Não me digam que acreditam que só acontece aos outros?

A verdade é que não podemos viver sempre dentro da concha, dentro da nossa cabeça e do nosso coração, devemos abrir a janela e observar o horizonte, mas depois és contaminada com histórias de vida deste e daquele, com mil e uma coisas que acontecem a todo o instante. Do teu prédio à tua rua,…

Que te direi na hora do adeus? Talvez um até já.

Enquanto dormes embalas os meus pensamentos com o teu respirar… perdem-se a antever a nossa despedida. Que te direi na hora do adeus? Talvez um até já. Não me quero despedir de ti com lágrimas e emoção, dor e vontade que fiques como se fosse a última vez. Mas e se fosse? Não deveria eu…

Agora quero o agora.  Muitos até. 

 Impressionante como num gesto tão simples como enrolar o dedo nos meus cabelos cabe um sentimento secreto que de tão profundo pára o tempo para que te possa sentir no rodopio dos meus dedos. 

És tão mas tão teimosa!

És tão mas tão teimosa! Irrita-me essa tua nova versão que exibes com tanto orgulho e que simplesmente detesto. Tu só te enganas. Desde quando é que por detrás da tua doce voz esta um coração assim tão azedo? Onde é que nesses olhos de gatinha encaixa essa tua tentativa de seres cruel? Deixa-te de…

Não és tão valente quanto pareces, tens medo… muito medo

Se calhar não és assim tão destemido ou livre com crês ser. Do outro lado do vidro está a minha luz e tu não abres as janelas para eu te atravessar de uma vez… vou-te aquecendo a pele nas poucas vezes que levantas as persianas curioso por saber que de mais de mim pode vir….

Ei! Estou-te a chamar… vens por a música a tocar?

Para onde foi a melodia deliciosa, a banda sonora dos meus dias? Porque baixaste o volume? Podes aumentar? É que estava gostar de te escutar.