Fantasias a pedido

TEXTO ERÓTICO M|18 󾬥 󾬥 󾬥󾬥 󾬥 󾬥
Retribuição do desafio da #Lilith
A nossa amizade é curiosa, não é só colorida, é um verdadeiro arco-íris.
Passamos meses sem nos vermos, inevitavelmente assim que nos reencontramos acabamos nos lençóis, temos uma química surreal no bom sentido.
Nas tuas próprias palavras seríamos péssimos namorados, gostamos demasiado de controlar, personalidades demasiado rebeldes e independentes, como amantes somos fogo e oxigénio, combinação perfeita. Destemidos, aventureiros e acima de tudo sinceros mutuamente, comprometemos-nos a realizar as fantasias eróticas um do outro e, na verdade temos criado momentos mágicos e inesquecíveis.
 
Espero hoje realizar-te outro desejo.

Tal como pedi chegaste cedo, vestido branco de alças sem qualquer roupa interior, saltos vermelhos a combinar com a pequena mala e com os teus deliciosos lábios carmesins.
Recebeu-me com um beijo ardente e curto. Ainda não te quero tirar o batom, levo-te até à sala onde te aguarda uma garrafa de Lambrusco gelada.
Sirvo-nos e aproveitamos para pôr a conversa em dia. Com meia garrafa consumida o nosso olhar não engana, as faíscas já percorrem o ar, apesar de já conhecermos o corpo um do outro e de já termos experimentado um ou outro pormenor mais kinky. Como as vendas, algemas, chibatas e outros brinquedos sempre fomos contidos, nunca ouve necessidade de explorar essas práticas por aí além.
Mas a tua última relação abriu-te um pouco mais esse mundo e confessaste que te excitou, apesar da minha confessa inexperiência pediste-me uma noite mais animal que o habitual.
Espero não te desiludir, sentindo-me algo expectante, tomas a iniciativa. Olhas-me frontalmente enquanto os teus dedos delicadamente deslizam as alças do vestido ao longo dos ombros, há medida que cai põe a descoberto os teus maravilhosos seios com os mamilos salientes a pedir lábios á sua volta.
 
 – O ginásio apurou a perfeição.
Respondes com um morder de lábio provocante e insidioso. Desces a mão para a tua púbis perfeitamente deliciosa e esculpida, sem um único pelo com o indicador a roçar o clitóris já ligeiramente húmido, a minha erecção é imediata. Avanço, acaricio a tua face, enfio dois dedos na tua boca, chupas-os vigorosamente, cravo-os no teu céu da boca e faço-te seguir-me até ao quarto.
Sento-te na beira da cama, dispo-me enquanto me observas, assim que baixo as calças teus olhos sorriem perante tal erecção. Coloco-a na tua boca, deixo que o sorvas delicadamente enquanto o empurro para dentro da tua garganta, não deixo que uses as mãos, quando sinto a tua epiglote seguro a tua cabeça e penetro-te como de uma vagina se tratasse.
Escorre algumas lágrimas.
 
– Queres que pare?
 
Acenas que não sem nunca o tirares dos lábios. Coloco-te uma venda, nossa velha conhecida de outras noites, deito-te gentilmente, com uma corda de veludo que eram duns antigos cortinados. Amarro-te cada mão a uma ponta da cabeceira da cama, faço o mesmo com os pés, contigo completamente aberta para mim.
Começo por te beijar os dedos pés, a minha língua palmilha cada centímetro da tua pele, tilinto o teu clitóris e sinto a tua respiração a tornar-se rápida e ofegante. Meus lábios abrem os teus, primeiro os exteriores, depois os interiores, chupo-os habilidosamente enquanto os dedos buscam o teu ponto G, que conheço tão bem, em modo de tortura paro momentaneamente antes que atinjas o clímax e recomeço novamente.
Finalmente dou-te o teu primeiro orgasmo de hoje, tão intenso que entre gritos e gemidos as contracções quase te fazem perder os sentidos. Subo pelo teu corpo, saboreio os teus mamilos tesos, beijo-te perdidamente, nossas línguas perdem-se uma na outra, queres sentir o teu gosto.
Tiro o vibrador da tua mala, que te tinha pedido que trouxesses, percorro as tuas zonas erógenas e introduzo-o na tua vulva molhada, vou lendo o teu corpo e enfio mais ou menos profundamente.
Passeio a minha verga pela tua boca, queres engoli-la toda, agarra-la, as cordas não deixam, a antecipação enlouquece-te de prazer. Com uma vela previamente acesa para o efeito deixo cair docemente pequenas gotas de cera quente entre os seios, sobre eles, pela barriga e no imediato aumento a vibração do teu brinquedo é aprofundo-o em ti.
Teus gritos de luxúria fazem-se ouvir no prédio, para baixar a temperatura junto duas pedras de gelo a percorrer os teus membros, teu pescoço, todo o teu corpo. Gritas audivelmente
– Possui-me agora por favor, f@de-me toda!!

Desamarro-te os pés, retiro o vibrador e aproveito os teus fluidos lubrificantes e introduzo-o no teu ânus, gemes contidamente, enterro meu c@ralho esfomeado em ti, deseja sentir-te desde que cruzaste a porta.
As tuas pernas nos meus ombros entro bem fundo em ti, minha mão direita controla o vibrador no teu cú enquanto a outra se entretém a acariciar os teus seios.
Dar-lhe pequenas e gentis palmadas, colocar o polegar na tua boca, aumento a velocidade e a violência de cada estocada, quero sentir o teu néctar a afogar o meu mastro e assim acontece. Quase desfaleces, deixo-te recuperar o fôlego.
Solto as tuas mãos da cabeceira, permanecem amarradas nas cordas. Tiro-te a venda, nossas bocas encontram-se novamente, as tuas mãos cravam-se no meu pénis, desejas sorve-lo novamente é quase inumano o esforço que faço para não ejacular nos teus lábios.
Mas na verdade para mim ainda não acabou o que idealizei para terminar a noite. Viro-a. Junto os teus braços atrás das costas através das cordas, coloco a tua cabeça na almofada de modo a que possa apreciar o teu olhar, as tuas expressões, retiro o treme-treme do meio das tuas nádegas e substituo-o pelo meu marsapo já dorido de tanta tesão contida. a mão que prende as cordas agora também te tortura com o vibrador a vagina enquanto te devoro a tua roseta castanha apertadinha, a tua transfiguração é total, estás num paraíso de prazer à parte.
Não aguento mais. assim que sinto o início do teu orgasmo expludo em ti todo o meu desejo retraído, agora as contracções também são minhas. Tombo ao teu lado, a intensidade das nossas libertações além de surpreendentes foram algo extraordinário.
Retiro-te todos os artefacto usados, aninhas-te em mim e pergunto:
 
– Foi o que imaginaste??

Não podia ter ficado mais contente com a resposta.
 
-Foi muito melhor do que alguma vez sonhei. a questão é como superas isto no próximo encontro?
 
Sei lá?! Talvez amanhã novamente, não??-Penso para mim. Problemas destes podiam ser todos os dias. Melhor não!??
©Bastardo 2017 #69Letras

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