Arquivo da Categoria: Lilith

Apeteceres claros em mentes perversas

M18/Texto erótico 

Pudores não combinam com vontades. E quando falo em vontades, só para que fique bem claro, falo em tensão de corpos esfomeados.  Continuar a lerApeteceres claros em mentes perversas

Dona e rainha das minhas vontades.

M18/ Texto erótico 

Sozinha me deito envolvida somente pelos lençóis de cetim negros. Sinto-me bem comigo mesma. Conheço-me melhor que ninguém. 

Cada grito mudo de tesão, cada poro de desejo e até mesmo cada abismo de orgasmos arrancados do meu ser. E em todos eles fui dona e senhora do meu corpo. 

Até que  ELE me assombra. Diabo em forma de gente.  Sucumbir ao seu poder, é beber do seu doce nirvana e implorar por mais.  Continuar a lerDona e rainha das minhas vontades.

Rendição de Lilith, parte 2

M18/Texto erótico 

A ponta da língua que brinca com os meus mamilos, vergastadas de um flogger no meu estômago ao de leve, um Strap entalado em mim que se manifesta inesperadamente em estocadas cada vez mais profundas e rápidas e um pénis enfiado na minha boca sôfrega e desesperada. Uma autêntica orgia nos meus 5 sentidos!

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A rendição de Lilith

M18/Texto erótico

 

Hoje entrego-me às vontades alheias do meu submundo. Criaturas da noite anónimas que fazem as minhas delicias.

Entro no clube restrito usando somente uma gabardine, um cinto de ligas, saltos altos e muita tesão. Sou a única sem máscara. Já me conhecem e sabem para o que venho. Inclinam-se à minha passagem.

-Senhora! É uma honra sua presença! Seus súbitos a esperam.

-A sala vermelha está pronta para mim?

-Sempre minha deusa.

-Quero os laicos do costume.

Portas abrem-se à minha frente até à sala do meu desejo. Aqui sou rainha! Aqui impero!

O cheiro do cabedal inebria-me os sentidos. As paredes cobertas de velas e brinquedos. Straps, mangas, mordaças, chibatas, plugs, ovos, floggers , enfim. Tudo o que é necessário para várias horas de tortura divertida. No meio da sala um baloiço, o meu trono e três escravos de joelhos à espera das minhas ordens. Dois escravos e uma escrava todos de máscara branca posta.

-Uma honra minha deusa!

Dispo a gabardine. De peito firme, rabo nu e  sexo ansioso pelo que há-de vir. Sento-me no trono e um dos escravos masculinos começa por lamber-me a ponta dos sapatos. A escrava começa por me prender os pulsos ao trono. Ambos sempre cabisbaixos.

Sei que parece confuso. Uma deusa sujeita aos caprichos de seus discípulos mas agrada-me. Serve para disciplinar-me a alma.

Prendem-me os tornozelos também ao trono e  colocam-me a venda. Reduzida ao trono assim me deixo ficar. Livre de pensar e entregue aos sentidos. Que comece o festim no meu corpo.

Nua e exposta aos caprichos de outros. Meu corpo em constante alerta. Sinto os passos à minha volta. Antecipo os seus toques. Sinto calafrios.

Inesperadamente sinto um toque de uma pena de pavão no meu estômago. Como algo tão suave pode provocar uma onda de choques no meu corpo. A pena percorre meu corpo até ao meu sexo. Hummm doce sensação de veludo a beijar-me entre pernas mas interrompida por uma vergastada ao de leve no peito.

Ahhhh! Meus sentidos já quase adormecidos pela suavidade da pena despertam em alerta máximo. Hummm doce tortura que me alimenta a alma!

E de repente faz-se silêncio. Pressinto seus passos a afastarem-se de mim e quase que me sinto abandonada, não fosse o sentir do trono a estender-se numa cama. Aquele som de metal a ranger que me inquieta o espirito complementado com o afastar das pernas.

Mais vulnerável que nunca. Sinto meu coração a bater tão forte que quase que salta do meu peito.

Sinto alguém a soprar-me ao ouvido. Estranho mas acalma-me. Uma boca que me beija. Não consigo distinguir de quem mas também o que interessa. Aqueles lábios parecem cantar-me uma musica de embalar e envolver-me numa falsa calmaria.  Entretanto sinto enfiarem-me um ovo em potência máxima dentro de mim. Hummm sabe-me tão bem. Excitada e estimulada ao máximo.

Até que de repente, AAAHHHHHH ! Alguém me penetra sem aviso prévio numa estocada única. Os lábios doces desaparecem e o que eu consigo identificar como um Strap masculino pelo toque de borracha nas virilhas, pára  imóvel dentro de mim. Não consigo evitar uma tentativa frustrada de libertar meus braços que continuam presos. Distraio-me com o passear de um flogger no meu corpo.

Mais uma estocada, desta vez mais funda. E o cabo do flogger nos meus lábios que por instinto o lambem e chupam.

Duas estocadas seguidas. Fundas e rápidas. Minha boca geme compulsivamente até que um dos laicos decide calar-me com o seu sexo na minha boca. Huuummm.

Sinto duas mãos que se deliciam com o meu peito. A ponta da língua que brinca com os meus mamilos, vergastadas de um flogger no meu estômago ao de leve, um Strap entalado em mim que se manifesta inesperadamente em estocadas cada vez mais profundas e rápidas e um pénis enfiado na minha boca sôfrega e desesperada. Uma autêntica orgia nos meus 5 sentidos!

Continua…

 

©Lilith 69Letras 2017


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Teu sangue, meu prazer.

M18/Texto erótico 

 

Mais uma noite que se anuncia fria. E eu gosto assim. Procuro em rostos comuns aquele que eu perseguirei esta noite. Eleger a presa requer perícia e paciência. E hoje apetece-me ratos de laboratório. Continuar a lerTeu sangue, meu prazer.

Com a Lilith não se brinca

M18/Texto erótico

-Dona Lilith, importa-se de chegar ao meu escritório.

-Sim.

Após a nossa sessão de sexo no carro as coisas voltaram à normalidade. Quer dizer pelo menos para mim. Os olhares intensos e faltas de concentração do chefe são constantes mas não mexem comigo absolutamente. Nem mesmo um toque indiscreto nas minhas costas no elevador, cujo o qual ele percebeu de imediato pelo meu olhar frio de desaprovação que não tinha minha autorização para tal.
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Para baixo, rapaz!

M18/Texto erótico

 

Aborrecida na fila do banco. Olho para as outras pessoas que me circundam e não vejo nada. Cada olhar mais insipido que outro. Sem conteúdo.

Até que olho para trás do balcão e vejo um olhar diferente. Jovem e entusiasmado. Daqueles que trazem o mundo no olhar cheio de esperanças inúteis.

-Bom dia minha bela senhorita! Em que posso ajudar?

-Para começar, não sou sua e tire esse ar de quem já me está a deitar na cama que não sou para seu bico.

-Ppeço perdão senhora.

-Perdoado. Quero levantar o dinheiro todo da minha conta.

-Com certeza minha senhora, posso saber o motivo?

-Não. Não pode.

-Lamento minha senhora mas devo insistir…

-Novamente, não sou sua senhora.

E eis que o rapazinho passa dos limites da minha paciência. Revira-me os olhos.

-E se me revira os olhos novamente, apenas com um sapato meu ponho-o a pedir clemência ! Entendido? Agora, passe-me o meu dinheiro já!

Os seus olhos deixam de transbordar autoconfiança excessiva para transmitir puro encanto. Esquisito. Estava à espera que chamasse antes o segurança.

-Notas grandes ou pequenas? MINHA senhora?

E desafia-me claramente. Seu olhar não sai do meu peito. Mais um peixe na rede.

Aproximo-me do balcão, pego no seu queixo elevando o seu indiscreto olhar até ao meu e com um sorriso cerrado mas sedutor meto os pontos nos is.

-Estou cá em cima! E quero as notas grandes assim como essa desobediência toda debaixo de mim às 12 30 em ponto. Estarei no seu gabinete!

-Mmas como sabe que tenho um gabinete?

-Simples. O seu nome está naquela porta ali dos fundos. Não se demore.

Tanto envergonhado como excitado, observa-me virar-lhe costas enquanto desfilo pelo banco fora.

12.30 em ponto. Entro de óculos escuros, simplesmente com o intuito de ninguém ver para onde meu olhar se dirige, e reparo que o balcão de atendimento ao publico por ele anteriormente ocupado encontra-se vazio. Vou direta ao seu escritório onde ele já parece estar ansioso por mim pois a porta está aberta.

Recebe-me com um sorriso e apressa-se a fechar a porta atrás de mim. Apressa-se a beijar meu pescoço por trás de mim.

-Calminha rapaz! Ainda não mereceste tal doce.

-Farei qualquer coisa! Minha senhora, você mete-me doido!

-Ótimo, então despe-te!

-Direta ao assunto! Gosto disso.

-Logo verás! Senta-te na cadeira.

Despido e excitado à minha mercê. Fará qualquer coisa só para me ter. Ingénuo, quase que sinto pena.

Puxo o vestido justo um pouco para cima para puder abrir as pernas. Sento-me no seu colo e enquanto lhe prendo os braços atrás das costas com a sua gravata deixo-o cheirar um pouco do meu corpo.

-Cheira tão bem minha senhora.

Agora cara a cara, humedeço meus lábios com a minha língua deixando-o de água na boca.

-Ainda cheiro melhor dentro de mim!

Involuntariamente solta um gemido. Quer-me tanto que mal se aguenta. Saio de cima dele. Sento-me na sua secretária de frente à sua linha de visão. Abre as pernas e dou a conhecer que não trago roupa interior.

Mais um gemido que ele solta e o seu membro atingiu o ponto máximo de dureza.

Meto um dedo na boca para humedecer e enfio-o em mim sem nunca tirar o olhar dele.

-Vais ser um bom menino, não vais? Para eu te recompensar depois.

-Ahhh SIM! Tudo o que a minha senhora quiser!

Enquanto dito as regras, vou brincando comigo própria. Meu corpo sempre foi e será objeto preferido do meu prazer.

-Jamais revires os olhos para a tua senhora e essa insolência tem de acabar ou senão…

Fecho os olhos por uns momentos enquanto me masturbo um pouco com mais força gemendo, conscientemente que isso está a prolongar o estado de excitação da minha vitima de hoje.

Ele não se aguenta e levanta-se, mesmo com os braços atados, tal não é o estado de excitação.

-Por favor deixa-me fod3r-te! Deixa-me!

Páro abruptamente de masturbar-me. Derrubo-o no chão de maneira que ele fique deitado de barriga para cima. Piso-lhe a cara com o meu sapato de salto alto e repreendo-o.

-Para baixo, rapaz! Aqui quem fod3 sou eu! E não larga mais um pio! Irritas-me!

Concorda com um abanar de cabeça. Dispo o vestido rapidamente e sento-me na sua cara puxando-lhe o cabelo com uma mão.

-Lambe-me já!

Com muita sofreguidão suga cada pinga de mim. Sua língua no meu clitóris provoca-me espasmos de prazer enquanto faço força nas minhas pernas para lhe apertar a cabeça.

-Isso! Belo menino! Vais-me fazer vir assim.

Excita-me tanto sua língua dentro de  mim como a sua entrega à minha luxuria. Não consigo evitar de com a mão livre agarrar meu peito e palmilhar cada centímetro de mim. 

Prestes a atingir o orgasmo, movimento minhas ancas para cima e para baixo para ele se esmerar num cunnilingus, somente para me dar prazer.

-AAAhhhhh!

E venho-me com sua língua enfiada em mim dando-lhe a provar o meu doce néctar. Puxo-lhe os cabelos com mais força ainda e deixo-me extravasar num doce orgasmo.

Levanto-me ainda a pingar um misto da sua saliva com o meu sugo. Ele ainda olha para mim com um ar esperançoso de que ainda possa possuir-me e assim puder explodir num orgasmo também. Liberto-lhe os braços enquanto ele se põe de joelhos para me pedir clemência para que lhe trate do membro duro e grande.

-Quem manda aqui? Diz!

-Você senhora! Agora por favor deixa-me fod3r-te que não aguento mais!

-Talvez amanhã.

E visto o vestido e ponho os óculos escuros.

-Por favor, não te vás! Não! Peço perdão por tudo!

-Claro que pedes! Até amanhã! E não rastejes atrás de mim pelo banco fora quando eu sair.

 

 

©Lilith 69Letras 2017