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Há dias em que eu preciso de (ph)oder…

Texto Erótico|M18

Mesmo que tente não pensar nisso, não sei porquê, não sei se é da lua, ou das hormonas, não sei, só sei que há dias que me sinto com febre… Febre de sexo, uma sede insaciável de me sentir extasiada em orgasmos, de transbordar, sede de sexo…
Preciso de foder. Oooh meu deus, como preciso de foder… E não é coisa que se diga, que se anuncie, não é, mas esta luxúria que me consome, absurda, que me faz sentir a pele ferver e nada basta, não basta que me toque, não basta qualquer coisa ….. Preciso de ser possuída por umas mãos fortes, que me apertem com vontade, preciso de um guerreiro em riste que me conquiste de dentro para fora, que me enlouqueça, que me sufoque, me marque, me morda, me sinta numa vaga quente inundar-lhe o pau duro com que me trespassa…………………..
Momentos loucos….. Loucura pura….
Mas eu preciso.

Marie #69Letras


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Que queremos nós no Amor?

Que queremos nós no Amor? Liberdade, Compromisso ou Conformismo?

Vamos hierarquizando certezas ao longo da vida…  Até que a vida nos revela um dia, de repente, que não existem certezas.
Há uma altura na nossa vida que temos a certeza do amor como algo pleno e infinito. Mesmo que o guardemos só para nós, vivemo-lo como se vivêssemos para ele. Vemos no outro que amamos, com um fascínio absoluto, a verdade apodíctica de que o amor é tudo. Depois vamos vendo que não… Que até a tampa de sanita que fica sempre levantada é mais importante que o amor… Bah… Até já nos custa dizer isso… O amor…. Temos a certeza que não, não é tudo…

Acabamos por dar ou levar um chuto no cu e lá se foi o amor…. Queremos afinal é a liberdade! Ser livre é a maior de todas as certezas e temos a certeza que ser livre é tudo o que queremos. A certeza de nunca mais querer um compromisso ou um envolvimento. Somos livres de nos esquecermos do tampão usado na casa de banho! Livres de não nos depilarmos, de andar de calças caídas pela casa. Sei lá que liberdades nos deliciam quando nos livramos da liberdade do outro…. Inventamos. Cada momento brilha mais que o anterior…. E somos livres de seduzir… E seduzir…. E seduzir…. E  depois vem o dia em que sentimos um vazio…. Afinal já não temos a certeza que queremos estar sozinhos. Para quê tanta liberdade se ainda temos memória? Do que perdemos, de quem fomos, do que nos tornamos… Tornamo-nos vulgares afinal…

Passamos a vida a hierarquizar certezas até que, no fim, ou a meio, ou de repente quando nos calha um momento lúcido, percebemos que não é nas certezas que encontramos o sentido para a vida. São dogmas que vamos mudando. É a mudança a única constante e na mudança só os pobres de espírito se agarram às certezas que um dia qualquer aprenderam.

Não posso dizer que tenho a certeza disto. Mas tenho a certeza que hoje é isto que me faz sentido.

 

Marie #69Letras


Várias linhas. Várias pessoas. Vários homens. Tantos caminhos possíveis, tantos momentos incríveis

M18 | Maiores de 18 |

Não é fácil dizer sentimentos que se embrulham num novelo apertado.
Várias linhas. Várias pessoas. Vários homens. Tantos caminhos possíveis, tantos momentos incríveis, tantos obstáculos inventados… deixamos de conseguir apreciar cada nascer do sol porque sabemos que todos os dias se põe…
Em capítulos distintos vou falar de cada um deles.
Puxando cada ponta do novelo.

O “J”
Eu escondia-me no vulto de uma conta falsa do facebook. Ele também.
É fácil sermos atrevidos nessas condições meio obscuras.
Enviei uma mensagem alusiva ao fogo da foto de capa. Alguns dias depois respondeu. Malandro. Começou um diálogo que se foi prolongando devagar por vários dias. Até que um dia coincidimos. Ambos online. Ambos onfire. A conversa  certeira. Mais do que óbvio que queríamos o mesmo. Foder. Foder muito, foder bem, foder até afogarmos todas as angústias dos nossos dias. Até deixar de pensar.
Calhou que ele vinha a Lisboa. Vinha ficar perto de mim.
Mais tarde percebi que não calhou e que essas coincidências ele procura-as. Apenas calhei ser eu.
E que sorte a minha. Um homem com corpo de Deus Grego. Musculado, alto. Moreno. Um sorriso de enlouquecer. Muito mais novo que eu.
À hora certa, no sítio combinado. O carro dele atrás do meu. Saí com as pernas a cambalear. Nesse momento todos os receios, o meu corpo gasto, as inseguranças… Entrei no carro dele. “E agora?” “Vamos tomar um copo” respondi tentando ganhar coragem para o depois… mas depois ele estacionou. Sem mais conversa aquele homem deu-me um beijo que me deixou tonta. Por entre as pernas senti um dilúvio quente. Afastei-me. Quando ia abrir a boca sou calada de novo com a dele. Um piercing na língua. Meu Deus…. agarra-me as mamas com a falta de suavidade que esperava dele… destapa-as… lambe-mas… e confesso que se não tive um orgasmo naquele momento talvez tenha sido apenas porque o carro estava num lugar exposto. Não saímos. Fomos diretos para o motel.
Tremia dos pés à cabeça. Atordoada. A consciência e os receios zumbindo perdidos no meio do desejo. Incendiada. Incendiados subimos ao quarto. À primeira parede colados um ao outro. Ele despe-me a camisola. As minhas mamas expostas e ambos brincamos com elas. Despi-o. As peles quentes tocando o ritmo da nossa dança.
Puxa-me para a cama. Despe-me as calças. As cuecas. Abre-me as pernas mostrando certeza do que sabe fazer. E sabe. Aquela boca quente fez-me fechar os olhos. Que doce, que louca, que coisa tão boa…. enlouqueci. Embriagada de tesão perdi noção. Retribuí. “Que puta de boca” … Virou-me de quatro e deixou que sentisse aquele membro perfeito bater-me no fundo. Inundei-me. Inundou-me.
Perdi a conta dos orgasmos que tive, apenas me sentia quente de febre. Ele perdia-se neste calor. Primeiro round. Sorrimos cúmplice e ambos sabendo que tínhamos cumprido as nossas promessas. Fumamos um cigarro. Tomamos um duche. Que delícia de homem.

1b540da55d0736565c0fbdd905b1bdd9Sentada na cadeira, de toalha enrolada. Ele na cama de corpo despido. Falamos de nós.
Chamou-me de novo. Deitei-me com ele.
Suavemente começa a explorar cada ponto de mim. Os dedos hábeis, a língua ensinada.. rapidamente me pôs a pedir mais. E mais. Mais dedos. Mais boca. A mão toda dentro de mim, a boca chupando-me as mamas, mordendo os mamilos de novo erectos…. de novo um orgasmo. Os músculos todos apertando a mão dele. Uma inundação. Da-me a provar. Prova comigo e tem que me foder. De frente. De costas. De rabo exposto …. fez-me pedir. Pedi. Queria tudo. Queria essa bebedeira com ele. E ele deu-ma. A noite fervia, ou ela ou nós, mas ficamos loucos naquela cama.  Desta vez acabou na minha boca…. na minha garganta…. pude sentir o sabor quente delicioso que tanto me satisfaz…. os dois satisfeitos. De novo um duche. De novo um cigarro e mais um pouco das nossas vidas numa conversa serena… de novo ao pé dele…. entre beijos e carícias de novo a vontade… de novo um orgasmo. O dele no meu, porque o meu escaldou… não aguentou…
“Dormimos aqui?” Perguntou.
“Não. Quero ir para casa e acordar amanhã sem saber se sonhei. Não te quero real”.

Voltamos a estar mais duas vezes. Ficamos amigos. Profundos amigos. Uma espécie de amor, com quem eu Partilho tudo o que faço, tudo o que temo, tudo o que sonho. Ficamos amigos. Não esquecerei o que fez por mim. Resgatou a mulher. Senti-me perfeita. E isso, apenas isso, foi tanto para mim.

Marie #69Letras

JANTAR NATAL 69

TEXTO EROTICO M|18 A
Como sempre nesta época iniciam se os jantares de natal.
Como ja vem sido costume, o condominio do 69 faz um dos seus jantares, com alguns amigos. Para quem nao sabe os nossos jantares acabam sempre em perdição.
Como sera este ano?

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Uma historia, muitos actores principais…

Vizinha

Merda de dia. O trabalho correu-me mal, discuti com o meu gajo e ainda fui molhada por um carro à beira da estrada. Porcaria das poças! Continuar a lerUma historia, muitos actores principais…

Será pecado?

Texto Erotico/ M18

Quando saí  do meu carro, à porta de casa dele, senti as pernas fracas.  Aquele torpor em que já não estamos bem conscientes do que se está a passar. Já não me lembro dos passos, do toque, da escada, da porta… lembro-me do momento em que me tomaste nos braços. Em que me fizeste lutar pelo teu beijo, do momento mo deste, apertando-me com força contra ti, do arrepio que me atravessou.
Ficaste mais selvagem quando me passaste a mão pelo rabo e viste a menina obediente que sou… trouxe o plug como pediste… mereci outro beijo dessa tua boca faminta…

Por uma mão puxas-me para o espaço onde melhor nos conhecemos, onde nos tornamos selvagens escravos dos nossos instintos, onde vale tudo sem moderação. Despiste-me com urgência de me beber. No meio das minhas coxas húmidas sinto-te a fome com me vais devorar. A boca quente, língua sábia, e eu rendida, talvez me morda a cada orgasmo que me arrancas. Vale tudo. Nesse transe em que me pões, vale tudo… sinto a boca vazia, seguras-me pelo pescoço, com força, não… não te vou provar … ainda não. .. abres-me as pernas, queres entrar, fundo, louco, viril, quando me penetras sinto-me vir de novo… estou naquele ponto em que cada toque é muito intenso…  já não sei o que sinto… embriagada … de ti… o meu corpo não me reage, é teu… fazes de mim tudo o que queres. Tiras-me o plug, fico exposta.. este rabo agora é teu e tu começas a fodê-lo com um prazer que sinto crescer…. ponho os dedos do outro lado, quero sentir -te… mas desta vez um orgasmo bem visível. Encharco-te a cama… talvez cansado, deitas-te. Agora sou eu. A minha boca procura-te, lambo-te, chupo-te, quero tudo… sou gulosa .. ainda mais quando estou assim, fora de mim…somos selvagens e cada vez que estamos juntos o mundo pára à nossa volta….
Que loucura…
Ponho-me de quatro, puxo-te…. anda, quero mais desse caralho… deixas as mãos marcadas no meu rabo branco, fodes com força, sinto a carne trepidar…  quero que te venhas dentro de mim… mas não…. sabemos que não cumpri todas as ordens… quero o teu leitinho quente… dá -mo…. puxas-me pelos cabelos, perguntas por que não fiz o que mandaste…. não fiz, não explico… encosto a boca ao teu caralho…. quero tudo…. lambo-te o rabo, ponho um dedo, vais-te vir na minha cara, explode… dá -me tudo…. e quando vejo que te vens abocanho-te o caralho… céus!…. como adoro o teu sabor….
Suspiramos. Descansamos uns minutos e com uma frieza fingida resolvemos tomar um café. Um cigarro à janela. Atordoados pelo que somos juntos.
Saio.
Sento-me no carro sem pensar em nada.
Assoberbada. Ainda ausente numa dimensão qualquer extra terrestre.
Os dias passam mas os momentos vivem na memória.
Quero mais.

Marie #69Letras

Foram os botões de punho

Texto Erótico|M18

Quando te vi a primeira vez, a tua postura autoconfiante atraiu-me. Nas horas seguintes detive-me em cada detalhe teu. Cuidado ao pormenor. Perfeito. A tua voz doce. O teu cheiro inebriante. Os teus botões de punho. Coelhinhas playboy… uma mulher sabe que quando um homem se apresenta assim é porque gosta de dar prazer às mulheres. Isto sente-se. Talvez seja de mim. Talvez tenha um radar apurado pela experiência. A verdade é que cada vez que me deliciava olhando para ti, os mamilos acusavam mais do que o cérebro podia alcançar.
Trocamos número de telefone. Impulsiva como sou liguei-te nessa tarde. Como não? Não consigo deixar passar uma oportunidade. O prazer é uma coisa cara… no sentido de querida… no sentido de que é um vício muito doce… demasiado doce ..
Combinamos um encontro para me dares um papel. Sei lá agora que papel foi o pretexto… sei que quando chegaste no teu carro eu saí do meu e entrei no teu. Olhei-te nos olhos. Nesses teus olhos onde me afundo cada vez que me olhas… senti o corpo tremer.
“Tomamos café?” Perguntaste, sabendo bem que não era nada disso mas tateando a minha vontade.
“Café? Não. Quero-te a ti” …. saiu-me da boca para fora porque há sempre aquela hora que perco controlo de mim…
Um beijo longo. As nossas bocas tão certas como se se conhecessem há anos… o teu sabor… és feito de não sei quê que me transtorna completamente…. foi tudo rápido… tornou-se urgente… pegaste no carro em busca de um canto escondido… terra batida, cheiro a eucaliptos . Tarde quente ….
Retomaste-me inteira num outro beijo. Mãos de cruzado em busca dos mares que tinha para te dar… e tinha… e os teus dedos doces nesta minha carne acesa … perdi-me ali…
Deitaste o meu banco, no teu carro amplo. Olhando para mim abriste-me as pernas, como quem pede licença… e depois, sem mais avisos, a tua boca… meu deus a tua boca… senti-te fazendo amor com a minha cona, sentiste-a entregue às delícias que me fizeste… eu levitei, embebedada com a arte que tens em ti…. e eu pedi… “fode-me” “anda, fode-me toda” “quero o teu caralho duro nesta cona” … saí do carro, pernas fora, puxei a saia para cima, baixei as cuecas, vieste por trás. Agarraste a carne branca do meu rabo, com força, numa  estocada certeira senti-me atravessada de um orgasmo. O meu. O primeiro. O primeiro desse primeiro dia.
Não aguentaste a invasão escaldante dos meus fluidos rebeldes, inesperados e inesperadamente sinto-te explodir dentro de mim. O teu calor.
Como se o tremendo prazer não fosse suficiente para me deixar prostrada, ainda um abraço, um beijo doce. As tuas carícias antes de saires de mim…. e uma lágrima que me corre pela cara abaixo.
Momento perfeito. Imensamente perfeito, como se o sentido de tudo estivesse ali, nos nossos corpos suados.
Voltei a ver-te. Voltarei sempre.
Sem falar muito fizeste de mim tua.
Não sei quantas tuas existem, não me importa. Sei-te comigo quando me sei contigo e sei que nós os dois estamos ligados para além de tudo o que nos sobra.
E sei a profundidade desse teu olhar.

Marie #69Letras