Arquivo da Categoria: Vicky M

Raros são os toques que falam…

Aquele toque onde correm amperes de sensações, onde se lê um livro, onde se vive.
O toque que nos suspende a respiração, nos dispara as palpitações, nos acorda os sentidos…

Esse toque que preenche com carinho, que revela perversões, que é escandaloso e terno… Continuar a ler

Chegaste, manso…

Calaste de repente os silêncios que me ensurdeciam a mente.

Apertaste-me no teu peito e senti-me toda, uno comigo e contigo… Continuar a ler

Atenção! Não ler na diagonal!

Não é novidade que vivemos num mundo onde a opinião e a crítica são gratuitas. Não é novidade que hoje em dia e por força dos meios de comunicação e das redes sociais todos têm uma opinião formada sobre tudo, por mais ignorantes que sejam nesta ou naquela matéria. Também não é novo o facto de que ser diferente ainda choca uma gente tão aberta a toda a informação que a sociedade global tem para oferecer, ainda que filtrada pelos velhos preconceitos, pelos velhos estigmas sem sentido…

Confesso que eu própria me abstive de escrever este texto durante um tempo para não destilar veneno desnecessário…
Mas enfim, tinha que ser…

Continuar a lerAtenção! Não ler na diagonal!

O(s) meu(s) Orgasmo(s)

Texto explícito | M18 

Pediram-me uma visão do orgasmo, do meu orgasmo… Não consigo. Não consigo descrever uma sensação, um sentimento, um tipo único… Todos os orgasmos são diferentes…

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As nossas escritas tecidas a sorrisos e mordidelas

Escreveste-me com inúmeros sentidos, escreveste-me movido por todos os sentidos…
Escreveste-me ternura, carícias, sonhos e projetos.
Escreveste-me paixão, tesão, fetiches e loucuras.
Escrevo-te movida por um coração que sinto palpitar na boca pelas ânsias de ti, por um desejo que não pára de crescer, por lamechices e fogo, pelo ronronar, pelos gemidos abafados, pelo doce cavalgar bem como pela canzana à janela… Escrevo-te completa… Continuar a lerAs nossas escritas tecidas a sorrisos e mordidelas

Mais um Verão em Portugal… Desta vez mais negro…

Desde miúda que me lembro de ver as notícias sobre os incêndios florestais. Todos os verões, sem excepção, aqui e ali, estatísticas chocantes em alguns anos, esperançosas noutros. Mão criminosa, matas mal limpas, churrascos que correram mal, calor em demasia…

As causas são infindáveis, as localidades diversas, mas foi todos os anos… Felizmente nunca estive perto de uma catástrofe de grandes dimensões e como sou de Lisboa, eram mais os anos em que ficava preocupada pelos colegas que iam passar o verão à “terra” e cheguei a ouvir relatos de aldeias cercadas de fogo, de uma clausura em forma de fumo denso, de sóis de cores diferentes… Continuar a lerMais um Verão em Portugal… Desta vez mais negro…

Cheiro

É, o que me faz mais falta é o cheiro… Não o cheiro do perfume, nem da loção para a barba, não é isso… É o cheiro que me entra pelas narinas quando mergulho num beijo, o cheiro que exala quando repousa exausto depois de uma sessão de sexo desenfreado… Continuar a lerCheiro