Instala-te devagar, porque se vai acabar, porquê apressar?

Perde-te como me perco por ti.
Vem na minha direção da mesma forma que quero ir na tua. Instala-te devagar, porque se vai acabar, porquê apressar?

Se te sentes feliz,
se eu me sinto como há muito não acontecia,
então deixa que todos os dias a vontade se impregne mais e mais e prescrute nas nossas almas.
Arde e mantem o lume aceso
não deixes que inflame
ou que aligeire,
apenas mantém a chama
e sente como por dentro estalamos graciosamente e labaredas do nossos olhos saltam!
É tão bom como corre nas nossas veias uma adrenalina diferente.
Divago em ti como se estivesse a boiar no mar,
fecho os olhos
e vejo-me nua
enrolada e a rastejar-me pelo teu corpo
absolutamente dependente do calor que emanas…
Ai se eu pudesse,
era de ti que me alimentaria noite e dia,
grudada e molhada, sempre agarrada ao teu membro ereto…
aquecendo o meu toque no teu sexo quente…

Sabes lá as cartas de amor que te quero escrever e quantas confissões de profanação quererei contar… aquelas que em mim cometerás onde expurgarás tudo aquilo que te assombra.

Faz de mim não o teu fardo mas a luz onde te revitalizas.
Come-me como se fosse os teus macro-nutrientes que te ajudam a transformar o teu entesoado corpo numa arma de força e beleza.
Faz de mim o que nunca fizeste a ninguém… da-te… apenas dá-te

e te prometo que inteira me terás!

© 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016


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