Condomínio 69 – Capitulo 3

Texto Erótico | M18   #pSassetti #69Letras   Como de costume, saí de casa apressado. Com a pasta a tiracolo e com o casaco e as chaves do carro na mão, bati a porta do apartamento com tanta força, que acho que acordei alguém. Esperei o elevador, aproveitei para arranjar a camisa, verifiquei se tinha o telemóvel, e pronto,…

Condomínio 69 – Capitulo 2

Texto Erotico | M18 #pSassetti #69Letras Terça-feira, uma noite gelada igual a tantas outras daquele inverno. Lá fora, a chuva fustigava fortemente a fachada. Passavam trinta e oito minutos das vinte e duas horas, estou certo da hora, porque me lembro de ter olhado para o velho relógio, da já extinta “Reguladora Nacional”, que adornava com…

Condomínio 69 – Capitulo 1

TEXTO EROTICO | M18 | #pSassetti #69Letras Os gemidos dela eram abundantes, cadenciados, desalinhados, livres, tão livres que percorriam como flechas toda a longa escadaria de mármore antigo, já gasto, e ecoavam de forma ensurdecedora na velha porta de madeira de iroko, do numero 69 da Rua dos Prazeres. Quando eu entrei, fiz-lo em surdina e com o cuidado já costumeiro,…

Lágrimas salgadas

Quando acordei o sol fustigava-me a cara. O sal daquela maresia de final de tarde de outono na praia, cravava-se sem contemplações no meu rosto como punhais de Naruto. Eu estava febril, a minha pele crepitava, os meus músculos estavam entorpecidos, o meu coração estava doente, os meus lábios secos pareciam incapazes de se moverem….

A matéria de que somos feitos não é só pó…

Gosto de lugares serenos, feitos de feno e girassois, de lugares amplos, tão amplos que transbordam liberdade e magia. Aprecio silêncios, quietos, lugares vazios, intemporais, comovo-me com os teus ais. Gosto do silencio do nosso olhar, é nele que nos amamos em toda a plenitude, é nessa acalmia magica onde os nossos corações se tocam e dançamos nus a dança…

Vem, deixa-me sonhar

Vem sem demoras, bem sei que tudo não passa de um sonho quando vejo os nossos corpos nus a dançarem livres pelas ruas nas noites chuvosas de Dezembro. Não hesites, não te retraias, deixa a minha imaginação fluir enquanto que sinto os teus lábios quentes a morderem-me a pele sequiosos de prazer. Deixa-me sonhar. Deixa-me alimentar-me no teu corpo, beber…

Feliz de mim…

Sinto ainda a fervilhar as poucas gotas de sangue carregadas de ilusão que me restam neste corpo à deriva mergulhado nos meus pensamentos. Sinto-as vivas, como se tivessem sido bafejadas por um sopro ténue de vida, e que embora moribundas, despertam em mim todos os meus sentidos. Quase que consigo ouvir os seus lamentos, os seus gritos…