Memória duma Tanga

TEXTO ERÓTICO M|18 󾬥 󾬥 󾬥󾬥 󾬥 󾬥
Hoje deu-me para isto, Bastardo em formato Fada do Lar. Cheguei cedo e cheio de energia, a noite prometia, ia ter um encontro escaldante e há muito adiado com a minha instrutora de Fitness. Semanas de sedução que finalmente iam ter o seu prólogo, por norma sou bastante arrumado e asseado, efeito de anos de vida militar.
No entanto, o meu quarto é muitas vezes prolífico em surpresas, a minha quatro patas acha que debaixo da cama é o seu móvel de arrumações e, com alguma regularidade encontro roupa que já nem me lembrava dela, pés de meia sem par, um ou outro sapato, etc.
Desta vez, bem escondida num cantinho encontrei a tua tanga de renda preta, quase inconscientemente levei-o ao nariz.
F@da-se! Ainda têm o teu cheiro, é curioso. Já têm quase três semanas, se pensarmos que foi das poucas vezes que chegamos ao quarto, estendo-me na cama e à medida que fecho os olhos as memórias invadem-me e envolvem-me.
O teu beijo intenso e poderoso, quase como veneno que me percorre as veias e incendeia a pele, assim que te abri a porta. Largas tudo à porta, até os saltos enquanto fecho a porta.
Entras sentas-te na mesa, abres as pernas em provocação, já estou erecto, mas contigo é o meu estado normal assim que te beijo, esses olhos verdes enfrentam-me e desafiam. Avanço para ti, com champanhe aberto à minutos para ti, beijo-te intensamente, deslizo a língua pelo teu pescoço, com alguma habilidade faço cair uma alça e depois a outra do teu vestido preto cheio de aberturas.
Teus seios lindíssimos monopolizam a minha vista é a minha boca esfomeada, escorro docemente o espumante pelo teu peito e saboreei-o até ao teu umbigo. Gemes e contorces-te de prazer, puxas-me para ti, prendes-me entre as tuas pernas, abres-me a camisa violentamente.
Penso que não ficou um botão direito. Percorres o meu corpo com as tuas garras, arranhas e mordes-me, deixas a tua marca, forças a saída das minhas calças, A minha erecção hipnotiza-te, percorres com delicadeza o comprimento e a largura do meu desejo, soltas-me da prisão das tuas pernas, viras-me para a mesa , tiras-me a garrafa de champanhe gelado da mão.
Sorves um abundante golo, ajoelhas-te e sem aviso abocanhas todo meu membro até ao fundo da tua garganta. Que sensação soberba!, repetes o gesto mais duas vezes, sentes que estou no meu limite. Paras.
Sorris maliciosamente, pegas nele e como se fosse uma trela arrastas-me para o quarto, bandoleias teus glúteos fenomenais à minha frente, estou louco de tesão.
Assim que vislumbro a cama. Ataco-te por trás, minhas mãos percorrem o teu corpo em loucura, enfio a minha mão pela tua tanga e sem pudor procuro teu clitóris húmido, masturbo-te enquanto te prendo pelo pescoço e beijo os teus lóbulos. Não aguento! Dobro-te, desvio a tanga para o lado e entro em ti abruptamente.
Gritas, insultas-me, pedes mais, a tua vulva quente escorre de desejo, acelero quase desumanamente, meus polegares marcam-te a cintura dada a robustez das estocadas: Vens-te em minutos. Foi de tal forma intenso que ainda gritas e te contorces de prazer.
Digo-te ao ouvido:
– Já tens o que querias?
A resposta disse tudo.
– Já me f@deste, agora amas-me.
Respiro lentamente para controlar a excitação, deito-a na cama de costas para mim,.
Acaricio-lhe o corpo delicadamente entre os meus lábios e mãos, retiro-te a famosa tanga, lambuzo-me no teu rego  Sorvo cada gota do teu orgasmo, enquanto introduzo os dedos para te estimular e enlouquecer novamente.
Não aguentas mais. Num golpe de anca viras-me e acabas em cima de mim. Acaricias o meu corpo com o teu, que loucura sentir teus mamilos rijos na minha barriga, ao longo de mim. Brincas com a minha verga envolvendo-a nos teus lábios vaginais macios mas, sem nunca forçar a penetração.
De repente,  enterras-te toda nele. Teus olhos brilham de luxúria enquanto mordes os lábios, montas-me devagar de início, sentindo cada veia palpitante do meu pénis, cada centímetro, a medida que a volúpia te invade aumentas a cadência. Sentas-te em cima dele para o sentires bem fundo dentro de ti, as tuas unhas afiadas retraçam-me o peito, não aguento mais e ela sabe.
Aperta-me bem dentro de si com os músculos pélvicos e faz-me esperar por ela, e consegue-o mais uma vez. Agora num clímax repartido, ainda as convulsões de prazer nos percorrem e sinto-a a apertar-me o membro na sua vulva novamente, diz-me ao ouvido:
– Ainda não acabou.
Sinceramente, é das poucas mulheres que conheço que me consegue manter a libido em alta consecutivamente, no momento em que sentiu a rigidez regressar, aproveitando a viscosidade dos nossos fluidos sodomizou-se. Encaixando toda a minha verga no seu ânus, delicadamente de início e avançando para um ritmo mais vigoroso, gritas exuberantemente, tenho a certeza que te ouviram na rua toda.
À medida que cavalgas dedilho a tua vagina ávida, sinto que te vens, escorres pelos meus dedos, provo o teu mel, puxas-me a mão, também queres saborear. Chupas-me os dedos freneticamente enquanto montas, vou explodir e tu sabes. Sentes-me sempre de forma indescritível.
Saltas de cima de mim e enfias-o na boca, dois movimentos de língua e solto todo o meu leite nas tuas amígdalas, sorves e chupas cada gota. Aninhas-te no meu peito, dizes com um sorriso sarcástico:
– Tens meia hora para recuperar.
Toca o telemóvel.
De repente voltei ao presente, é o meu encontro desta noite, nem dei pelo tempo passar.
 Felizmente está atrasada, vou-me arranjar. Guardo a tanga na minha gaveta das recordações.
Hoje é dia de criar novas memórias..
©Bastardo 2017 #69Letras

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