Sinto-me uma rebelde…

Essa fúria toda… porque a tens? Pior… porque é que eu a quero? Não sei se é a fúria que quero ou se te quero a ti com essa fúria toda. Sim, certa que te quero a ti com essa fúria toda. Bem em cima de mim. De mãos cravadas em mim. Tu bem dentro…

Bastou!

Quase na linha de chegada Tu mais uma vez partes-me o coração. Já perdi a noção, se sou rascunho ou defeito para ti. És tanto para mim e eu tão pouco para ti. Chega A tua rapariga já não o sou. Perdi tempo suficiente contigo e no teu mundo de leves mentiras. Bastou! De certo…

Não me perguntes nada.

Não me perguntes quem sou tem dias que nem eu o sei. Sou tanto e tantas vezes sou menos, sou quem tem de ser naquele instante. Faz assim, não me perguntes é nada. Olha-me e se me sentes, deixa-te de estar. Sente-me como se te tivesse a tocar, olha-me como se me devolvesses o toque…