É crime quando se mata um amor perfeito!

Confinar a beleza de um sentimento a um prazo de validade é o mesmo que colocar uma flor dentro de uma cúpula de vidro, podes vê-la a morrer dia para dia a murchar sem espaço para desabrochar.

É crime quando se mata um amor perfeito!

Tantos que se querem apaixonar e aquecer as mãos no fogo de uma paixão… e nós aqui a condenar o que é belo e natural que de um erro nasceu!
Fingir que não é tão assim e que é menos do que parece apenas só para que nenhum de nós se embrenhe num sentimento tão sublime quanto o que já é, mesmo não sendo, deixa-me revoltada e claramente excitada. Já não sei se nos negas para apenas me sentires em brasa ou se te queres mesmo enganar… Se for o caso, ajudo-te.
Sim!
ISTO que tu não explicas e te faz esfregar a cara de incompreensão e confusão, é apenas uma atração carnal e logo logo seguiremos deixando para trás a vontade já saciada.
É só isto. Nada mais.
Sabes porquê? Porque nos condenas ao fim.
A viver a morte do amor de Romeu e Julieta.

Não podemos. Quem disse que não podemos? Foi a tua alma? É que se foi eu aceito o fim.. mas se ela me chama eu vou abraçá-la e iluminar a tua vida!

De ti não sei, mas só tenho esta vida e deitar fora o erro que nos ligou é cuspir na cara do destino…

Eu quero-te e acredita que nunca quero nada para além da minha escrita e os traços que só pelos meus pés têm sido trilhados.

Mas se ao fim nos reduziremos….
Meu Romeu nestas palavras serás o meu eterno erro.

© 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016

 


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