se esquecer um Amor não se deve Amar novamente de forma imediata nem de forma apressada, temos sim, de limar as arestas do coração, limpar sentimentos na cabeça e levantar a cabeça com confiança e com brilho intenso de forma a ofuscar a própria luz do Sol, ter o discernimento e a coragem de dizer várias vezes que ainda não é desta vez que te deves apaixonar só por alguém achar que és interessante ou muito atraente…
Não serei eu! E nestas palavras, quem te vai dizer que estás preparada? Ou como fazeres para ficares preparado? Amamos de forma única, as mazelas dolorosas que fomos colecionando, resultado das nossas vivências, essas são somente nossas, teremos que assumir como parte da nossa história passada e não da nossa história futura. Isso mesmo, assumir um compromisso com a Felicidade!
Querida amiga, terei que usar as tuas palavras pois são belas e certeiras…
“Primeiro tens que ser feliz pelo que és, ser feliz contigo e por ti. A pessoa para partilhar surgirá naturalmente. Apenas conhece pessoas sem expectativas e deixa fluir.”

O Vizinho #69Letras

Coldplay – Fix You

 


Feliz dia do Pai

‘Existem vários tipos de pais. ? Durão ?, brincalhão ?, amigo ?, reservado, alegre, sério… O mais importante é o amor que os une aos filhos ? pela vida inteira.’

– Parabéns pai! Hoje é o teu dia. Feliz dia do Pai –

Apesar dos nossos altos e baixos AMO-TE do fundo do coração. És o meu ?.
Obrigada por tudo

Peregrinus #69Letras

 

Estamos ligados.

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Quando me perguntam qual a nossa ligação nunca sei o que responder, chego a corar e a gaguejar por não ter resposta ou conseguir explicar.
A nossa ligação!
Gosto de ti porque sim, sem ‘q’s’ nem ‘porquês’, por tudo e por nada, por nada ser tudo, pelo que és e por tudo o que não és.
É-me impossível definir ou catalogar a nossa relação.
Respeito-te sou-te fiel como uma filha o é a um pai, no entanto já nos comemos, mas não foi no acto que nos unimos. Não é coisa de corpo mas de mente.
És o amigo (muito mais que amigo mas menos que amante) onde encontro respostas nos momentos em que me sinto estranha inadaptada porque em ti encontro a extensão da minha mente que ainda a estou a descobrir.
A nossa ligação nasceu não sei onde e foi fortalecendo porque somos dois corpos nus e crus, onde mostramos o nosso pior lado e nos gostamos por termos esse mesmo lado, sem luz.
Loucos
Doentes
Ou dementes
Não interessa.
Estamos ligados. Não se toca, explica.
Apenas se sente.

A Vizinha

“Se brilhas ficam cegos, se falas têm raiva e se sorris desejam que não dure”

http://natalequandoamulherquiser.pt/os-teus-pequenos-prazeres-dependem-de-ti/

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Num mundo onde nem tudo depende de nós, encontrei apenas uma de duas soluções. Ou ficava zangada com a vida e tornava-me em mais uma das milhentas pessoas que julgam tudo e todos e que passam o tempo na fofoquice e a descredibilizar as escolhas dos outros ou procurava no meu dia-a-dia os meus pequenos prazeres.

Decidi que por mais trambolhões que já tenha dado não me ia juntar ao grupo dos resignados que é composto por pessoas zangadas cheias de ira e agem para com os outros com índice de sarcasmo elevado, insulto ou raiva. Não! Decidi não estar furiosa por ainda não ter realizado os meus sonhos.

Mantenho este sorriso de quem acredita que está prestes a viver o seu sonho, o meu olhar ainda brilha de inspiração, o entusiasmo mantém-se sempre que falo sobre onde quero chegar e continuo a encorajar outros tantos sonhadores e lutadores mesmo que ainda eu mesma não tenha conseguido alcançar os meus sonhos. De que nos serve menosprezar as vitórias dos outros só porque não conseguimos vencer? É num mundo contrário que quero viver onde aplaudimos quem não desiste, onde sorrimos genuinamente com a felicidade do outro.

Enfatizamos os nossos dias com insatisfação, monopolizamos conversas com tudo o que não tem a ver connosco que perdemos o nosso centro. O nosso eu, distancia-se, perdemos a sensibilidade de quem somos, do que realmente queremos individualmente, e quando damos por nós queremos o mesmo que toda a gente, seguimos a mesma direção até que chega uma altura que nos falta algo, não sabemos o quê. Cometemos erros uns a seguir aos outros na busca desse algo que nos falta, fazemos escolhas e loucuras, e quando paramos estamos perdidos. Perdidos de tudo, e principalmente de nós.

A vida já é demasiado complexa para vivermos nela sem nos conhecermos.
Não percebo nada da vida, e tenho demasiado a aprender, mas tenho uma certeza, busco-me.
Oiço-me.
Sinto-me.
Permito-me.

Este é o meu sonho, encorajar as pessoas a olharem para dentro de si, a descobrirem como podem melhorar a forma como começam ou terminam o dia. Nem sempre é possível termos o emprego dos nossos sonhos, e naturalmente que perdemos um pouco do nosso brilho após 8 horas diárias, mas, e se no tempo que nos sobra fizéssemos algo que pudéssemos controlar? Algo que amássemos? Tantas vidas ficariam mais leves se encontrassem também os seus pequenos prazeres.

O meu prazer, está na escrita. Nela encontro-me nela me perco. Nela sonho encontro o meu equilibro.
Se nos centrássemos mais em nós certamente suportaríamos mais facilmente as conquistas dos outros. Acontece que tantas são as pessoas que ficam cegas pela inveja. É tão fácil desvalorizar os outros quando somos tão pequeninos.

A tua ousadia é ofensa, as tuas conquistas urticária mas as tuas quedas são o arco-íris num dia de chuva.
Os pequeninos ficam ali no buraco mal cheiroso apertado e encurralados a verem-te voar e a orar para que te espetes no chão esmurres o nariz percas litros de sangue e ainda fiques desformado, por fim suspiram de alívio quando te vêm desistir e a resignares-te a viveres num buraco a emburreceres como eles.

Se brilhas ficam cegos, se falas têm raiva e se sorris desejam que não dure.
Podiam estas palavras ser exagero e mentira, mas não, é o meio em que vivemos, nunca és bom o suficiente e para quê apoiar e incentivar se podemos ser maus, mesquinhos e simplesmente rebaixar?
Ofende-me esta falta de humanidade. Não sou muito, mas inspira-me ver os outros voar!
Séc. XXI? Onde? Só se for no tempo, porque o espaço é outro.
Sociedade cínica, triste e cinza que se alimenta dos teus fracassos para se nutrirem.
A mim, parece-me cansativo viver assim, não seria mais simples se olhássemos para dentro de nós e deixássemos os outros voar? Basta que exorcizemos a inveja e a ganância e tenhamos coragem de sair do buraco…

Eu quero contagiar, inspirar mostrar que é possível melhorar o nosso dia-a-dia.
Convida uma amiga ou aquele amigo especial para um copo em tua casa.
Põe uma música a tocar, senta-te confortavelmente com a luminosidade à meia-luz, inspira fundo e enche os pulmões de ar, solta lentamente o ar e fecha os olhos, saboreia a cremosidade do teu Carolans e sorri. Conta disparates ri-te às gargalhadas, faz mil planos e sonha com eles, bebe mais um golo e sente o abraço na alma, funde-te com a melodia, não penses em nada absorve aquele local… Abraça quem amas. Dá mais um golo e beija por quem estás apaixonado, semeia e faz amor, termina a bebida, como te sentes? Cheia de amor!