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Não me deixes faminta

Não me deixes com fome…. não me deixes sozinha que eu sei o caminho para as tascas da rua… num instante estou nua chamando alcateias… não me queiras a meias, se o que quero é ser tua.
Sou puta da lua…. seja cheia e brilhante ou quarto crescente, crescente é a sede da sede dos outros… se eu tenho saudades… se me encontro perdida qualquer pontapé é carinho que baste… não me largues a mão, se esta mão é para ti, se o meu corpo te pede e a boca te chama, desfazes a cama …. não me deixes ao frio… que o frio é relento e nesta vontade sou eu que rebento…
Não me deixes faminta…

Marie #69Letras

Tortura do Vizinho

Texto erotico M|18 ? ? ? ? ? ?
Às 5ªs feiras o nosso Vizinho chegava sempre mais tarde. Ouvimos barulho em casa dele. Sabemos que está lá.
De ouvidos postos na porta esperamos pacientes o momento certo. Entrou no duche.
– Lola, tens a chave?, Sabes o que fazer!
Silenciosas como felinas predadoras entramos.
-Steel, ficas a vigia-lo quando ele sair, avisa. Eu, Marie e Peregrinus vamos preparar as coisas.
Marie tinha trazido o baloiço, a Peregrinus as cordas e eu, Lola não poderia deixar de vir de de chicote e algemas. A Steel trouxe as famosas velas, gelo e champanhe.
As quatro vestidas de cabedal e botas de cano alto. Tal e qual o nosso Vizinho gosta.
O vizinho sai do banho e fica pasmado mas ao mesmo tempo deliciado com o que vê. Tendo ele saído sem toalha do banheiro, conseguimos ver de imediato a sua bela tesão.
Estou com uma vontade enorme de por em pratica os meus novos conhecimentos, pensou a Peregrinus.
 – Ajoelha-te! Põe as mãos por detrás das costas!- Ordenou ela com um sorriso tesudo.
Steel já tinha aceso as velas com antecedência para quando chegasse a hora. Olhou para ele com desprezo e um ar altivo.
Despejou lentamente a cera já derretida pelo seu corpo frágil e vulnerável perante nós.
Vizinho grita entre gemidos de dor e de prazer.
-Lola! Acho que temos de lhe tapar a boca. Que dizes? -Pergunta Steel.
Nesse momento em que lhe tapam a boca é quando ele finalmente percebe que não se trata de uma brincadeira.
Estamos seriamente empenhadas em dar-lhe o castigo que merece. Perde o sorriso. Franze o sobrolho.
Marie lambe-lhe um mamilo e passe o gelo para o tranquilizar… um pouco.
– Olhos para baixo!- Comandou ela.
– Sim Mistress! – Disse o Vizinho quase submisso à nossa vontade.
– Vizinho!! Andaste a brincar connosco, agora é a nossa vez! -Disse a Lola.
Com a bota no peito dele, empurro-o até cair no chão. Com olhar superior e de matreira, levanto o meu chicote e deixo-o deslizar ao de leve pelo corpo dele. Vejo no olhar dele que está a ter prazer.
Paro o chicote, mesmo por cima do membro, dobro-o e ia chicoteá-lo, quando a Steel, diz:
– Lola!! Que vais fazer, mulher?!? Assim vais estragar o material!
Respondo a sorrir:
– Não Steel! Só vou agitar mais um pouco este Magnun. Mas podes me vir ajudar a saboreá-lo.
– Levanta-te e senta-te! -Disse Marie.
O vizinho obedeceu. ela sentou ao colo dele e sentiu o membro a elevar-se cada vez mais. tirou-lhe a mordaça e disse:
– Chupa-me os mamilos…..Anda!!
Agarrou-o pelos cabelos….
Marie #69Letras
Peregrinus #69Letras
Steel #69Letras
Lola #69Letras

Que se foda a porta

Saí do banho. Um banho demorado daqueles em que uma mulher se mima. Uma tarde como tantas outras. Quente.
Faltava, para ser perfeita, o meu café à janela.  Tinha acabado… o café acabar é quase uma calamidade. Sem mais, enfiei apenas um vestido leve e fui bater à porta do vizinho. Confesso que andava há algumas tardes à procura de um pretexto. Mas este era real.
Deixo a porta encostada. Toco.
Ele grita lá de dentro um “vou já”. Aquela voz dele … mas o propósito era o café…..
A porta abre de repente… ele estava no duche… aparece-me ainda de pele molhada, toalha enrolada… gaguejo… como não… aquele homem alto de mãos bonitas e sorriso filho da mãe, vestido já era uma tentação…. assim de toalha tornou-se complicado falar… falei… “tens café? O meu acabou e não me apetece ir à rua”. Ele entra enquanto me convida. Eu queria que ele me desse café em pó para fazer na minha cafeteira jurássica, mas entendeu oferecer-me o café ali. Na casa dele.
Segui-o, sentindo o vestido leve lembrei-me que estava nua por baixo. Eu nua e ele de toalha era demasiado perigoso. Os pensamentos ganharam vontade própria. Coro. Ele vê -me corada e a conversa casual começa a ficar sem jeito. Ooh…. vizinho… assim não vale… Mordo um lábio inconscientemente…. talvez os mamilos se estejam já a ver no vestido fino. Um momento de silêncio… os nossos olhos estacionam uns nos outros e a toalha justa dele denuncia-o.
A minha porta ficou aberta. Não vou demorar…
Ele leva-me à saída, mas quando  abro a porta para sair aproxima-se por trás de mim, encosta…

Que se foda a porta…

 

Marie #69Letras

Depois eu durmo

Texto Erótico|M18

Quero chegar ao pé de ti, tremendo de nervos como se fosse uma primeira vez qualquer. Quero ler todas as palavras nos teus olhos e quero calar as minhas na tua boca. Quero, sem mais, um beijo profundo. Quente. Guloso. Eu preciso desse beijo. Preciso de ter as tuas mãos a apertarem-me as mamas. Preciso do quente da tua respiração no meu pescoço. De um arrepio até à espinha.
Preciso disso para me esvair de mim…
E depois assim inebriada eu preciso do corpo dormente. Da tua força. Preciso que me puxes a saia para cima, apressado. Preciso que encontres o caminho para as minhas cuecas húmidas. Que as arranques. Preciso de pressa. Empurra-me contra uma parede de rua. Nua. Não te contenhas. Preciso de ficar sem ar. Quero os picos do cimento marcados nas costas. Levanta-me uma perna. Quente…. descobre… chega a tua boca a mim, chega… eu abro-me com as duas mãos, para ti.. hmmmm sente-me escorrer na tua língua…. não aguento… puxo a tua cabeça… aperto as coxas… fodo-te a boca como se te quisesse engolir por baixo…
Põe-me no lugar! Agora as mamas na parede. Marca as mãos no meu rabo. Aperta. Forte. Sussurra-me ao ouvido quem sou eu… sou o quê… sou de quem.. diz-me… diz… e sente-me aquecer… puxa-me o cabelo como se fossem arreatas. És tu que mandas. Eu sou tua. Agora, sou tua.
Escorre um mar pelas minhas coxas abaixo… limpa-mas… dá-me a provar… faz-me levitar nesta insanidade de te querer dentro de mim… affff eu peço… eu peço…. fode-me… anda…. deixa-me sentir a força dura da tua vontade rasgar-me a carne até ao fundo… entra tão fundo que me faças explodir…
Sabes?…. fode-me… arruma comigo… deixa-me prostrada até ter a certeza que não quero mais nada…
Preciso disto…
Depois eu durmo…

Marie #69Letras